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Filme da semanaMoviecomarte

Férias de Cinéfilos é no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 2 de janeiro de 2018 0 Comentários

O Moviecom Arte começa 2018 com uma programação recheada de grandes filmes para quem nunca tira férias de cinema. Entre os títulos selecionados para janeiro estão filmes concorrentes ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, abordando temas contemporâneos na visão de grandes diretores de diferentes partes do mundo.

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DIAS 06 E 07 DE JANEIRO
SÁBADO E DOMINGO – 11HORAS

O OUTRO LADO DA ESPERANÇA
O finlandês Aki Kaurismäki possui um estilo instigante. A beleza de seus filmes se deve em grande parte à extrema simplicidade estética, à precisão de seus enquadramentos e da narração sofisticada, as referências aos anos 70 e ao folk rock. Quase sempre falando de uma Finlândia de onde todos desejam fugir.
Abrindo a temporada 2018 o Moviecom Arte orgulhosamente apresenta “O outro Lado da Esperança”, o 17º longa de Aki Kaurismäki, que conta história de um grupo de refugiados do Oriente Médio que chega à Helsinque.
A trama gira em torno de Khaled (Sherwan Haji) que fugiu da guerra na Síria buscando asilo na Europa. Depois de percorrer vários países, chega à Finlândia escondido em um navio de carga. Com seu visto de asilo negado ele é preso mas foge e passa a viver clandestnamente, sempre em busca de uma irmã desaparecida.
Não recomendado para menores de 18 anos

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DIAS 13 E 14 DE JANEIRO
SÁBADO E DOMINGO – 11HORAS

UMA MULHER FANTÁSTICA
Sentimentos como o preconceito ou mesmo a curiosidade sobre a sexualidade alheia, estão expostos neste filme de Sebastián Lelio, um dos diretores mais importantes do cinema chileno pós-ditadura.
Em “Uma Mulher Fantástica” o olhar enigmático da personagem Marina (Daniela Vega) desperta no expectador um desejo inquietante de saber a identidade sexual antes mesmo de conhecê-la como pessoa.
Marina é uma garçonete transexual que passa boa parte dos seus dias buscando seu sustento. Seu verdadeiro sonho é ser uma cantora de sucesso e, para isso, canta durante a noite em diversos clubes de sua cidade. Após a inesperada morte de Orlando (Francisco Reyes), seu namorado e maior companheiro, sua vida dá uma guinada total e ela é obrigada a enfrentar situações adversas causadas pela intolerância, ignorância e hipocrisia de uma sociedade limitada a respostas prontas.
Não recomendado para menores de 14 anos

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DIAS 20 E 21 DE JANEIRO
A SÁBADO E DOMINGO 11HORAS

MULHERES DIVINAS
Representante suíço no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, “Mulheres Divinas” reconstitui alguns episódios da luta pela igualdade de direitos civis no país. Uma luta que começou no século XIX e teve seu auge em 1971, ano em destaque na trama, quando aconteceu em que aconteceu um referendo sobre o assunto.
A diretora Petra Biondina Volpe foca a trama em um pequeno vilarejo onde uma jovem dona de casa Nora (Marie Leuenberger) vive tranquilamente com seu marido e seus dois filhos, sem ser afetada pelos grandes acontecimentos políticos e sociais daquele período. Mas tudo muda quando Nora começa a fazer campanha pelo direito de voto das mulheres.
Um dos grandes méritos do filme é sua capacidade de tocar em um assunto tão inflamável sem resvalar em questões ideológicas tão cansativamente exploradas nos dias atuais.
Não recomendado para menores de 14 anos

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DIAS 27 E 28 DE JANEIRO
SÁBADO E DOMINGO – 11HORAS

O VERÃO DE 1993
Representando a Espanha no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, “O Verão de 1993”, escrito e dirigido pela estreante Carla Simón, vem sendo aclamado como uma pequena obra prima do cinema contemporâneo.
Partindo de uma uma história autobiográfica e misturando a ela memórias afetivas, episódios reais, verdades construídas e muita imaginação, Carla Simón conta a história da pequena Frida (Laia Artigas), uma criança de 6 anos e em crise depois de perder o pais e devido a uma doença que ela ainda não é capaz de compreender.
A garota é obrigada a mudar-se de Barcelona para uma cidade no interior da Catalunha, onde vivem seus tios. Apesar do afeto e compreensão da família, Frida manifesta um comportamento agressivo, especialmente com a prima mais nova.
“O Verão de 1993” mostra que só o tempo pode explicar algumas coisas e curar outras.
Não recomendado para menores de 14 anos

 

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Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

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Filme da semanaMoviecomarte

Um Presente de Natal Para Os Fãs De Cinema

Postado porTemperos de Cinema 22 de dezembro de 2017 0 Comentários


O Moviecom Arte traz um verdadeiro presente de Natal para seu público esta semana, “Human Flow — Não existe lar se não há para onde ir”, do chinês Ai Weiwei é uma verdadeira obra de arte, no sentido mais completo da expressão.
O trabalho meticuloso e primoroso de Ai Weiwei, costura neste documentário imagens incomodamente belas a uma realidade devastadoramente miserável de milhares de seres humanos os mais de 40 campos de refugiados em 23 países que visitou colhendo imagens e depoimentos durante 1 ano.

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Em meio a tudo isso, dados estatísticos assustadores (temos hoje 65 milhões de refugiados em todo o mundo) se misturam a frases e versos de escritores e poetas de diferentes gerações e das mais diferentes nacionalidades, culturas e crenças. Entre elas há uma em especial que parece resumir todo o documentário e também a real condição dos refugiados: “Você me matou mas eu esqueci de morrer”, do palestino Mahmoud Darwish.

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O chinês Ai Weiwei é um artista plural. Designer arquitetônico, artista plástico, pintor, comentarista e cinegrafista, tornou-se mundialmente conhecido e venerado por seu ativismo social e por sua coragem em enfrentar a ditadura comunista chinesa.

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Com “Human Flow — Não existe lar se não há para onde ir”, Ai WeiWei nos chama à responsabilidade que nos é inerente por sermos humanos. Impossível sair da sala de projeção sem se perguntar onde está a nossa humanidade. E essa reflexão, sobretudo nessa época de Natal, se torna ainda mais forte.
“Human Flow…” foi o grande destaque da 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que contou com a presença de Ai Weiwei e teve ainda o privilégio da assinatura deste grande artista contemporâneo na criação do cartaz da Mostra.

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Você não pode perder este belíssimo e incisivo documentário que o Moviecom Arte apresenta nos dias 23 e 24 de dezembro às 11 horas e no dia 26 de dezembro às 14 horas.

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Ficha Técnica
Título: Human Flow – Não existe lar se não há para onde ir
Título Original: Human Flow
Origem: Alemanha
Ano de produção: 2017
Gênero: Documentário
Direção: Ai Weiwei
Roteiro: Chin-Chin Yap, Tim Finch e Boris Cheshirkov
Distribuição: Paris Filmes

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Filme da semanaMoviecomarte

Victoria e Abdul no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 7 de dezembro de 2017 0 Comentários


O diretor inglês Stephen Frears fez uma longa carreira na TV inglesa antes de chegar aos cinemas, fato que se deu nos anos 80 quando integrou o grupo de cineastas do novo cinema britânico junto com Derek Jarman e Mike Leigh, entre outros.
Desta época são alguns de seus filmes mais icônicos: “Minha Adorável Lavanderia” (1985), “O Amor Não Tem Sexo” (1987) e “Sammy and Rose Get Laid” (1987). Filmes que o levariam a Hollywood e ao Oscar com o grande sucesso de “Ligações Perigosas” (1988) e “Os Imorais” (1990).
O sucesso no entanto não subiu à cabeça de Frears e ele optou por voltar para o cinema inglês e continuar a trabalhar sem a pressão dos grandes estúdios e manter-se fiel a seu estilo. Sua produção intensa é marcada por obras primas como “A Van” (1996), “Alta Fidelidade” (2000), “Coisas Belas e Sujas” (2003), “A Rainha” (2006) e “Florence: Quem é Essa Mulher?” (2016), que você viu recentemente aqui no Moviecom Arte.

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Agora Stephen Frears volta à nossa programação com uma história baseada em fatos reais, que inspiraram o livro escrito por Shrabani Basu, sobre a amizade da Rainha Victoria e e um serviçal indiano e muçulmano de nome Abdul.  Uma amizade apagada dos livros de história após a morte da rainha, como se essa relação pudesse manchar a imagem da soberana.  
“Victoria e Abdul, O Confidente da Rainha” nos revela o que a verdadeira amizade supera barreiras políticas, culturais, raciais e sociais. E também as polêmicas, é claro.

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Frears adora uma trama de época e sabe como poucos dosar elementos para obter resultados suaves e ao mesmo tempo contundentes, sempre com muita classe. Em “Victoria e Abdul…” ele consegue fazer o público chorar e rir ao mesmo tempo. Ao invés de transformar a obra em um filme panfletário, Frears limita-se a contar a história e nos mostra como qualquer discussão política sobre o assunto é infinitamente menor que o valor da verdadeira amizade.

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Interpretando a Rainha Victória temos a grande dama do cinema britânico, Judi Dench, simplesmente soberana aos 82 anos. Esta não é a primeira vez que a diva trabalha com Frears, ela estrelou “Sra. Henderson Apresenta” (2005). E também não é a primeira vez que ela é escolhida para ser a Rainha Victória em suas relações com serviçais, ela já o fez em “Sua Majestade, Mrs. Brown” 91998), de John Madden, que fala sobre a amizade da rainha com o mais fiel serviçal do finado príncipe Albert.

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“Victoria e Abdul, O Confidente da Rainha”, é o filme da semana no Moviecom Arte, com exibição nos dias 09 e 10 de dezembro às 11 horas e no dia 12 de dezembro às 14 horas.

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Ficha Técnica:
Título: Victoria e Abdul, O Confidente da Rainha
Tílulo Original: Victoria and Abdul
Gênero: Drama
Origem: Reino Unido
Direção: Stephen Frears
Distribuidor: Universal Pictures
Ano: 2017
Elenco: Judi Dench, Ali Fazal, Michael Gambon, Olivia Williams, Eddie Izzard, Adeel Akhtar

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Filme da semanaMoviecomarte

A Trama, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 30 de novembro de 2017 0 Comentários


A juventude é um objeto de estudo significativo para entender o momento histórico em que estamos inseridos. Em “A Trama” o diretor francês Laurent Cantet, conhecido por seus filmes críticos sobre a política de seu país, acompanha sete jovens que buscam adentrar o mercado de trabalho fazendo uma oficina com uma renomada escritora em uma pequena e decadente cidade praiana.

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Um dos jovens se destaca por seu comportamento agressivo que destoa dos outros que estão participando dessa mesma oficina, chamando a atenção da escritora, criando um clima tenso entre todo o grupo.
Nesse macrocosmo a arte e a política estão interligadas. Quando Antoine, por exemplo, sugere histórias violentas, ele é questionado se tem consciência das implicações políticas que uma obra com essas características pode representar. E, ao mesmo tempo em que se diz apolítico, o jovem apresenta uma conexão com amigos e certos ideais associados a extrema direita.

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“A Trama” fechou a 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e é o filme da semana no Moviecom Arte, com exibições nos dias 02 e 03 de dezembro às 11 horas e no dia 05 de dezembro às 14 horas.

Ficha Técnica:
Nome: A trama
Nome Original: L’atelier
Origem: França
Ano de produção: 2017
Gênero: Suspense, Drama
Duração: 113 min
Classificação: 12 anos
Direção: Laurent Cantet
Elenco: Marina Foïs, Matthieu Lucci, Warda Rammach
Distribuição: Esfera Filmes

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MoviecomarteProgramação

Programação de Dezembro do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 30 de novembro de 2017 0 Comentários

O cinema político contemporâneo reflete a diluição das fronteiras territoriais, étnicas, culturais e ideológicas do mundo globalizado. Os conflitos, aflições, anseios e desilusões sensibilizam ou são comuns a todos de alguma forma. Ao mesmo tempo, a intolerância e o preconceito constroem enormes barreiras ideológicas. Este mês o Moviecom Arte traz 4 grandes filmes de temática política e a visão de 4 grandes diretores.

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Dias 02, 03 e 05 de dezembro
A Trama
O aclamado diretor francês Laurent Cantet é um crítico perpicaz da cena política e social de seu país. Em “A Trama” ele traz uma nova abordagem sobre seus temas favoritos, com foco no microcosmo dos personagens centrais do enredo mas falando do macrocosmo de toda a sociedade francesa deste começo de século.
A história se passa na mediterrânea La Ciotat em pleno verão. Antoine (Matthieu Lucci) aceita participar de uma integradora oficina de escrita, onde alguns jovens deverão desenvolver um romance policial sob a tutoria de Olivia Dejazet (Marina Foïs), famosa romancista. Agressivo e provocador, ele apresenta um polêmico texto e logo passa a ser odiado pelo diverso grupo, ao mesmo tempo em que é apoiado pela intrigada professora.
Não recomendado para menores de 14 anos

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Dias 09, 10 e 12 de dezembro
VICTORIA E ABDUL
O brilhante diretor inglês Stephen Frears assina mais uma obra prima: Victoria & Abdul conta a história real da amizade inesperada entre a Rainha Victoria e Abdul Karim, um jovem empregado que viaja para participar do Jubileu de Ouro e é surpreendido ao conhecer a própria Rainha. Ao se aproximarem, eles criaram uma aliança improvável de dedicação e lealmente mútua, afrontando o circulo doméstico da Rainha.
Nos papéis principais e puxando um elenco de grandes talentos, Judi Dench e Ali Fazal.
Não recomendado para menores de 10 anos

Histórias-de-Amor-Que-Não-Pertencem-a-Este-Mundo-Faz-Parte-da-Programação-do-8-12-Festa-do-Cinema-Italiano
Dias 16, 17 e 19 de dezembro
HISTORIAS DE AMOR QUE NÃO PERTENCEM A ESTE MUNDO

A diretora italiana Francesca Comencini, famosa pela série Gomorra, assina também o roteiro deste maravilhoso drama romântico, junto com Francesca Manieri e Laura Paolucci.
“Histórias de Amor…” é um olhar sincero sobre a forma como a mulher moderna pode vir a se posicionar dentro de uma relação.
Depois de se separar de Flavio (Thomas Trabacchi), com quem se relacionou por sete anos, a professora Claudia (Lucia Mascino) se sente como uma alma perdida e não vê outra solução para sua dor que não perseguir e reconquistar o ex-companheiro. Flavio, no entanto, tem objetivo bem diferente: seguir em frente e mudar de vida, se afastando ao máximo da intensa parceira.
Não recomendado para menores de 16 anos

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Dias 23, 24 e 26 de dezembro
HUMAN FLOW – NÃO EXISTE LAR SE NÃO HÁ PARA ONDE IR
O chinês Ai Weiwei é um artista plural. Designer arquitetônico, artista plástico, pintor, comentarista e cinegrafista, tornou-se mundialmente conhecido e venerado por seu ativismo social e por sua coragem em enfrentar a ditadura conuminsta chinesa.
Human Flow foi o grande destaque da 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com a presença de Ai Weiwei que inclusive desenhou o cartaz da Mostra.
Neste filme o diretor Ai Weiwei acompanhou durante 1 ano as crises de refugiados em 23 países, incluindo França, Grécia, Alemanha, Iraque, Afeganistão, México, Turquia, Bangladesh e Quênia. Ele retrata as causas que levam milhões de pessoas a abandonarem seus países de origem, como a guerra, a miséria e a perseguição política, refletindo sobre as dificuldades encontradas na busca por uma vida melhor.
Não recomendado para menores de 14 anos

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Dias 30, 31 de dezembro e 02 de janeiro
O FORMIDÁVEL
O cineasta francês Michel Hazanavicius conseguiu gerar uma grande polêmica com essa comédia dramática onde o personagem principal é um verdadeiro ícone do cinema da França e do mundo todo, Jean-Luc Godard.
Em O Formidável, Hazanavicius mostra o grande diretor a partir do término de seu longo e famoso relacionamento com sua musa Anna Karina e em meio à fase revolucionária de sua carreira, quando inicia a produção de seu mais novo filme: A Chinesa, longa que narra a história de um grupo de jovens que tentam incorporar princípios maoístas ao seu cotidiano político. Durante as filmagens, ele conhece Anne Wiazemsky (Stacy Martin) e, logo, os dois se apaixonam.
A polêmica se deu porque o diretor mostra no filme justamente o período da crise de Godard, um dos principais nomes da Nouvelle Vague e também militante anarquista. O que para muitos pareceu uma tentativa do diretor de desqualificar o Maio de 68
Não recomendado para menores de 12 anos.

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Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

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Filme da semanaMoviecomarte

Uma Razão Para Recomeçar, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 8 de novembro de 2017 0 Comentários

Uma história de amor, superação e muitas lágrimas, “Uma Razão Para Recomeçar” de Drew Waters, é um drama romântico daqueles que marejam os olhos até dos mais durões.
Jonathan Patrick Moore e Erin Bethea, são os protagonistas da trama que conta a história de um casal que se conhece desde a infância e vivem um amor que sobreviveu a várias provas ao longo dos anos e que agora, quando estão casados e construindo uma família, são colocados novamente em teste depois de uma tragédia.

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Se a fórmula não é exatamente nova e original, Drew Waters consegue trazer de volta para as telas, com roupagem atualizada, aqueles filmes onde as pessoas se enxergam em personagens comuns e em histórias possíveis de acontecer a qualquer pessoa.
Jonathan Patrick Moore e Erin Bethea não são atores estreantes mas também não são grandes estrelas de Hollywood. E talvez tenha sido esse um dos maiores acertos do diretor, trazendo dois rostos recém tirados do mundo real, o que confere ainda mais autenticidade ao drama. E a sintonia dos dois também é um dos pontos altos do filme.

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“Uma Razão Para Recomeçar” é o filme da semana no Moviecom Arte com exibição nos dias 11 e 12 de novembro às 11 horas e dia 14 de novembro às 14 horas.

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Ficha Técnica:
Título original: New Life
Título em Português: Uma Razão Para Recomeçar
País: Estados Unidos
Ano: 2016
Direção: Drew Waters
Roteiro: Erin Bethea, Candice Irion, Josh Spake, Drew Waters
Elenco: Jonathan Patrick Moore, Erin Bethea, Terry O’Quinn, Bill Cobbs , James Marsters
Distribuição: Cineart

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Filme da semanaMoviecomarte

Rodin, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 1 de novembro de 2017 0 Comentários

O “Rodin”, de Jacques Doillon, teve sessão de honra em Cannes mas os jornalistas não receberam bem o primeiro filme que segue uma estrutura clássica e mostra o mito como um homem sedutor e genioso.
O pai da escultura moderna, Auguste Rodin (1840-1917), aparece pela primeira vez como protagonista. Ele foi personagem secundário em dois filmes sobre sua amante mais famosa: o drama “Camille Claudel”, de Bruno Nuytten (1988), com a bela Isabelle Adjani e “Camille Claudel 1915”, de Bruno Dumont (2013), com a também belíssima Juliette Binoche.

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Apesar de ser um talento precoce, Rodin foi 3 vezes rejeitado pela Grand École de Paris e só depois de uma temporada na Bélgica e viajando à Itália para estudar minuciosamente a escultura clássica, ele consegue a encomenda de um grande trabalho em seu país, uma série de esculturas realizadas para a Porta do Inferno, do Museu de Artes Decorativas, que consolida seu nome entre os grandes mestres.

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É esse Rodin de 1880 a 1890, no auge de sua carreira, que aparece no filme de Doillon em um roteiro baseado nos registros de outros artistas que conviveram com ele (como Paul Cézanne e Claude Monet, entre outros), pois o próprio Rodin deixou pouquíssimos registros de sua vida.

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Estrelado por Vincent Lindon, Izia Higelin, Séverine Caneele e com uma trilha sonora primorosa, “Rodin” pode não ter agradado os jornalistas franceses mas certamente encanta os que são apaixonados por artes plásticas e os cinéfilos que apreciam uma produção extremamente bem cuidada.
Este é o filme deste final de semana, 04 e 05 de novembro às 11 horas e também na terça-feira, dia 07 de novembro às 14 horas.

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Ficha Técnica
Título: Rodin
Título Original: Rodin
Direção: Jacques Doillon
Elenco: Vincent Lindon, Izia Higelin, Séverine Caneele
Fotografia: Christophe Beaucarne
Música: Philippe Sarde
Gênero: Drama biográfico
País de Origem: França
Recomendação etária: Acima de 12 anos
Distribuição: Mares Filmes

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MoviecomarteProgramação

Programação de Novembro do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 31 de outubro de 2017 0 Comentários

A programação do Moviecom Arte para este mês está cheia de fortes emoções para os cinéfilos. Começamos o mês com o polêmico “Rodin”, de Jacques Doillon, que causou n Festival de Cannes. Na sequência “Uma Razão Para Recomeçar”, de Drew Waters, um drama romântico daqueles à moda antiga e com direito a caixa de lenço. Depois vem “Rock’n Roll – Por Trás da Fama”, de Guillaume Canet, uma comédia dramática com a diva Marion Cotillard. E fechamos o mês com outro filme polêmico: “Manifesto”, do diretor alemão Julian Rosefeldt, que traz outra grande diva do cinema contemporâneo, Cate Blanchett, interpretando 13 personagens.

E os amantes do artesanato popular japonês terão ainda uma sessão extra e gratuita do Moviecom Arte no dia 19, com a exibição do curta independente “Mingei, Em Busca do Artesanato Popular do Japão”, dirigido por de Rica Saito sobre o trabalho da pesquisadora Silvia Sasaoka.
Anote na sua agenda e convide os amigos.
Aliás, você já sabe que o Moviecom Arte agora tem uma sessão também às terças-feiras às 14 horas? Pois é! Essa é uma notícia pela qual muita gente esperava. Vamos comemorar brindando com baldes de pipocas!

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dias 04 e 05 de novembro às 11 horas
dia 07 de novembro às 14 horas
Rodin

SINOPSE
Em 1880, o escultor Auguste Rodin (Vincent Lindon) já é bastante conhecido, mas nunca conseguiu nenhuma encomensa do Estado. Esta oportunidade chega aos 40 anos de idade, com a escultura “La Porte de l’Enfer”. Enquanto trabalha, ao lado da esposa Rose Beuret (Séverine Caneele), ele se apaixona por sua aprendiz mais talentosa, Camille Claudel (Izïa Higelin), que se torna sua amante. Quando este relacionamento escondido acaba, Rodin muda radicalmente a forma de seus trabalhos.
Não recomendado para menores de 12 anos

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dias 11 e 12 de novembro às 11 horas
dia 14 de novembro às 14 horas
Uma Razão Para Recomeçar

SINOPSE
Ben (Jonathan Patrick Moore) conheceu Ava (Erin Bethea) aos sete anos quando ela estava de pé na entrada de sua garagem. À medida que o tempo passa, os dois viajam juntos através das estações da vida, até que ocorre uma tragédia que deixa todo o seu futuro em perigo.
Não recomendado para menores de 10 anos

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dias 18 e 19 de novembro às 11 horas
dia 21 de novembro às 14 horas
Rock”n Roll – Por Trás da Fama

SINOPSE
O cineasta e ator Guillaume Canet, com 43 anos, é confrontado por uma repórter, sugerindo que ele está ultrapassado e não pode concorrer com os jovens de sua geração. Perturbado com esta ideia, o artista decide provar que continua tão criativo e descolado quanto antes. Para isso, conta com a ajuda da sua esposa Marion Cotillard e busca inspiração no rei do rock francês Johnny Hallyday
Não recomendado para menores de 14 anos

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Cartaz MINGEI
DIA 19 – 10:30 horas
SESSÃO GRATUITA
MINGEI – Em busca do artesanato popular do Japão

Um caderno de viagens em vídeo da pesquisadora Silvia Sasaoka em uma viagem pelo Japão pesquisando as expressões do artesanato popular com bolsa da Fundação Japão. Ela percorreu o país, do norte às ilhas do sul, entrevistando artesãos de tecelagem, estamparia, cerâmica e laca, entre outros. E também registrando o trabalho e criação. Este vídeo, com direção e edição de Rica Saito, é um tributo ao artesanato na sua forma mais elaborada e um testemunho da diversidade e inventividade de gerações.

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Cate Blanchett appears in Manifesto by Julian Rosefeldt, an official selection of the Premieres program at the 2017 Sundance Film Festival. © 2016 Sundance Institute | photo by Barbara Schmidt.
dias 25 e 26 de novembro às 11 horas
dia 28 de novembro às 14 horas
Manifesto

SINOPSE
Os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? É isso o que Cate Blanchett tenta responder ao explorar os componentes performáticos e o significado político de declarações artísticas e inovadoras do século XX, que vão dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, passando por Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch.
Não recomendado para menores de 12 anos

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O Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

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Filme da semanaMoviecomarte

AfterImage, No Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 16 de outubro de 2017 0 Comentários


O aclamado diretor polonês Andrzej Wajda faleceu em outubro do ano passoado aos 90 anos. Deixou um legado de 27 filmes, entre eles: “Terra Prometida” de 1975, “O Homem de Mármore” de 1976, “Sem Anestesia” de 1978, “O Homem de Ferro” de 1981 e “Danton” de 1983.
Ganhador de todos os principais prêmios de cinema do mundo, Wajda dedicou grande parte de sua obra à história de seu país e à luta contra o stalinismo.

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Sua última obra, “AfterImage”, é o filme da semana no Moviecom Arte e conta a história do artista plástico Wladyslaw Strzeminski, perseguido na União Soviética por fazer oposição ao Realismo Socialista, um movimento artístico cujo conceito era basicamente uma forma de propaganda dos ideais soviéticos.

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Wladyslaw Strzeminski foi um dos maiores artista da vanguarda polonesa, ex-companheiro de Kazimir Malevich e outros na invenção da pintura moderna, que superou todas as dificuldades impostas pelas suas deficiências físicas (ele não possuía uma perna e um braço) e também o ódio, a indiferença e a crueldade das autoridades de seu país.

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O derradeiro e maravilhoso filme de Wajda é uma reflexão pessoal sobre a imagem: o que significa, como se forma, aonde nos leva, que lugar ocupa na vida social. E o diretor faz uso do pensamento libertário do pintor para discutir sobre o papel da arte.
A temática do filme é cada vez mais atual, sobretudo no Brasil de hoje, torna “AfterImage” um filme obrigatório não só para os amantes do cinema e das artes mas também para todos que conseguem ver os fatos além das imagens midiáticas.
“AfterImage” foi o filme escolhido para representar a Polônia no Oscar 2017.]

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Zdjecia: Pawel Edelman
fotosy: Anna Wloch
www.annawloch.com
anna@annawloch.com


Ficha Técnica
Nome: Afterimage
Nome Original: Powidoki
Direção: Andrzej Wajda
Elenco: Boguslaw Linda, Aleksandra Justa
Origem: Polônia
Ano de produção: 2017
Gênero: Drama, Biografia
Distribuição: Imovision

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O Estranho Que Nós Amamos, No Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 9 de outubro de 2017 0 Comentários

Com “O Estranho Que Nós Amamos”, Sofia Coppola ganhou finalmente seu primeiro prêmio de Melhor Diretora em Cannes apesar de sua filmografia de grandes obras. Cannes não tinha nada pessoal contra Sofia, aliás, em 70 anos do festival, ela é apenas a segunda mulher a ganhar este prêmio. Antes dela apenas a russa Yuliya Solntseva tinha levado a estatueta em 1961, por A Epopeia dos Anos de Fogo.

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Além do machismo mal disfarçado que ainda existe também no mundo do cinema, Sofia enfrentou o peso de ser filha de Francis Ford Coppola (um dos mais icônicos diretores contemporâneos).
Ela estreou no cinema como atriz em “O Poderoso Chefão”, de Michael Rizzi (1972) e tem seu nome no elenco de “Rumble Fish”, “Peggy Sue Seu Passado Te Espera” e “Star Wars”.
Sua estreia oficial como diretora se deu com o bem sucedido “As Virgens Suicidas”, em 1999. Seu segundo filme “Lost In Translation”, de 2003, lhe deu o Oscar de Melhor Roteiro Original e a consagração junto ao grande público veio no terceiro filme, “Maria Antonieta”, de 2006.

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“O Estranho Que Nós Amamos” (The Beguiled), além de quebrar o machismo de Cannes, consagra Sofia Coppola como um dos grandes nomes do cinema. Sem o apelo pop/fashionista de “Maria Antonieta” (2006) ou “Encontros e Desencontros” (2013), este filme transforma eleva à classificação de filme de suspense a um outro nível.

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Reunindo um taelntoso elenco de beldades (Elle Fanning, Kirsten Dunst, Nicole Kidman, Colin Farrell, Angourie Rice e Addison Riecke), o filme é uma parábola sinistra sobre desejo e manipulação, baseado em um romance de Thomas P. Cullinan, escrito em 1966, e que já teve uma versão cinematográfica em 1971 estrelada por Clint Eastwood.

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Na versão de Sofia Coppola, Colin Farrell é o cabo McBurney, irlandês que entrou para o exército do Norte dos EUA na Guerra Civil, acabou ferido e foi resgatado por mulheres sulistas que viviam isoladas em um casarão na Virginia . O clima de desolamento e tédio, com o lado delas prestes a ser derrotado, muda com a chegada do inimigo.
“O Estranho Que Nós Amamos” será exibido no Moviecom Arte nos dias 14 e 15 de outubro às 11 horas. Essa é uma excelente dica para quem ficará na cidade neste feriadão prolongado.

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Ficha Técnica

Título: O Estranho Que Nós Amamos
Título Original: The Beguiled
Gênero: Suspense
Direção: Sofia Coppola
Roteiro: Albert Maltz, Irene Kamp, Sofia Coppola, Thomas Cullinan
Produção: Sofia Coppola, Youree Henley
Fotografia: Philippe Le Sourd
Trilha Sonora: Laura Karpman, Phoenix
Duração: 93 min.
Ano: 2017
País: Estados Unidos
Distribuidora: Universal Pictures
Classificação: 14 anos

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