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Novo Filme do Brilhante Diretor Andrey Zvyagintsev

Postado porTemperos de Cinema 27 de abril de 2018 0 Comentários

Representando a Russia no Oscar 2018 e premiado em Cannes e em Londres, “Sem Amor” é uma verdadeira obra de arte dirigida por Andrey Zvyagintsev, um dos grandes nomes do cinema europeu contemporâneo.


“Sem Amor” é um filme denso e forte, bem ao gosto dos verdadeiros cinéfilos. Fala sobre a frivolidade nas relações humanas de uma forma geral. E é interessante o modo como Zvyagintsev parte de uma simples narrativa de um acontecimento em um universo micro, transformando-a em uma metáfora que nos obriga a refletir sobre seus milhares de desdobamentos no mundo atual.


A história mostra um casal que está divorciando-se e única coisa que resta daquela união frustrada é uma criança extremamente abalada com essa separação e as constantes brigas que ecoam pelo apartamento da família.
Na nova vida desse homem e dessa mulher não sobra espaço e nem atenção para a criança, que passa a ser completamente ignorada até que um dia desaparece, completa e misteriosamente.


O diretor do pesadíssimo “Leviatã”, que também concorreu ao Oscar em 2014, surpreende mais uma vez com uma obra que mostra não só a decadência humana mas também a decadência de seu país, a Russia, sendo um a consequência da decadência do outro.
Decadência essa que não conhece fronteiras e hoje atinge grande parte da sociedade mundial.
Este é o filme da semana no Moviecom Arte e você poderá assistí-lo nos dias 28 e 29 de abril, sábado e domingo, sempre às 11 horas, ou na terça-feira dia 1º de maio (feriado!!!), às 14 horas. E o Moviecom Arte você já sabe, é um projeto exclusivo do Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.

Ficha Técnica:
Título: Sem Amor
Título original: Nelyubov
Título em inglês: Loveless
Nacionalidades: Rússia, França, Bélgica, Alemanha
Gênero: Drama
Ano de produção: 2017
Duração: 2h 07 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Andrey Zvyagintsev
Roteiro: Oleg Negin, Andrey Zvyagintsev
Produção: Pascal Caucheteux, Gleb Fetisov, Sergey Melkumov, Olivier Père, Alexander Rodnyansky
Trilha sonora: Evgueni Galperine, Sacha Galperine
Direção de fotografia: Mikhail Krichman
Edição: Anna Mass
Produção de design: Andrey Ponkratov
Distribuição: Sony Pictures

CinemaPrograçãoDe Maio

Programação de Abril do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de abril de 2018 0 Comentários

O cinema alemão, o cinema francês, o cinema americano e o cinema russo estão devidamente representados por seus cineastas mais contemporâneos e talentosos, nesta seleção de filmes imperdíveis que o Moviecom Arte traz para você.

DIAS 07,08 E 10 DE ABRIL
EM PEDAÇOS

Escrito e dirigido por Faith Akin, “Em Pedaços” foi selecionado para representar a Alemanha no Oscar 2018 mas ficou fora da lista final de indicados ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Com inspiração hollywwodiana este drama cheio de reviravoltas começa com o casamento de um presidiário, o traficante Nuri (Numan Acar) e a jovem Katja (Diane Kruger). Um salto no tempo e encontramos o casal com um filho, vivendo como uma família comum, estabelecida e feliz..
Tudo muda quando Katja perde o marido e o filho em um atentado terrorista. Em uma atuação que lhe valeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes, Diane Kruger imprime tanta veracidade à sua interpretação que é impossível não sofrer junto com a personagem nesse momento de dor.
E quando tudo parece girar em torno do sofrimento e a necessidade de recomeçar da personagem, a discussão sobre o atentado assume o primeiro plano e o filme se volta para a bordagem de temas como a intolerância racial, questões políticas e sociais. Em mais uma reviravolta na trama, a personagem vai fazer justiça pelas próprias mãos.

DIAS 14, 15 E 17 DE ABRIL
A NÚMERO UM

Embora o tema central do filme “A Número Um” gire em torno do machismo que insistie e resiste nos meios corporativos, esta obra da diretora francesa Tonie Marshall não levanta a bandeira do feminismo e se limita a mostrar apenas a realidade de uma executiva nos bastidores de uma disputa pelo poder.
Brilhantemente interpretada por Emmanuelle Devos a personagem Emmanuelle Blachey é uma executiva de uma empresa de energia eólica que, incentivada por um clube feminista, entra da disputa pela presidência de uma importante indústria francesa de água.
Sempre distante das discussões feministas a personagem no entanto vê na proposta um ótima oportnidade de crescimento profissional e ao aceitar o desafio abre seus olhos para a triste realidade de milhões de mulheres em todo o mundo, até hoje subjugadas pelo simples fato de não serem homens.
“A Número Um” mostra que o empoderamento maior da mulher é sua conscientização, muito antes de seu sucesso profissional.

DIAS 21, 22 E 24 DE ABRIL
EU, TONYA

A história da patinadora Tonya Harding era a grande favorita de muitos cinéfilos e críticos ao Oscar 2018. Contudo o filme dirigido por Graig Gillespie recebeu apenas 3 indicações e não levou neNhuma.
“Eu, Tonya” tem a seu favor a interpretação impecável de Margot Robbie, vivendo as diversas fases da vida da polêmica patinadora americana que se tornou um mito entre os anos 80 e 90 mas viu sua fama despencar em 1994, quando teve seu nome injustamente envolvido em um grande escandalo armado por sua principal concorrente.
Outro ponto alto do filme é o roteiro de Steven Rogers baseado na biografia e relatos da própria Tony Harding, tida por muitos como louca e incorreta. Sua infância problemática, o estrelato, os abusos que sofreu, o esquecimento… tudo é mostrado no filme de forma muito original, fugindo aos modelos tradicionais de uma biografia.

DIAS 28, 29 DE ABRIL E 01 DE MAIO
SEM AMOR

Representando a Russia no Oscar 2018, “Sem Amor” é uma verdadeira obra de arte dirigida por Andrey Zvyagintsev, um dos grandes nomes do cinema europeu contemporâneo.
“Sem Amor” é um filme sobre a frivolidade nas relações humanas de uma forma geral. E é interessante o modo como Zvyagintsev parte de uma simples narrativa de um acontecimento em um universo micro, transformando-a em uma metáfora que nos obriga a refletir sobre seus milhares de desdobamentos no mundo atual.
A história mostra um casal que está divorciando-se e única coisa que resta daquela união frustrada é uma criança extremamente abalada com essa separação e as constantes brigas que ecoam pelo apartamento da família.
Na nova vida desse homem e dessa mulher não sobra espaço e nem atenção para a criança, que passa a ser completamente ignorada até que um dia desaparece, completa e misteriosamente.
O diretor do pesadíssimo “Leviatã”, que também concorreu ao Oscar em 2014, surpreende mais uma vez com uma obra que mostra não só a decadência humana mas também a decadência de seu país, a Russia, sendo um a conseuência da decadência do outro.
Decadência essa que não conhece fronteiras e hoje atinge grande parte da sociedade mundial.

 

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O Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

Receita da semanaTemperos

Tartin de Ameixa ao Molho de Cassis com Gelato e Chantilly

Postado porTemperos de Cinema 30 de março de 2018 0 Comentários

Agora nosso jantar do Oscar está completo. Depois de 4 receitas incríveis, a sobremesa tinha que estar à altura.
Escolhemos então a receita de um Tartin de Ameixa ao Molho de Cassis com Gelato e Chantilly. Se só o nome já dá água na boca, imagine a sobremesa pronta.
Essa receita foi inspirada no filme “Um Bom Ano”, de Ridley Scott, estrelado por Russell Crowe, Albert Finney e Marion Cotillard. Este filme de 2006 é tão saboroso quanto essa sobremesa.
Pegue a receita logo abaixo e assista o passo a passo do preparo com a chef Sandra Romansini.

Receita de Tartin de Ameixa ao Molho de Cassis com Gelato e Chantilly

Ingredientes:
Ameixa cortadas em pétalas
Açúcar mascavo
Açúcar orgânico
1 cálice de licor de cassis
Nozes ou amêndoas picadas
100 grs de Trigo
Manteiga

Preparo:
Ameixa
Coloca as pétalas de ameixa pra marinar com 1 cálice de licor
Colocar um pouco do açúcar orgânico misturado com o açúcar mascavo
Deixar marinando a ameixa no licor por mais ou menos 1 hora e meia

Massa:
Misture a nozes picadas com um pouco de açúcar, trigo e manteiga, até formar uma farofa
Coloca a ameixa , já marinada, no fundo de uma vasilha, cobre com a farofa, e coloca no forno por mais ou menos 25 minutos, ou até a farofa ficar dourada.

Montagem:
Coloca uma bola de sorvete de creme, e cobre com chantilly, e pode decorar com frutas vermelhas.

Cinema

The Square, A Arte da Discórdia

Postado porTemperos de Cinema 25 de março de 2018 0 Comentários

O poeta russo Vladimir Maiakóvski disse que “A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo”, no entanto, muitas vezes o reflexo no espelho da arte é fundamental para perceber o que e o quanto é necessário mudar.
E é isso o que mostra e faz o filme “The Square, A Arte da Discórdia”, do sueco Ruben Östlund, expondo de forma brilhante, cruel e realista a hipocrisia da sociedade, tomando como ponto de partida a arte contemporânea e seu papel dentro dessa sociedade.

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O filme se passa na Suécia, país nórdico conhecido pela qualidade de vida, pelo alto nível cultural, pela educação de seu povo, pela ausência de preconceitos… sim, só que não. Para quem pensa que é só aqui no 3º mundo que as pessoas são capazes de apedrejar museus, “The Square” mostra que a hipocrisia e a ignorância é uma epidemia de proporções globais.
Destruindo aquela imagem vendida de país onde tudo é perfeito, esta obra mostra ainda as diferenças sociais, a violência e o preconceito que também existem na Suécia. As cenas dos moradores de rua e as que se passam nos subúrbios de Estocolmo são reveladoras. Como disse o nosso poeta Arnaldo Antunes, “miséria é miséria em qualquer canto”.

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Mas o foco principal de Ruben Östlund é a burguesia pseudo civilizada e culta. E ele não poupa ninguém. Mostra o papel da publicidade na propagação da cultura da violência, a imbecilidade dos novos profissionais de imprensa e a deturpação da informação, a mediocridade das classes sociais pretensamente culta e educadas mas que também são capazes de muitas violências, inclusive a violência da omissão.

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Há cenas hilárias, como uma que mostra os convidados de uma vernissage desesperados para atacar o buffet; cenas emblemáticas, como a da ativista no centro de Estocolmo perguntando aos pedestres se eles querem salvar uma vida, ao que eles respondem negativamente; e algumas cenas antológicas, como a cena do casal que briga pela posse do preservativo cheio de esperma após o sexo.

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O ponto alto do filme, no entanto é a performance de um artista durante um elegante jantar oferecido aos mantenedores de um importante museu de arte contemporânea. Ele representa uma mistura do Incrível Hulk (versão nórdica) com um troglodita e promove ataques cada vez mais violentos aos convidados. A tensão da cena vai crescendo vertiginosamente, deixando os presentes encurralados, com medo, de cabeça baixa e em silêncio tentando não chamar a atenção do selvagem. Quando a situação foge completamente ao controle dos organizadores e o artista parece ter sido dominado pelo personagem, a performance alcança seu objetivo: revelar os trogloditas disfarçados sob smokings e vestidos de seda.

Essa cena (inspirada em uma performance real do artista Oleg Kulik em 1990) é também uma profunda reflexão sobre os limites da arte. E depois de assisti-la confirmo minha convicção de que a arte não pode ter limites, principalmente porque a nossa hipocrisia não tem limites.
Qualquer pessoa com o mínimo de coerência e bom senso, sai do cinema com um reforçado sentimento de vergonha do alheio e de si próprio. Estamos todos nós ali representados em nossa mesquinhez, nossa pequenez e nossa hipocrisia.


A proposta do diretor ao nos colocar de frente para esse espelho é nos obrigar a reconhecer isso, assim como faz o personagem principal, o diretor do museu (brilhantemente interpretado pelo charmoso Claes Bang), que ao final da história assume e se desculpa por sua própria mediocridade.
Indicado ao Oscar 2018 de Melhor Filme Estrangeiro e ganhador da Palma de Ouro em Cannes, “The Square” é um filme obrigatório para os dias de hoje, sobretudo no Brasil onde a mediocridade e a hipocrisia nem mais se disfarçam.

(Resenha por Marco Antonio Andre)

Este é o filme que você pode assistir no Sala Cult nos dias 25 de março às 16 e 19 horas, 29 e 30 de março às 19 horas, e 31 de março às 16 e 19 horas.

O Sala Cult é um espaço no Paineiras Shopping, em Jundiaí, para o cinema independente, com curadoria de Fátima Augusto.

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Ficha Tecnica

  • Titulo original: The Square
  • Nacionalidades: Suécia, Alemanha, Dinamarca, França
  • Gênero: Comédia dramática
  • Ano de produção: 2017
  • Duração: 2h 22 minutos
  • Classificação: 14 anos
  • Direção: Ruben Östlund
  • Roteiro: Ruben Östlund
  • Produção: Katja Adomeit, Philippe Bober, Tomas Eskilsson, Dan Friedkin, Erik Hemmendorff, Agneta Perman, Bradley Thomas
  • Fotografia: Fredrik Wenzel
  • Edição: Jacob Secher Schulsinger, Ruben Östlund
  • Design de produção: Josefin Åsberg
  • Figurino: Sofie Krunegård
  • Estúdios: Plattform Produktion, Arte France Cinéma, Coproduction Office, Det Danske Filminstitut, Essential Filmproduktion GmbH, Film i Väst
  • Distribuição: Pandora Filmes
Receita da semanaTemperos

Cordeiro com cardamomo e arroz basmati

Postado porTemperos de Cinema 23 de março de 2018 0 Comentários

Hoje é a vez da estrela do nosso Cardápio de Oscar, o prato principal. E o grande protagonista desta “trama” merece mesmo todos os holofotes: Cordeiro com cardamomo e arroz basmati.
Este prato foi inspirado em “Um Casamento à Indiana”, de Mira Nair (2002), um filme delicioso que retrata as muitas formas diferentes de amar.
Pegue a receita detlhada e assista ao passo-a-passo com a chef Sandra Romansini. Esta receita é super fácil de fazer e você vai arrasar!

Receita de Cordeiro com Arroz Basmati

Ingredientes:
Azeite
Paleta de cordeiro cortada em cubos
Alho
Cebola
Cenora
Salsão Alho Poró
Especiarias :
– Curry
– Garam marsala
– Páprica picante
– Cardamomo
Arroz pasmati

Preparo :

Cordeiro
Coloca um panela para aquecer
Coloca o azeite
Doura o cordeiro nessa panela, ate ficar bem dourado.
Coloca a cebola,o alho,
Depois coloca a cenoura, o salsão e o alho poró
Deixa cozinhar até os legumes ficarem macios, age dissolver
Coloca todas as especiarias e um pouco de água fervente.
Deixa cozinhar até a carne ficar bem macia e absorver todos os temperos.

Arroz
Coloca água para ferver na medida de duas medidas de água para uma medida de arroz
Coloca os temperos do arroz na água
Quando estiver fervendo coloca o arroz para cozinhar.

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Mudbound, Lágrimas sobre o Mississipi, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 21 de março de 2018 0 Comentários

Se tem uma coisa que ficou bem nítida na festa do Oscar 2018 foi a oposição de Hollywood ao governo Trump e seu discurso racista, xenófobo, machista, homofóbico, etc, etc e etc.
E tudo aquilo que parece incomodar muito o presidente dos Estados Unidos estava super bem representado tanto no discurso dos filmes indicados quanto no discurso das celebridades que subiram ao palco para apresentar ou receber o prêmio.


As questões raciais sempre renderam excelentes filmes em Hollywood. Muitos chegaram a receber indicações e vários foram devidamente premiados. Este ano o tema foi magnificamente abordado em “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”, uma das críticas mais ferozes à questão racial na América do Norte.


Escrito e dirigido por Dee Rees (que merecia pelo menos ser a primeira mulher negra indicada ao Oscar de melhor direção), este filme foge às narrativas de seus antecessores ao traçar um paralelo entre a Segunda Guerra Mundial e guerra racial que acontecia no interior dos Estados Unidos, com sua trama centralizada no conflito entre duas famílias (uma negra e outra branca) que trabalham em uma mesma propriedade rural nos cafundós do Mississipi.

“‘Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi” teve 4 indicações ao Oscar (Fotografia, Roteiro Adaptado, Atriz Coadjuvante, e Música Original) e não levou nenhum, embora merecesse muito cada um deles e até outros aos quais não foi indicado. Mas o filme deixou sua marca, aliás várias.


Entre elas a indicação de Rachel Morrison ao Oscar de Melhor Fotografia, se tornando a primeira mulher indicada ao prêmio. E com todo o mérito pois seu trabalho em “Mudbound” é belíssimo.
Este é o filme da semana no Moviecom Arte, na série de filmes que marcaram o Oscar 2018. “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi” será exibido nos dias 24 e 25 de março às 11 horas e no dia 27 às 14 horas.

Ficha Tecnica
Título: Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”
Título original: Mudbound
Nacionalidade: EUA
Gênero: Drama
Ano de produção: 2017
Duração: 2h 14 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Dee Rees
Roteiro: Virgil Williams, Dee Rees, Hillary Jordan
Produção: Dee Rees, Evan Arnold, Carl Effenson, Sally Jo Effenson, Cassian Elwes, David Gendron, Poppy Hanks, Ali Jazayeri, Charles D. King, Charles D. King, Paul A. Levin
Trilha sonora: Tamar-kali
Fotografia: Rachel Morrison
Edição: Mako Kamitsuna
Design de produção: David J. Bomba
Direção de arte: Arthur Jongewaard, Nóra Takács
Figurino: Michael T. Boyd
Estúdios: Armory Films, ArtImage Entertainment, Black Bear Pictures, Elevated Films, MACRO, MMC Joule Films, Zeal Media
Distribuição: Diamond Films

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Uma Mulher Fantástica

Postado porTemperos de Cinema 18 de março de 2018 0 Comentários

Em um dos pontos altos do Oscar 2018, marcado pela diversidade, a chilena Daniela Vega se tornou a primeira atriz transexual a participar da apresentação da cerimônia do Oscar. A protagonista do filme Uma Mulher Fantástica apresentou o cantor Sufjan Stevens, que interpretou Mistery of Love, da trilha de Me Chame Por Seu Nome. Linda, discreta e emocionada ela disse:“Quero convidar vocês a abrirem seus corações e seus sentimentos e sentirem a realidade. Vocês conseguem?” disse ela, emocionada.

O outro ponto alto foi quando ela voltou ao palco junto do diretor Sebastián Lelio para receber o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Definitivamente um marco na história do Oscar e do cinema, um grande passo na luta contra o preconceito e também uma resposta de Hollywood ao conservadorismo que ameaça a democracia em todo o mundo.

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Triângulos amorosos estão presente na literatura, cinema e na música desde sempre e esse é o ponto de partida do roteiro de “Uma Mulher Fantástica”, mas este filme vai muito além do drama passional e aborda de maneira muito contundente o preconceito. A mulher fantástica do filme de Sebastián Lelio é Marina, uma mulher transexual, garçonete e cantora de boate, que vive uma linda história de amor com um homem casado que abandona tudo para viver com ela.

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De amante à esposa oficial, ela vive por um curto tempo o que talvez fosse seu ideal de vida perfeita. Tudo se desfaz quando após uma noite de amor, seu companheiro morre. Começa então o calvário da personagem, que se torna suspeita de crime e passa por todo tipo de humilhação junto à polícia e a família do falecido.

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Sempre sóbria e discreta, dona de uma força sobrenatural expressa em seu olhar, Marina não se vitimiza diante da intolerância, ignorância e hipocrisia. Interpretada por Daniela Vega uma atriz e cantora lírica que também é trans, o que confere à personagem uma dimensão que supera a ficção.

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Este é o filme que você poderá assistir no Sala Cult neste domingo, 18 de março, às 16 e 19 horas, na quinta e sexta-feira 22 e 23 de março às 19 horas e no sábado 24 de março às 16 e 19 horas.

Ficha Técnica
Título: Uma Mulher Fantástica
Título Original: Una Mujer Fantástica
Direção: Sebastián Lelio
Elenco: Daniela Vega, Francisco Reyes, Luis Gnecco e Aline Küppenheim
País de Origem: Chile
Gênero: Drama
Ano: 2017
Classificação: 14 anos
Distribuição: Imovision

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Receita da semanaTemperos

Ravioli de Cacau

Postado porTemperos de Cinema 16 de março de 2018 0 Comentários

A terceira receita do nosso Jantar do Oscar é um surpreendente Ravioli de Cacau com recheio de queijo brie. Sim, é isso mesmo que você leu: cacau!
Essa fruta famosa por se transformar no chocolate (que todo mundo ama) é muito mais versátil do que você imagina. O cacau pode ser o elemento surpresa de vários pratos e até mesmo de uma tradicionalíssima massa italiana.

Esta receita foi inspirada no filme “Chocolate”, de Lasse Hallström (2.000), que teve 5 indicações ao Oscar. Um filme tão delicioso e surpreendente como este prato que a chef Sandra Romansini nos ensina a preparar.
E já que o assunto é surpreender, que tal surpreender sua família no almoço de Páscoa com este Ravioli de Cacau?

Receita do Ravioli de Cacau Recheado com Queijo Brie

Ingredientes para a massa:
400 gr farinha de trigo
40 gr cacau em pó
15 ml azeite
1 pitada de sal
4 ovos grandes

Modo de fazer a massa:
Misturar os ingredientes e sovar até ficar elástica, envolver em papel filme e deixar descansar na geladeira por meia hora
Abrir no cilindro até ficar bem fino (7-8 do cilindro)

Indredientes para o recheio:
200 gr de queijo brie ralado grosseiramente
[12:59, 14/3/2018] Fatima: Molho Alfredo
100 gr manteiga
500 ml creme leite fresco
300 gr queijo parmesão ou grana padano ralado
2 dentes de alho
Pimenta do reino branco a gosto sal a gosto
Noz moscada

Modo de fazer o recheio:
Derreta manteiga em fogo baixo, acrescente o creme leite, o alho descascado e amassado, esperar esquentar e acrescentar o queijo rapidamente e mexer com fouet, acrescente sal pimenta e noz moscada ralada a gosto e deixar no fogo até atingir consistência desejada

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Trama Fantasma no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 15 de março de 2018 0 Comentários

Com seis indicações ao Oscar, incluindo o de Melhor Filme, “Trama Fantasma” é o filme da semana no Moviecom Arte.
Ganhador do Oscar de Melhor Figurino, o drama dirigido por Paul Thomas Anderson tem como pano de fundo o mundo da alta moda e aborda o potencial destrutivo de um relacionamento onde o amor, a admiração e o companheirismo estão em constante conflito com ódio, o ciúme e a inveja.

Na trama, Reynolds Woodcock (Daniel Day-Lewis) é o estilista de celebridades e mulheres muito ricas. Incapaz de entender uma crise que se anuncia sobre sua maison ele vive com sua musa Alma (Vicky Krieps), uma relação de amor e ódio profundos, que desencadeia homeopaticamente uma guerra crescente e cruel, mascarada pela hipocrisia e pelo universo do luxo.

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Para entender melhor o perfil dos personagens é importante situá-los no tempo. A história se passa na glamurosa Londres dos anos 50, em um cenário de profundas mudanças principalmente no mundo da moda. O “new look” de Dior levava o luxo a um outro patamar, antecipando a grande revolução que viria com Mary Quant e a mini-saia.

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Essa obsessão do estilista pela manutenção de seu universo é descarregada na relação tão intensa quanto tóxica que mantém com sua esposa, um casamento onde a essência e aparência são completamente divergentes.

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Este também pode ser o último filme de Daniel Day-Lewis que anunciou sua aposentadoria após “Trama Fantasma” e a intenção de dedicar-se exclusivamente à família. Se assim for, o astro se despede das telonas em grande estilo e com sua sexta indicação para o Oscar de Melhor Ator.
“Trama Fantasma” será exibido no Moviecom Arte nos dias 17 e 18 às 11 horas e dia 20 às 14 horas

Ficha Tecnica
Nome: Trama fantasma
Nome Original: Phantom thread
Direção: Paul Thomas Anderson
Elenco: Daniel Day-Lewis, Lesley Manville, Vicky Krieps, Camilla Rutherford
Roteiro: Paul Thomas Anderson
Música: Jonny Greenwood
Fotografia: Paul Thomas Anderson
Direção de arte: Chris Peters, Denis Schnegg, Adam Squires
País de Origem: EUA
Ano de produção: 2017
Gênero: Drama
Duração: 130 min
Classificação: 14 anos
Distribuidora: Universal Pictures

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Receita da semanaTemperos

Blinis de Salmão e Caviar

Postado porTemperos de Cinema 2 de março de 2018 0 Comentários

O primeiro programa da temporada 2018 do Temperos de Cinema traz uma receita inspirada no icônico drama dinamarquês “A Festa de Babete”, dirigido por Gabriel Axel, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1988.
A chef Sandra Romansini nos ensina a preparar um espetacular Blinis de salmão e caviar. Uma entrada sofisticada, elegante e saborosa para um jantar festivo.


É que além da volta do Temperos de Cinema, estamos comemorando os 90 anos do Oscar, o mais importante prêmio da indústria do cinema em todo o mundo.
Recentemente realizamos mais uma edição do Jantares de Cinema, que teve como tema a festa do Oscar e onde foram servidos 5 pratos inspirados em filmes que já ganharam o Oscar, como esse Blinis de salmão e caviar e os outros pratos que você conhecerá ao longo do mês de março.


Este é o novo Temperos de Cinema. A cada mês um cardápio completo para jantares inesquecíveis ou para você surpreender no dia-a-dia.

Vamos anotar a receita do Blinis de Salmão e Caviar?

Ingredientes:
200 g de trigo Sarraceno
150 ml de leite integral
2 ovos
1 pitada de sal
20 ml de azeite

Creme Azeito:
250 ml de creme de leite
100 g de Cream Cheese
Suco de 2 limões
Pitada de Sal

Complemento:
Ovas de Caviar Beluga ou ovas de Capellini para finalizar

Preparo da Massa Blinis:
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata, misturando bem até ponto cremoso.
Em uma frigideira faça pequenas panquinhas. Reserve.

Preparo do Creme Azedo:
Em um bol misture todos os ingredientes batendo com fouet, até formar um creme espesso e cremoso.

Montagem:
Em um prato raso coloque uma pequena porção do creme, coloque o Blinis e cubra com creme, disponha uma colher de café de ovas sobre o creme e decore com folha de endro dill.