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Lady Bird, A Hora de Voar, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 5 de Março de 2018 0 Comentários

Com 5 indicações importantes e sendo um dos favoritos do público, “Lady Bird: A Hora de Voar” não levou nenhum Oscar – o que é normal nesse tipo de premiação, ainda mais em um ano com tantos filmes bons na briga.


Dirigido por Greta Gerwig, “Lady Bird” é daqueles filmes que a gente assiste como se estivesse sentado nas nuvens. É um filme adolescente com todos os clichês típicos mas que se torna especial pelos desfechos surpreendentes para cada situação.

As relações humanas e a incrível descoberta do “mundo adulto”, são o centro desta comédia emocionante, delicada e crua sobre uma jovem não muito convencional, com uma personalidade mais forte que a média e a turbulenta relação com sua mãe, uma obstinada que trabalha incansavelmente para manter sua família.


Outro ponto alto do filme é a atuação brilhante de Saoirse Ronan. No papel da adolescente problemática que dá título ao filme, Saoirse ganhou um Globo de Ouro, um Gotham, o título de melhor atriz do último Festival de Toronto, foi indicada para o Bafta e para o prêmio do Sindicato de Atores.
De quebra a jovem atriz de 22 anos ganhou também sua terceira indicação ao Oscar. Não levou mas só essa indicação deixa bem claro que essa garota promete.

Este é o filme da semana no Moviecom Arte e você poderá assistí-lo nos dias 10 e 11 de março às 11 horas e no dia 13 de março às 14 horas.

Ficha Tecnica
Nome: Lady Bird – A hora de voar
Nome Original: Lady Bird
Cor filmagem: Colorida
Origem: EUA
Ano de produção: 2017
Gênero: Comédia, Drama
Duração: 93 min
Classificação: 14 anos
Direção: Greta Gerwig
Elenco: Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts
Distribuição: Universal Pictures

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O Insulto no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 28 de Fevereiro de 2018 0 Comentários

“O Insulto” é o primeiro filme libanês a concorrer ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, o que em si representa um fato extremamente importante e político, posto que a obra do diretor Ziad Doueri tem seu foco nas tensões políticas mesmo sem ser um filme panfletário.
Aliás, o filme começa com um aviso estatal informando ao público que as visões expressas no filme são de responsabilidade exclusiva dos responsáveis pela obra, não representando os ideais do governo libanês.


O roteiro provocativo escrito por Ziad Doueri e Joelle Touma mostra como um pequeno desentendimento entre dois cidadãos comuns assume, à medida em que se espalha, proporções inimagináveis e incontroláveis, promovendo o caos graças à mídia e um povo que incapaz de refletir antes de assumir um posicionamento.


No velho estilo “quem conta um conto aumenta um ponto”, o pequeno incidente vai parar nos tribunais e gera uma crise que atinge até o presidente da república. O mais interessante é que a câmera de Doueri ganha vida própria e muda seu foco conforme cada personagem, nos obrigando a refletir à partir do ponto de vista de cada um deles.
“O Insulto” aborda ainda temas fortes e muito atuais como a ética, o racismo e os limites para a liberdade de expressão, o que o torna universal. Aliás presenciamos recentemente no Brasil vários acontecimentos parecidos…

Ficha Técnica
Título: O Insulto
Título original: L’insulte
Gênero: Drama
Diretor: Ziad Doueiri
Roteiro: Ziad Doueiri Joelle Touma
Elenco: Adel Karam, Kamel El Basha, Camille Salameh, Diamand Bou Abboud, Rita Hayek, Talal Jurdi, Christine Choueiri, Julia Kassar, Rifaat Torbey e Carlos Chahine.
Duração: 82 min
País: Líbano, França, Bélgica, Chipre, EUA
Música: Éric Neveux
Fotografia: Tommaso Fiorilli
Classificação Indicativa: Não remodendado para menores de 16 anos
Distribuição: Imovision

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O Red Carpet do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 27 de Fevereiro de 2018 0 Comentários

Março é o mês do Oscar no Moviecom Arte.
Preparamos para você uma seleção de 5 grandes filmes que concorrem à mais cobiçada estatueta do cinema.
São eles:

Dias 03 e 04 – 11 horas
Dia 06 – 14 horas
O INSULTO


Nomeado para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro
Essa é a primeira vez que um filme libanês é nomeado para o Oscar. E não é para menos. Neste filme assumidamente político o diretor Ziad Doueri permite que sua câmera ajuste automaticamente o foco sobre cada personagem, como que para nos fazer entender o ponto de vista de cada um deles dentro da trama. E nos faz refletir.
O roteiro provocativo escrito por Ziad Doueri e Joelle Touma mostra como um pequeno desentendimento entre dois cidadãos comuns vai tomando vulto à medida que se espalha, até chegar a um tribunal e ganhar a mídia, gerando uma crise que chega ao Presidente da República.
Longe de ser um filme panfletário, a trama de “O Insulto” aborda temas fortes e muito atuais como a ética, o racismo e os limites para a liberdade de expressão, o que o torna universal. Aliás presenciamos no Brasil vários acontecimentos parecidos…

Dias 10 e 11 – 11 horas
Dia 13 – 14 horas
LADY BIRD


Nomeado para o Oscar de Melhor Filme
Com 5 nomeações para o Oscar, “Lady Bird” divide opiniões mas sem dúvida é um dos melhores filmes na disputa. Dirigido por Greta Gerwig, este é daqueles filmes que a gente assiste como se estivesse sentado nas nuvens.
É um filme adolescente com todos os clichês típicos mas o que o torna especial é como a trama apresenta desfechos surpreendentes para cada situação, transformando-o em um filme sobre as relações humanas e a incrível descoberta do “mundo adulto”.
Outro ponto alto do filme é a atuação brilhante de Saoirse Ronan. No papel da adolescente problemática que dá título ao filme, Saoirse ganhou um Globo de Ouro, um Gotham, o título de melhor atriz do último Festival de Toronto, foi indicada para o Bafta e para o prêmio do Sindicato de Atores. De quebra a jovem atriz de 22 anos ganha também sua terceira indicação ao Oscar.

Dias 17 e 18 – 11 horas
Dia 20 – 14 horas
TRAMA FANTASMA


Nomeado para o Oscar de Melhor Filme
Com seis indicações ao Oscar o drama dirigido por Paul Thomas Anderson tem como pano de fundo o mundo da alta moda e aborda o potencial destrutivo de um relacionamento onde o amor, a admiração e o companheirismo estão em constante conflito com ódio, o ciúme e a inveja.
Na trama, o estilista Reynolds Woodcock (Daniel Day-Lewis) e sua musa Alma (Vicky Krieps), se amam e se odeiam profundamente, vivendo em uma guerra crescente e cruel, mascarada pela hipocrisia e pelo universo do luxo. Essa relação intensa e doentia, onde a essência e aparência são completamente divergentes, tem na moda seu paralelo perfeito.
Este também pode ser o último filme de Daniel Day-Lewis que anunciou sua aposentadoria após “Trama Fantasma” e a intenção de dedicar-se exclusivamente à família. Se assim for, o astro se despede das telonas em grande estilo e com sua sexta indicação para o Oscar de Melhor Ator.

Dias 24 e 25 – 11 horas
Dia 27 – 14 horas
MUDBOUND, LÁGRIMAS SOBRE O MISSISSIPI


Nomeado para o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado
Aclamado no Festival de Sundance, “Mudbound, Lágrimas Sobre o Mississipi” tem 4 indicações ao Oscar, incluindo o de melhor atriz (pela magnífica atuação de Mary J. Blige) e o de melhor fotografia (pelo excepcional trabalho de Rachel Morrison).
Dirigido por Dee Rees, que também assina o roteiro ao lado de Virgil Williams, “Mndbound, Lágrimas Sobre o Mississipi” é uma obra primorosa, uma das críticas mais ferozes à questão racial nos Estados Unidos.
A trama se passa durante a Segunda Guerra Mundial, que serve de paralelo para o clima tenso e a guerra que se dá entre os membros de duas famílias, uma branca e a outra negra, ambas vivendo em uma propriedade no interior do Mississipi, estado que ficou conhecido e marcado pelo racismo e a violência contra os negros.

Dias 31 de março e 01 de abril – 11 horas
Dia 03 de abril – 14 horas
ME CHAME PELO SEU NOME


Nomeado para o Oscar de Melhor Filme
O jornal El País disse que o Oscar não está preparado para um filme como “Me Chame Pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino. Mesmo tendo em seu histórico outros filmes com temática gay, como “O Segredo de Brokeback Mountain” e “Moonlight”, que alcançaram a premiação máxima, os centenários e conservadores membros da Academia ainda não conseguem absorver uma história de amor entre um adolescente de 17 anos e um jovem de 28, durante um verão no norte da Itália.
Com 4 indicações para o Oscar e uma carreira de sucesso construída nos mais importantes festivais mundo a fora, o que chama a atenção em “Me Chame Pelo Seu Nome” é que ele é muito mais que uma história de amor gay e passa longe do estereótipo de uma relação marcada pela dor, pelo medo e pela opressão.
Com roteiro adaptado por ninguém menos que James Ivory, à partir de um romance do egípcio André Aciman, este filme é um registro sensível do processo de descoberta de um sentimento entre duas pessoas que também estão a se descobrirem uma na outra.

 

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O Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

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O Amor Além Das Aparências

Postado porTemperos de Cinema 20 de Fevereiro de 2018 0 Comentários

A vida como ela é, sem retoques, sem caricaturas e sem hipervalorizar as decepções. “Lola Pater”, do francês Nadir Moknèche, fala sobre escolhas, do medo do inusitado e das descobertas em uma relação, salientando a importância do respeito e da tolerância.


“Lola Pater” conta a história de um encontro entre pai e e filho, após muitos anos de uma separação inexplicada. Zino, um motoqueiro de 27 anos que trabalha em uma Paris, após a morte de sua mãe, resolve sair em busca de seu desconhecido de seu pai Farid, que há anos teria abandonado a família para regressar a seu país de origem, a Argélia.
Nessa busca Zino descobre que Farid nunca voltou ao país natal, não se divorciou de sua mãe (que sempre soube de tudo) e se tornou uma mulher transexual, a professora de dança Lola. Mas essa não é a única surpresa. Lola é uma transexual que gosta de mulheres.


Essa discussão sobre identidade de gênero e sexualidade, muito em alta nos últimos tempos, revela como o assunto ainda causa estranheza e desconforto, levando uma pessoa a afastar-se daqueles que ama e se esconder da sociedade para poder viver como realmente deseja.
A reconexão de pai e filho obedece a passagens obrigatórias (rejeição, negação e aceitação), mas é terna. Zino e Lola se reconhecem, com um pouco de dor, sem sobressaltos ou histrionismos, e se aceitam, sem a obrigação de entender o outro.
A personagem é maravilhosamente interpretada por Fanny Ardant mas a escolha de uma mulher para fazer o papel de uma transexual rendeu muita polêmica.

Ficha Técnica
Título original: LOLA PATER
Direção: Nadir Moknèche
Roteiro: Nadir Moknèche
Elenco: Fanny Ardant, Tewfik Jallab, Nadia Kaci
Música: Pierre Bastaroli
Fotografia: Jeanne Lapoirie
Gênero: Drama
País: França
Ano: 2017
Duração: 95 minutos
Classificação: 14 anos
Distribuidora: Imovision

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Os Filmes de Fevereiro no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 2 de Fevereiro de 2018 0 Comentários

.A vida é feita do cotidiano. De sonhos, lembranças, alegrias, de desafios, de superações, tristezas… Daquilo que pensamos, construímos ou simplesmente vivemos. A vida, sobretudo, é feita da vida. E às vezes esquecemos disso.
O cinema tem esse dom de nos chamar à reflexão, nos levando às vezes para lugares, situações e histórias que nunca pensamos vivenciar. isso nos permite entender melhor o outro e muitas vezes descobrimos que, de alguma forma, também vivemos um pouco daquila história.
O Moviecom Arte de fevereiro traz 4 belíssimos filmes sobre a vida de personagens tão próximos de nós, mesmo que pareçam distantes do nosso cotidiano.

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Dias 03 e 04 de fevereiro – 11horas – dia 06 – 14horas
120 BATIMENTOS POR MINUTO
O cinema ativista às vezes pode ser bem chato, principalmente quando se torna um discurso militante e esquece de ser um filme. Não é o caso de “120 Batimentos Por Minuto”, de Robin Campillo, que aborda diversas questões contemporâneas a partir do cotidiano dos membros de um grupo que, nos anos 90, lutava para que o governo francês e a indústria farmaceutica agissem de forma mais efetiva em relação à AIDS.
O diretor Robin Campillo fez parte deste grupo e usa sua própria experiência para abordar questões como a homossexualidade na França e no mundo, as questões políticas que envolvem a indústria farmaceutica, a militância e a cultura gay que inclui as festas de música eletrônica.
O título “120 BPM”, aliás, vem exatamente dos batimentos cardiacos nas pistas de dança mas é uma analogia também à adrenalina necessária para enfrentar as questões abordadas no filme.
Não recomendado para menores de 16 anos

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Dias 10 e 11 – 11horas – dia 13 – 14horas

LUCKY
Falecido recentemente, Harry Dean Stanton é uma verdadeira lenda do cinema independente. Com personagens memoráveis como no cult “Paris, Texas” e no icônico “Twin Peaks”, esta é a última oportunidade de vê-lo atuando e justamente em um filme que é uma poética homenagem a ele.
O personagem é um velho ateu, aos 90 anos, vivendo seus dias à espera da morte, em uma inóspita e desinteressante cidadezinha no deserto. Embora pareça, não há nada de baixo-astral nisso. “Lucky” é uma exaltação à consicência, ao prazer da independência na última idade.
Falta beleza e há vários momentos de tédio absoluto no filme. Tudo sugere que o estreante diretor John Carroll Lynch se deixou influenciar demais por outros cult movies feitos no deserto mas, como poderiamos imaginar que a vida para um homem de 90 anos em um lugar como esse pudesse ser diferente.
Não recomendado para menores de 16 anos

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Dias 17 e 18 – 11horas – dia 20 – 14horas
CORPO E ALMA
O hungaro “Corpo e Alma”, de Ildikó Enyedi, figura entre os mais belos filmes de 2017. Escolhido como melhor filme no Festival de Berlim, trata-se de uma incrível jornada sobre o amor em uma maravilhosa história contruída através de sonhos.
O filme conta a história de Endre (Géza Morcsányi), um burocrara e portador de uma deficiência no braço, que durante uma sessão com uma psicóloga chamada para auxiliar a empresa que trabalha, descobre que seus sonhos se completam com os mesmos sonhos de uma nova funcionária da empresa chamada Mária (Alexandra Borbély). Assim, se encontrando quase sempre nos sonhos mas sem muita aproximação na vida real, resolvem embarcar nessa história onde buscam a todo instante entender melhor sobre o amor e sobre essa situação totalmente inusitada que é o fato de se ligarem por um sonho.
Impossível falar de “Corpo e Alma” sem citar a lentidão e os longos silêncios essenciais na construção da história, usando a realidade vazia e feia como uma moldura para os momentos de beleza e magia que se dão durante os sonhos.
Não recomendado para menores de 18 anos

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Dias 24 e 25 de fevereiro – 11horas – dia 27 – 14horas
LOLA PATER
A vida como ela é, sem retoques, sem caricaturas e sem hipervalorizar as decepções. Lola Pater, do francês Nadir Moknèche, fala sobre escolhas, do medo do inusitado e das descobertas em uma relação, salientando a importância do respeito e da tolerância.
“Lola Pater” conta a história de um encontro entre pai e e filho, após muitos anos de uma separação inexplicada. Zino, um motoqueiro de 27 anos que trabalha em uma Paris, após a morte de sua mãe, resolve sair em busca de seu desconhecido de seu pai Farid, que há anos teria abandonado a família para regressar a seu país de origem, a Argélia.
Nessa busca Zino descobre que Farid nunca voltou ao país natal, não se divorciou de sua mãe (que sempre soube de tudo) e se tornou uma mulher transexual, a professora de dança Lola, (maravilhosamente interpretada por Fanny Ardant).
A reconexão de pai e filho obedece a passagens obrigatórias (rejeição, negação e aceitação), mas é terna. Zino e Lola se reconhecem, com um pouco de dor, sem sobressaltos ou histrionismos, e se aceitam, sem a obrigação de entender o outro.
Não recomendado para menores de 14 anos

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Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

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Férias de Cinéfilos é no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 2 de Janeiro de 2018 0 Comentários

O Moviecom Arte começa 2018 com uma programação recheada de grandes filmes para quem nunca tira férias de cinema. Entre os títulos selecionados para janeiro estão filmes concorrentes ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, abordando temas contemporâneos na visão de grandes diretores de diferentes partes do mundo.

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DIAS 06 E 07 DE JANEIRO
SÁBADO E DOMINGO – 11HORAS

O OUTRO LADO DA ESPERANÇA
O finlandês Aki Kaurismäki possui um estilo instigante. A beleza de seus filmes se deve em grande parte à extrema simplicidade estética, à precisão de seus enquadramentos e da narração sofisticada, as referências aos anos 70 e ao folk rock. Quase sempre falando de uma Finlândia de onde todos desejam fugir.
Abrindo a temporada 2018 o Moviecom Arte orgulhosamente apresenta “O outro Lado da Esperança”, o 17º longa de Aki Kaurismäki, que conta história de um grupo de refugiados do Oriente Médio que chega à Helsinque.
A trama gira em torno de Khaled (Sherwan Haji) que fugiu da guerra na Síria buscando asilo na Europa. Depois de percorrer vários países, chega à Finlândia escondido em um navio de carga. Com seu visto de asilo negado ele é preso mas foge e passa a viver clandestnamente, sempre em busca de uma irmã desaparecida.
Não recomendado para menores de 18 anos

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DIAS 13 E 14 DE JANEIRO
SÁBADO E DOMINGO – 11HORAS

UMA MULHER FANTÁSTICA
Sentimentos como o preconceito ou mesmo a curiosidade sobre a sexualidade alheia, estão expostos neste filme de Sebastián Lelio, um dos diretores mais importantes do cinema chileno pós-ditadura.
Em “Uma Mulher Fantástica” o olhar enigmático da personagem Marina (Daniela Vega) desperta no expectador um desejo inquietante de saber a identidade sexual antes mesmo de conhecê-la como pessoa.
Marina é uma garçonete transexual que passa boa parte dos seus dias buscando seu sustento. Seu verdadeiro sonho é ser uma cantora de sucesso e, para isso, canta durante a noite em diversos clubes de sua cidade. Após a inesperada morte de Orlando (Francisco Reyes), seu namorado e maior companheiro, sua vida dá uma guinada total e ela é obrigada a enfrentar situações adversas causadas pela intolerância, ignorância e hipocrisia de uma sociedade limitada a respostas prontas.
Não recomendado para menores de 14 anos

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DIAS 20 E 21 DE JANEIRO
A SÁBADO E DOMINGO 11HORAS

MULHERES DIVINAS
Representante suíço no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, “Mulheres Divinas” reconstitui alguns episódios da luta pela igualdade de direitos civis no país. Uma luta que começou no século XIX e teve seu auge em 1971, ano em destaque na trama, quando aconteceu em que aconteceu um referendo sobre o assunto.
A diretora Petra Biondina Volpe foca a trama em um pequeno vilarejo onde uma jovem dona de casa Nora (Marie Leuenberger) vive tranquilamente com seu marido e seus dois filhos, sem ser afetada pelos grandes acontecimentos políticos e sociais daquele período. Mas tudo muda quando Nora começa a fazer campanha pelo direito de voto das mulheres.
Um dos grandes méritos do filme é sua capacidade de tocar em um assunto tão inflamável sem resvalar em questões ideológicas tão cansativamente exploradas nos dias atuais.
Não recomendado para menores de 14 anos

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DIAS 27 E 28 DE JANEIRO
SÁBADO E DOMINGO – 11HORAS

O VERÃO DE 1993
Representando a Espanha no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, “O Verão de 1993”, escrito e dirigido pela estreante Carla Simón, vem sendo aclamado como uma pequena obra prima do cinema contemporâneo.
Partindo de uma uma história autobiográfica e misturando a ela memórias afetivas, episódios reais, verdades construídas e muita imaginação, Carla Simón conta a história da pequena Frida (Laia Artigas), uma criança de 6 anos e em crise depois de perder o pais e devido a uma doença que ela ainda não é capaz de compreender.
A garota é obrigada a mudar-se de Barcelona para uma cidade no interior da Catalunha, onde vivem seus tios. Apesar do afeto e compreensão da família, Frida manifesta um comportamento agressivo, especialmente com a prima mais nova.
“O Verão de 1993” mostra que só o tempo pode explicar algumas coisas e curar outras.
Não recomendado para menores de 14 anos

 

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Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

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CinemaFilmes da semana

Um Presente de Natal Para Os Fãs De Cinema

Postado porTemperos de Cinema 22 de dezembro de 2017 0 Comentários


O Moviecom Arte traz um verdadeiro presente de Natal para seu público esta semana, “Human Flow — Não existe lar se não há para onde ir”, do chinês Ai Weiwei é uma verdadeira obra de arte, no sentido mais completo da expressão.
O trabalho meticuloso e primoroso de Ai Weiwei, costura neste documentário imagens incomodamente belas a uma realidade devastadoramente miserável de milhares de seres humanos os mais de 40 campos de refugiados em 23 países que visitou colhendo imagens e depoimentos durante 1 ano.

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Em meio a tudo isso, dados estatísticos assustadores (temos hoje 65 milhões de refugiados em todo o mundo) se misturam a frases e versos de escritores e poetas de diferentes gerações e das mais diferentes nacionalidades, culturas e crenças. Entre elas há uma em especial que parece resumir todo o documentário e também a real condição dos refugiados: “Você me matou mas eu esqueci de morrer”, do palestino Mahmoud Darwish.

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O chinês Ai Weiwei é um artista plural. Designer arquitetônico, artista plástico, pintor, comentarista e cinegrafista, tornou-se mundialmente conhecido e venerado por seu ativismo social e por sua coragem em enfrentar a ditadura comunista chinesa.

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Com “Human Flow — Não existe lar se não há para onde ir”, Ai WeiWei nos chama à responsabilidade que nos é inerente por sermos humanos. Impossível sair da sala de projeção sem se perguntar onde está a nossa humanidade. E essa reflexão, sobretudo nessa época de Natal, se torna ainda mais forte.
“Human Flow…” foi o grande destaque da 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que contou com a presença de Ai Weiwei e teve ainda o privilégio da assinatura deste grande artista contemporâneo na criação do cartaz da Mostra.

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Você não pode perder este belíssimo e incisivo documentário que o Moviecom Arte apresenta nos dias 23 e 24 de dezembro às 11 horas e no dia 26 de dezembro às 14 horas.

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Ficha Técnica
Título: Human Flow – Não existe lar se não há para onde ir
Título Original: Human Flow
Origem: Alemanha
Ano de produção: 2017
Gênero: Documentário
Direção: Ai Weiwei
Roteiro: Chin-Chin Yap, Tim Finch e Boris Cheshirkov
Distribuição: Paris Filmes

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CinemaFilmes da semana

Victoria e Abdul no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 7 de dezembro de 2017 0 Comentários


O diretor inglês Stephen Frears fez uma longa carreira na TV inglesa antes de chegar aos cinemas, fato que se deu nos anos 80 quando integrou o grupo de cineastas do novo cinema britânico junto com Derek Jarman e Mike Leigh, entre outros.
Desta época são alguns de seus filmes mais icônicos: “Minha Adorável Lavanderia” (1985), “O Amor Não Tem Sexo” (1987) e “Sammy and Rose Get Laid” (1987). Filmes que o levariam a Hollywood e ao Oscar com o grande sucesso de “Ligações Perigosas” (1988) e “Os Imorais” (1990).
O sucesso no entanto não subiu à cabeça de Frears e ele optou por voltar para o cinema inglês e continuar a trabalhar sem a pressão dos grandes estúdios e manter-se fiel a seu estilo. Sua produção intensa é marcada por obras primas como “A Van” (1996), “Alta Fidelidade” (2000), “Coisas Belas e Sujas” (2003), “A Rainha” (2006) e “Florence: Quem é Essa Mulher?” (2016), que você viu recentemente aqui no Moviecom Arte.

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Agora Stephen Frears volta à nossa programação com uma história baseada em fatos reais, que inspiraram o livro escrito por Shrabani Basu, sobre a amizade da Rainha Victoria e e um serviçal indiano e muçulmano de nome Abdul.  Uma amizade apagada dos livros de história após a morte da rainha, como se essa relação pudesse manchar a imagem da soberana.  
“Victoria e Abdul, O Confidente da Rainha” nos revela o que a verdadeira amizade supera barreiras políticas, culturais, raciais e sociais. E também as polêmicas, é claro.

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Frears adora uma trama de época e sabe como poucos dosar elementos para obter resultados suaves e ao mesmo tempo contundentes, sempre com muita classe. Em “Victoria e Abdul…” ele consegue fazer o público chorar e rir ao mesmo tempo. Ao invés de transformar a obra em um filme panfletário, Frears limita-se a contar a história e nos mostra como qualquer discussão política sobre o assunto é infinitamente menor que o valor da verdadeira amizade.

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Interpretando a Rainha Victória temos a grande dama do cinema britânico, Judi Dench, simplesmente soberana aos 82 anos. Esta não é a primeira vez que a diva trabalha com Frears, ela estrelou “Sra. Henderson Apresenta” (2005). E também não é a primeira vez que ela é escolhida para ser a Rainha Victória em suas relações com serviçais, ela já o fez em “Sua Majestade, Mrs. Brown” 91998), de John Madden, que fala sobre a amizade da rainha com o mais fiel serviçal do finado príncipe Albert.

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“Victoria e Abdul, O Confidente da Rainha”, é o filme da semana no Moviecom Arte, com exibição nos dias 09 e 10 de dezembro às 11 horas e no dia 12 de dezembro às 14 horas.

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Ficha Técnica:
Título: Victoria e Abdul, O Confidente da Rainha
Tílulo Original: Victoria and Abdul
Gênero: Drama
Origem: Reino Unido
Direção: Stephen Frears
Distribuidor: Universal Pictures
Ano: 2017
Elenco: Judi Dench, Ali Fazal, Michael Gambon, Olivia Williams, Eddie Izzard, Adeel Akhtar

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CinemaFilmes da semana

A Trama, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 30 de novembro de 2017 0 Comentários


A juventude é um objeto de estudo significativo para entender o momento histórico em que estamos inseridos. Em “A Trama” o diretor francês Laurent Cantet, conhecido por seus filmes críticos sobre a política de seu país, acompanha sete jovens que buscam adentrar o mercado de trabalho fazendo uma oficina com uma renomada escritora em uma pequena e decadente cidade praiana.

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Um dos jovens se destaca por seu comportamento agressivo que destoa dos outros que estão participando dessa mesma oficina, chamando a atenção da escritora, criando um clima tenso entre todo o grupo.
Nesse macrocosmo a arte e a política estão interligadas. Quando Antoine, por exemplo, sugere histórias violentas, ele é questionado se tem consciência das implicações políticas que uma obra com essas características pode representar. E, ao mesmo tempo em que se diz apolítico, o jovem apresenta uma conexão com amigos e certos ideais associados a extrema direita.

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“A Trama” fechou a 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e é o filme da semana no Moviecom Arte, com exibições nos dias 02 e 03 de dezembro às 11 horas e no dia 05 de dezembro às 14 horas.

Ficha Técnica:
Nome: A trama
Nome Original: L’atelier
Origem: França
Ano de produção: 2017
Gênero: Suspense, Drama
Duração: 113 min
Classificação: 12 anos
Direção: Laurent Cantet
Elenco: Marina Foïs, Matthieu Lucci, Warda Rammach
Distribuição: Esfera Filmes

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Cinema

Programação de Dezembro do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 30 de novembro de 2017 0 Comentários

O cinema político contemporâneo reflete a diluição das fronteiras territoriais, étnicas, culturais e ideológicas do mundo globalizado. Os conflitos, aflições, anseios e desilusões sensibilizam ou são comuns a todos de alguma forma. Ao mesmo tempo, a intolerância e o preconceito constroem enormes barreiras ideológicas. Este mês o Moviecom Arte traz 4 grandes filmes de temática política e a visão de 4 grandes diretores.

A-trama

Dias 02, 03 e 05 de dezembro
A Trama
O aclamado diretor francês Laurent Cantet é um crítico perpicaz da cena política e social de seu país. Em “A Trama” ele traz uma nova abordagem sobre seus temas favoritos, com foco no microcosmo dos personagens centrais do enredo mas falando do macrocosmo de toda a sociedade francesa deste começo de século.
A história se passa na mediterrânea La Ciotat em pleno verão. Antoine (Matthieu Lucci) aceita participar de uma integradora oficina de escrita, onde alguns jovens deverão desenvolver um romance policial sob a tutoria de Olivia Dejazet (Marina Foïs), famosa romancista. Agressivo e provocador, ele apresenta um polêmico texto e logo passa a ser odiado pelo diverso grupo, ao mesmo tempo em que é apoiado pela intrigada professora.
Não recomendado para menores de 14 anos

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Dias 09, 10 e 12 de dezembro
VICTORIA E ABDUL
O brilhante diretor inglês Stephen Frears assina mais uma obra prima: Victoria & Abdul conta a história real da amizade inesperada entre a Rainha Victoria e Abdul Karim, um jovem empregado que viaja para participar do Jubileu de Ouro e é surpreendido ao conhecer a própria Rainha. Ao se aproximarem, eles criaram uma aliança improvável de dedicação e lealmente mútua, afrontando o circulo doméstico da Rainha.
Nos papéis principais e puxando um elenco de grandes talentos, Judi Dench e Ali Fazal.
Não recomendado para menores de 10 anos

Histórias-de-Amor-Que-Não-Pertencem-a-Este-Mundo-Faz-Parte-da-Programação-do-8-12-Festa-do-Cinema-Italiano
Dias 16, 17 e 19 de dezembro
HISTORIAS DE AMOR QUE NÃO PERTENCEM A ESTE MUNDO

A diretora italiana Francesca Comencini, famosa pela série Gomorra, assina também o roteiro deste maravilhoso drama romântico, junto com Francesca Manieri e Laura Paolucci.
“Histórias de Amor…” é um olhar sincero sobre a forma como a mulher moderna pode vir a se posicionar dentro de uma relação.
Depois de se separar de Flavio (Thomas Trabacchi), com quem se relacionou por sete anos, a professora Claudia (Lucia Mascino) se sente como uma alma perdida e não vê outra solução para sua dor que não perseguir e reconquistar o ex-companheiro. Flavio, no entanto, tem objetivo bem diferente: seguir em frente e mudar de vida, se afastando ao máximo da intensa parceira.
Não recomendado para menores de 16 anos

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Dias 23, 24 e 26 de dezembro
HUMAN FLOW – NÃO EXISTE LAR SE NÃO HÁ PARA ONDE IR
O chinês Ai Weiwei é um artista plural. Designer arquitetônico, artista plástico, pintor, comentarista e cinegrafista, tornou-se mundialmente conhecido e venerado por seu ativismo social e por sua coragem em enfrentar a ditadura conuminsta chinesa.
Human Flow foi o grande destaque da 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com a presença de Ai Weiwei que inclusive desenhou o cartaz da Mostra.
Neste filme o diretor Ai Weiwei acompanhou durante 1 ano as crises de refugiados em 23 países, incluindo França, Grécia, Alemanha, Iraque, Afeganistão, México, Turquia, Bangladesh e Quênia. Ele retrata as causas que levam milhões de pessoas a abandonarem seus países de origem, como a guerra, a miséria e a perseguição política, refletindo sobre as dificuldades encontradas na busca por uma vida melhor.
Não recomendado para menores de 14 anos

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Dias 30, 31 de dezembro e 02 de janeiro
O FORMIDÁVEL
O cineasta francês Michel Hazanavicius conseguiu gerar uma grande polêmica com essa comédia dramática onde o personagem principal é um verdadeiro ícone do cinema da França e do mundo todo, Jean-Luc Godard.
Em O Formidável, Hazanavicius mostra o grande diretor a partir do término de seu longo e famoso relacionamento com sua musa Anna Karina e em meio à fase revolucionária de sua carreira, quando inicia a produção de seu mais novo filme: A Chinesa, longa que narra a história de um grupo de jovens que tentam incorporar princípios maoístas ao seu cotidiano político. Durante as filmagens, ele conhece Anne Wiazemsky (Stacy Martin) e, logo, os dois se apaixonam.
A polêmica se deu porque o diretor mostra no filme justamente o período da crise de Godard, um dos principais nomes da Nouvelle Vague e também militante anarquista. O que para muitos pareceu uma tentativa do diretor de desqualificar o Maio de 68
Não recomendado para menores de 12 anos.

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Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP