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De Quem É O Sutiã, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 12 de março de 2020 0 Comentários

Nurlan é um maquinista de trem que vive sua rotina pacata numa aldeia. Diariamente, ele conduz o gigante de ferro pelo subúrbio da cidade, passando rente às casas, ocupando momentaneamente um espaço utilizado cotidianamente pelos moradores como extensões de suas residências, com direito à disposição de mesas, varais e afins.

Prestes a se aposentar, especificamente no seu último dia de labuta, ele nota que um delicado sutiã azul ficou preso no maquinário do trem. Então, parte numa busca pela dona da peça e, talvez, de quebra, pela conquista de um grande amor.
O espectador que chegar desavisado a uma sessão da comédia De Quem É O Sutiã deve se deparar com algumas surpresas.

Primeiro, após alguns sorrisos e rostos carrancudos, percebe-se que os personagens não falam – o diretor Veit Helmer aposta num raro humor de gestos e gags, sem uma única linha de diálogo. Por isso, os atores se tornam mais expressivos, com olhos arregalados e gestos amplos, alguns graus acima do realismo.

Segundo, a trama se passa numa cidadezinha onde o trem passa a pouco metros das casas. Como os trilhos servem de quintal e de rua aos moradores, eles precisam abandonar várias vezes ao dia as partidas de xadrez e tirar as roupas do varal para permitir a passagem do veículo gigantesco. Com qual intuito exatamente se desloca este trem sem cargas nem passageiros, não se sabe. Estamos no terreno da fábula lúdica, que dispensa explicações verossímeis.

O Moviecom Arte exibe De Quem É O Sutiã nos dias 14 e 15 de março às 11 horas e no dia 17 às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título: De quem é o sutiã?
Título Original: The Bra
País de Origem: Alemanha
Ano de produção: 2018
Gênero: Comédia
Duração: 90 min
Direção: Veit Helmer
Elenco: Miki Manojlovic, Paz Vega, Chulpan Khamatova
Distribuição: Pandora Filmes

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Programação de Março no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de março de 2020 0 Comentários

DIAS 07, 08 , 10
MEU NOME É SARA


Sara Góralnik é uma polonesa, judia, cuja família foi morta por nazistas quanto ela tinha apenas 13 anos. Depois de fugir para a Ucrânia, usando a identidade roubada de uma amiga, ela é acolhida por um casal de fazendeiros em uma pequena vila. Até aí, tudo parece correr bem, mas ela descobre que seus novos amigos possuem seus próprios segredos sombrios.
Com uma trama instigante, Meu Nome É Sara, do diretor Steven Oritt, é um drama baseado em fatos reais, feito para emocionar e com boas doses de suspense e controvérsias.
O grande destaque do filme é a atuação de Zuzanna Surowy (seu primeiro trabalho como atriz em um longa-metragem), impecável e com bastante intensidade, fruto da uma boa direção de Oritt, que conduz bem seus personagens.
O casal, vivido por Eryk Lubos e Michalina Olszanska, também atinge um nível excelente de interpretação. O estranho e quase existente triângulo amoroso entre eles se torna a chama que mantém a história viva por mais tempo e o elenco possui uma ótima química em cena.
Além das boas atuações, a direção de arte, sempre complicada em um filme de época, cumpre a função de imergir o espectador na ambientação da trama.
Meu Nome É Sara abre a programação de Março do Moviecom Arte e será exibido nos dias 07 e 08 às 11 horas, e no dia 10 às 14 horas.

Trailer:

DIAS 14, 15 E 17
DE QUEM É O SUTIÃ


Nurlan é um maquinista de trem que vive sua rotina pacata numa aldeia. Diariamente, ele conduz o gigante de ferro pelo subúrbio da cidade, passando rente às casas, ocupando momentaneamente um espaço utilizado cotidianamente pelos moradores como extensões de suas residências, com direito à disposição de mesas, varais e afins. Prestes a se aposentar, especificamente no seu último dia de labuta, ele nota que um delicado sutiã azul ficou preso no maquinário do trem. Então, parte numa busca pela dona da peça e, talvez, de quebra, pela conquista de um grande amor.
O espectador que chegar desavisado a uma sessão da comédia De Quem É O Sutiã deve se deparar com algumas surpresas. Primeiro, após alguns sorrisos e rostos carrancudos, percebe-se que os personagens não falam – o diretor Veit Helmer aposta num raro humor de gestos e gags, sem uma única linha de diálogo. Por isso, os atores se tornam mais expressivos, com olhos arregalados e gestos amplos, alguns graus acima do realismo. Segundo, a trama se passa numa cidadezinha onde o trem passa a pouco metros das casas. Como os trilhos servem de quintal e de rua aos moradores, eles precisam abandonar várias vezes ao dia as partidas de xadrez e tirar as roupas do varal para permitir a passagem do veículo gigantesco. Com qual intuito exatamente se desloca este trem sem cargas nem passageiros, não se sabe. Estamos no terreno da fábula lúdica, que dispensa explicações verossímeis.

O Moviecom Arte exibe De Quem É O Sutiã nos dias 14 e 15 de março às 11 horas e no dia 17 às 14 horas.

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DIAS 21, 22 e 24
FRANKIE


Frankie, o novo filme de Ira Sachs indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes, nos apresenta Isabelle Huppert como uma famosa atriz francesa que descobre ter apenas alguns meses de vida. Para construir memórias afetivas ela convida a família e alguns amigos a passar uma temporada na cidade portuguesa de Sintra.
O longa acompanha um dia na vida da artista. Mesmo assim é tempo suficiente para conhece-la. Frankie é a estrela de seu sistema solar. Ela gosta de ter a família rodando ao seu redor para que possa determinar o que acontece com cada um deles. Seja por isso, seja pelo câncer da matriarca, as relações entre os personagens são difíceis e um tanto estremecidas.
Ainda que o objetivo da viagem seja criar memórias felizes, Frankie não é muito bem-sucedida no projeto. O estágio terminal da doença faz com que ela não tenha tempo para sutilezas. Essa reunião é sua última oportunidade para dar as diretrizes finais de como cada um deve continuar vivendo após sua morte. Tal necessidade de controle transparece nos tons azuis que a circundam no figurino e no cenário.
Todo filmado em longos planos, o título resume-se a pessoas conhecidas encontrando-se aleatoriamente e conversando em lugares bonitos. Tal recurso, aliado ao fato das pessoas caminharem sem rumo certo, transforma a narrativa em pequenas esquetes reunidas sem um propósito claro.
Com cenas faladas em inglês, francês e português, a produção possui certo caráter internacional. Essa salada cultural rende alguns momentos cômicos, bem aproveitados pela montagem. Curiosamente, na única cena em que todos os personagens se encontram não há diálogos. A essa altura, a narrativa já transmitiu todas as suas mensagens ao público, que então se admira com o belo cenário da locação e o impacto das palavras não ditas.
Frankie será exibido no Moviecom Arte nos dias 21 e 22 de março às 11 horas e no dia 24 às 14 horas.

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DIAS 28, 29, E 31
CICATRIZES


Ana convive com o trauma de ter perdido o filho recém-nascido, vinte anos atrás. Apesar de o marido e a filha mais velha terem aceitado os fatos, ela preserva a esperança de que a criança não tenha morrido de fato, mas tenha sido entregue ilegalmente a outra família. Enfrentando a polícia, os amigos e familiares, ela continua buscando indícios de que sua versão da história está correta.
Cicatrizes é um filme ditado pela espera. A primeira imagem apresenta um muro vazio, durante longos segundos, sem qualquer personagem ou ruído – ou seja, a espera inicial é aquela fornecida ao espectador. Em seguida, Ana (Snezana Bogdanovic) aguarda pacientemente a chegada de um carro, e observa uma mulher à distância, em silêncio. Quando é abordada pela polícia e colocada durante horas numa sala vazia, Ana não reclama: “Estou acostumada a esperar”. A filha se indaga sobre os motivos de ver a mãe sempre perto da janela, e expressa sua preocupação: “Você está sempre esperando alguma coisa”.
O roteiro demora a explicar ao espectador o que exatamente ocupa os dias desta mulher. Sabemos que ela guarda um segredo, percebemos a existência de um tabu em família, no entanto o diretor Miroslav Terzic prefere entregar informações a conta-gotas. Entendemos a relação com uma criança, percebemos que o hospital desempenhou uma participação importante no trauma. Seria uma criança perdida? Morta? Em que circunstâncias? Por que Ana não aceita o que aconteceu quase duas décadas atrás? Ao deixar diversas lacunas em aberto, o projeto permite que o espectador projete seus próprios medos, conecte com histórias mais próximas de sua vivência. Afinal, o dilema deste núcleo sérvio poderia ser compreendido em qualquer cultura – como não se identificar com a perda de um filho, independentemente das circunstâncias?
O filme Cicatrizes traz história de um bebê desaparecido na Sérvia sem seguir a linha filme-denúncia O longa do diretor Miroslav Terzié tem quase o formato de thriller, leva o mistério e a dúvida até a última cena.
O Moviecom Arte exibirá Cicatrizes nos dias 28 e 29 às 11 horas e no dia 31 às 14 horas, fechando a nossa programação de Março.

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Ventos da Liberdade, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 22 de fevereiro de 2020 0 Comentários

Um suspense sobre tempos sombrios que constantemente rondam os países democráticos na forma de movimentos autoritários.
A Alemanha vivenciou isso desde a ascenção de Hitler até a queda, em 1989, de seu último ditador Erick Honecker. O país passou décadas assombrado pelo medo e assombrado pelo fim da liberdade.


Em Ventos da Liberdade, o diretor Michael Herbig, mostra a tirania destilando seu ódio sobre o cidadão comum, recriando a atmosfera dos tempos do regime em eficiente reconstituição de um dos períodos mais terríveis da história da humanidade.
Baseada em uma história real, o roteiro assinado por Herbig, Kit Hopkins e Thilo Röscheisen reconstrói o verão de 1979, na cidade de Thüringer, na Alemanha Oriental, para contar a história de duas famílias, os Strelzyk e os Wetzel, desesperados para fugir cruzando a fronteira para a Alemanha Ocidental em um balão de ar quente feito por eles mesmos de modo improvisado.


A poucos metros de distância do lado ocidental, eles sabem que podem ser executados como traidores do regime se falharem. Homens são recrutados a todo momento e obrigados a trabalhar nas fronteiras. A ordem é impedir as fugas a qualquer custo e executar, na hora, homens, mulheres e crianças que tentarem escapar do lado Oriental.
Michael Herbig investe em uma dinâmica de suspense para mostrar os obstáculos que envolvem a empreitada. Em 1982, o fato foi adaptado para o cinema com o título ‘Dramática Travessia’, de Delbert Mann, estrelada por John Hurt e Jane Alexander, mas agora são os próprios alemães que contam sua história.

A música de Marvin Miller e Ralf Wengenmayr, e a montagem de Alexander Dittner contribuem de modo impressionante para a narrativa, além da ótima colaboração do elenco liderado por Friedrich Mücke, Karoline Schuch, David Kross e Alicia Von Rittberg.
“Ventos da Liberdade” é um exemplar do cinema que conserva os elementos do entretenimento com competência dramática para contar uma história que não pode ser esquecida.
Venha ver este grande filme no Moviecom Arte, dias 22 e 23 às 11 horas e dia 25 de fevereiro às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título: Ventos da Liberdade
Título Original: Balloon
Direção: Ken Loach
Roteiro: Paul Laverty
Produção: Rebecca O’Brien
Fotografia: Barry Ackroyd
Trilha Sonora: George Fenton
Elenco: Cillian Murphy, Gerard Kearney, Liam Cunningham, Padraic Delaney, William Ruane
Data de estreia: 07/11/19
País de Origem: Alemanha
Gênero: Drama
Ano de produção: 2018
Distribuição: A2 Filmes

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Os Miseráveis, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 13 de fevereiro de 2020 0 Comentários

Do clássico de Victor Hugo, o estreante diretor Ladj Ly pegou o título, a ambientação nos suburbios de Paris, a desigualdade social, a miséria decorrente e o conflito na relação com o Estado, seja pela ação arbitrária da policia ou pela atitude dos revolucionários exigindo justiça.


Mas Os Miseráveis de Ly é um filme contemporâneo, mostrando os problemas sociais que a França enfrenta. O roteiro assinado por Ladj Ly, Alexis Manenti e Giordano Gederlini nos insere em uma caótica espiral, com uma história cheia de viravoltas e obstinada em apresentar temas variados.


Um dos grandes méritos do filme é modo como explora a complexidade étnica da França atual: negros, mestiços, árabes e brancos se combinam num registro que, pela própria seleção do elenco do filme, já denota uma urgência de pontos de vista conflitantes.
No centro da trama está um trio de policiais, um deles em seu primeiro dia de trabalho, transitando pelo suburbio e desencadeando uma série de acontecimentos que se transformam em uma iminente tragédia.
Dividindo com o brasileiro Bacurau o Prêmio do Juri no Festival de Cannes, Os Miseráveis traz a urgência da discução que a luta de classes ainda suscita em pleno século XXI e é um dos filmes que concorreram ao Oscar 2020 de Melhor Filme Internacional.


Você não pode perder! Os Miseráveis de Ladj Ly será exibido no Moviecom Arte nos dias 14 e 15 às 11 horas e no dia 17 de fevereiro às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título: Os miseráveis
Título Original: Les misérables
Direção: Ladj Ly
Roteiro: Alexis Manenti, Giordano Gederlini, Ladj Ly
Elenco: Abdelkader Hoggui, Al-Hassan Ly, Alexis Manenti, Almamy Kanouté, Damien Bonnard, Diego Lopez, Djibril Zonga, Issa Perica, Jaihson Lopez, Jeanne Balibar, Lucas Omiri, Luciano Lopez, Nizar Ben Fatma, Omar Soumare, Raymond Lopez, Rocco Lopez, Sana Joachaim, Steve Cauret, Steve Tientcheu, Zordon Cauret
Ano de produção: 2029
Gênero: Drama
Origem: França
Distribuidora: Diamond Filmes

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Judy: Muito Além do Arco-Íris, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 7 de fevereiro de 2020 0 Comentários

O filme que deu a Renée Zellweger o Oscar de Melhor Atriz na premiação de 2020 da Academia.

Focada nos últimos anos de vida de uma das mais icônicas estrelas de Hollywood, Judy: Muito Além do Arco-Íris é uma cinebiografia muito mais emocional do que factual.


Renée Zellweger interpreta Judy Garland e essa foi uma das grandes sacadas do diretor Rupert Goold. Assim como Judy, Renée também sabe o peso da pressão pública sobre a própria imagem de uma estrela.
Não deu outra, Renée foi agraciada recentemente com o Globo de Ouro de Melhor Atriz por seu trabalho em Judy: Muito Além do Arco-Íris e é a grande favorita para o Oscar 2020.


O roteiro assinado por Peter Quilter e Tom Edge nos mostra a turnê de Judy Garland pelo Reino Unido em 1968, quando ela já era uma estrela em decadência.


Considerada um investimento de risco pelos grandes estúdios, Garland tinha esperança de reerguer sua carreira nos palcos de Londres, deixando tudo para trás, inclusive seus filhos.


As canções do filme falam muito mais sobre a diva do que o próprio texto. E elas ganham uma versão cativante na interpretação de Renéé, principalmente em Somewhere Over the Rainbow.


Com baixo orçamento este filme é uma das gandes surpresas da temporada e você poderá conferir nas exibições do Moviecom Arte nos dias 08 e 09 de fevereiro às 11 horas e no dia 11 às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título Original: Judy
Data de Estréia: 30/01/20
País: Reino Unido
Gênero: Drama
Ano de produção: 2019
Direção: Rupert Goold
Roteiro: Peter Quilter, Tom Edge
Elenco: Adrian Lukis, Andy Nyman, Bella Ramsey, Bentley Kalu, Darci Shaw, Fenella Woolgar, Finn Wittrock, Gaia Weiss, Gemma-Leah Devereux, Jessie Buckley, Jodie McNee, John Dagleish, Lewin Lloyd, Lucy Russell, Michael Gambon, Phil Dunster, Philippe Spall, Renée Zellweger, Richard Cordery, Royce Pierreson, Rufus Sewell
Fotografia: Ole Bratt Birkeland
Trilha Sonora: Gabriel Yared
Distribuidora: Paris Filmes

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Programação de Fevereiro do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 31 de janeiro de 2020 0 Comentários

Fevereiro é o mês do Carnaval e do Oscar. O Moviecom Arte preparou uma programação especial para quem adora um tapete vermelho e também para quem vai se jogar na folia, afinal nada melhor que um bom filme para relaxar antes de se jogar nos blocos.

PROGRAMAÇÃO MOVIECOMARTE – FEVEREIRO – 2020

DIAS 01, 02 e 04
FILHAS DO SOL


Trazendo a perscpectiva feminina para o tema da guerra, em Filhas do Sol a cineasta Eva Husson mostra uma visão muito peculiar sobre o conflito no Curdistão. No centro da trama estão duas personagens fortes. Uma delas é Mathilde (Emmanuelle Bercot), uma jornalista tarimbada, acostumada a transitar entre escombros e a se esquivar de projéteis e minas. Ela é a testemunha, aquela que, além da câmera, carrega as marcas do trabalho.
A outra é Bahar (Golshifteh Farahani), líder do batalhão de mulheres, combatente feroz que investiga locais em busca do filho sequestrado, toma à frente das iniciativas, expondo a importância da maternidade como vínculo essencial (motriz) à determinação de seguir em frente. Ambas são mães e a despeito dos mundos diferentes em que vivem, possuem suas similaridades.
O que Filhas do Sol tem de mais potente é a capacidade de esquadrinhar o feminino nesse contexto dominado por homens. Elas sofrem toda sorte de infortúnios, ainda mais numa circunstância como aquela em que a força bruta, supostamente um predicado deles, é determinante para que vitórias sejam conquistadas.
Filhas do Sol é o filme que abre a programação de fevereiro do Moviecom Arte e será exibido nos dias 01 e 02 de fevereiro às 11 horas e no dia 04 às 14 horas.

Trailer:

DIAS 08, 09 e 11
Judy: Muito Além do Arco-Íris

Focada nos últimos anos de vida de uma das mais icônicas estrelas de Hollywood, Judy: Muito Além do Arco-Íris é uma cinebiografia muito mais emocional do que factual.
Renée Zellweger interpreta Judy Garland e essa foi uma das grandes sacadas do diretor Rupert Goold. Assim como Judy, Renée também sabe o peso da pressão pública sobre a própria imagem de uma estrela.
Não deu outra, Renée foi agraciada recentemente com o Globo de Ouro de Melhor Atriz por seu trabalho em Judy: Muito Além do Arco-Íris e é a grande favorita para o Oscar 2020.
O roteiro assinado por Peter Quilter e Tom Edge nos mostra a turnê de Judy Garland pelo Reino Unido em 1968, quando ela já era uma estrela em decadência.
Considerada um investimento de risco pelos grandes estúdios, Garland tinha esperança de reerguer sua carreira nos palcos de Londres, deixando tudo para trás, inclusive seus filhos.
As canções do filme falam muito mais sobre a diva do que o próprio texto. E elas ganham uma versão cativante na interpretação de Renéé, principalmente em Somewhere Over the Rainbow.
Com baixo orçamento este filme é uma das gandes surpresas da temporada e você poderá conferir nas exibições do Moviecom Arte nos dias 08 e 09 de fevereiro às 11 horas e no dia 11 às 14 horas.

Trailer:

DIAS 14, 15 e 17
OS MISERÁVEIS


Do clássico de Victor Hugo, o estreante diretor Ladj Ly pegou o título, a ambientação nos suburbios de Paris, a desigualdade social, a miséria decorrente e o conflito na relação com o Estado, seja pela ação arbitrária da policia ou pela atitude dos revolucionários exigindo justiça.
Mas Os Miseráveis de Ly é um filme contemporâneo, mostrando os problemas sociais que a França enfrenta. O roteiro assinado por Ladj Ly, Alexis Manenti e Giordano Gederlini nos insere em uma caótica espiral, com uma história cheia de viravoltas e obstinada em apresentar temas variados.
Um dos grandes méritos do filme é modo como explora a complexidade étnica da França atual: negros, mestiços, árabes e brancos se combinam num registro que, pela própria seleção do elenco do filme, já denota uma urgência de pontos de vista conflitantes.
No centro da trama está um trio de policiais, um deles em seu primeiro dia de trabalho, transitando pelo suburbio e desencadeando uma série de acontecimentos que se transformam em uma iminente tragédia.
Dividindo com o brasileiro Bacurau o Prêmio do Juri no Festival de Cannes, Os Miseráveis traz a urgência da discução que a luta de classes ainda suscita em pleno século XXI e é um dos filmes que concorrem ao Oscar 2020 de Melhor Filme Estrangeiro.
Você não pode perder! Os Miseráveis de Ladj Ly será exibido no Moviecom Arte nos dias 14 e 15 às 11 horas e no dia 17 de fevereiro às 14 horas.

Trailer:

DIAS 22, 23 e 25
VENTOS DA LIBERDADE

Um suspense sobre tempos sombrios que constantemente rondam os países democráticas na forma de movimentos autoritários.
A Alemanha vivenciou isso desde a ascenção de Hitler até a queda, em 1989, de seu último ditador Erick Honecker. O país passou décadas assombrado pelo medo e assombrado pelo fim da liberdade.
Em Ventos da Liberdade, o diretor Michael Herbig, mostra a tirania destilando seu ódio sobre o cidadão comum, recriando a atmosfera dos tempos do regime em eficiente reconstituição de um dos períodos mais terríveis da história da humanidade.
Baseada em uma história real, o roteiro assinado por Herbig, Kit Hopkins e Thilo Röscheisen reconstrói o verão de 1979, na cidade de Thüringer, na Alemanha Oriental, para contar a história de duas famílias, os Strelzyk e os Wetzel, desesperados para fugir cruzando a fronteira para a Alemanha Ocidental em um balão de ar quente feito por eles mesmos de modo improvisado.
A poucos metros de distância do lado ocidental, eles sabem que podem ser executados como traidores do regime se falharem. Homens são recrutados a todo momento e obrigados a trabalhar nas fronteiras. A ordem é impedir as fugas a qualquer custo e executar, na hora, homens, mulheres e crianças que tentarem escapar do lado Oriental.
Michael Herbig investe em uma dinâmica de suspense para mostrar os obstáculos que envolvem a empreitada. Em 1982, o fato foi adaptado para o cinema com o título ‘Dramática Travessia’, de Delbert Mann, estrelada por John Hurt e Jane Alexander, mas agora são os próprios alemães que contam sua história.
A música de Marvin Miller e Ralf Wengenmayr, e a montagem de Alexander Dittner contribuem de modo impressionante para a narrativa, além da ótima colaboração do elenco liderado por Friedrich Mücke, Karoline Schuch, David Kross e Alicia Von Rittberg.
“Ventos da Liberdade” é um exemplar do cinema que conserva os elementos do entretenimento com competência dramática para contar uma história que não pode ser esquecida.
Venha ver este grande filme no Moviecom Arte, dias 22 e 23 às 11 horas e dia 25 de fevereiro às 14 horas.

Trailer:

DIAS 29/02 e 01 e 03/03
DEUS É MULHER E SEU NOME É PETÚNIA


Em diversas cidades e pequenas comunidades da Macedônia, no dia 19 de janeiro é celebrado o feriado da Epifania (batismo de Cristo). É costume nesse dia jogar uma cruz nas águas de um rio, e quem for capaz de pegá-la terá boa sorte e prosperidade para todo o ano seguinte. Contudo, só os homens podem se jogar nas águas para alcançar essa benção. Segundo as tradições, só os homens merecem a oportunidade de ser feliz.
Este foi o ponto de partida da diretora e roteirista macedoniense Teona Struga Mitevska para tecer um olhar crítico e apurado sobre uma realidade que até hoje perturba e incomoda.
A trama gira em torno de Petúnia, uma mulher comum disposta a subverter todas essas regras e a pagar o preço disso tudo.
Desempregada e vivendo na casa dos pais (uma mãe autoritária e um pai submisso e ausente), Petúnia não tem mais nada a perder e resolve mergulhar no rio e pegar o crucifixo. nasce aí a determinação de dar um novo sentido à sua vida, desafiando a religião, a sociedade, o patriarcado e as tradições. Afinal de contas, Deus É Mulher E Seu Nome É Petúnia.
Você precisa Petúnia! Ela estará no Moviecom Arte nos dias 29 de Fevereiro e 01 de Março às 11 horas e no dia 03 de Março às 14 horas.

Trailer:

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O Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

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O Último Amor de Casanova, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 23 de janeiro de 2020 0 Comentários

A vida aventureira e os incontáveis amores do lendário Giacomo Girolamo Casanova já inspiraram dezenas de filmes mas o diretor francês Benoît Jacquot, desenvolveu o roteiro de “O Ùltimo Amor de Casanova”, em parceria com Jérôme Beaujour e Chantal Thomas, focando no única mulher que ele amou e que foi também a única a resistir a seus flertes.


Ao se concentrar nesta história pouco conhecida, o cineasta mergulha em um mundo de desejos frustrados, de amor versus paixão, de conquista e possessão, além de uma interessante inversão de gêneros nas relações entre homem e mulher, num contexto particular da Europa do Século XVIII.


Neste filme, Casanova é apresentado já sexagenário, escrevendo e narrando uma de suas aventuras mais marcantes, vivida 30 anos antes, quando se refugiou em Londres depois de ter sido exilado.


Bernoit Jacquot nos mostra um outro Casanova nesta versão interpretada por Vincent Lindon. Trata-se de um homem triste, muito mais procurado pelas mulheres do que as procura, completamente apaixonado por uma jovem prostituta, Marianne de Charpillon, que o provoca e repele de forma sádica.


Invertendo a história, a interpretação de Bernoit Jacquot: traz o empoderamento feminino na personagem Marianne de Charpillon (Stacy Martin) que utiliza seu poder de sedução para aprisionar homens incapazes de controlar seus desejos.
“O Ùltimo Amor de Casanova” fecha a programação de Janeiro do Moviecom Arte, com exibição nos dias 25 e 26, às 11 horas. Um filme imperdível.

Ficha Técnica
Direção: Benoît Jacquot
Roteiro: Benoît Jacquot, Chantal Thomas, Giacomo Casanova, Jérôme Beaujour
Produção: Jean-Pierre Guérin, Kristina Larsen
Fotografia: Christophe Beaucarne
Trilha Sonora: Bruno Coulais
Montador: Julia Gregory
País: França
Gênero: Drama
Ano de produção: 2019
Elenco: Anna Cottis, Anne-Fanny Kessler, Audrey Quoturi, Catherine Bailey, Christian Erickson, Hayley Carmichael, Jesuthasan Antonythasan, Julia Roy, Michèle Clément, Nancy Tate, Nathan Willcocks, Olivia Ross, Pauline Nyrls, Stacy Martin, Valeria Golino, Vincent Lindon
Distribuição: Califórnia Filmes

 

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Programação de Setembro do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de setembro de 2019 0 Comentários

A Arte é uma linguagem universal. E isso fica totalmente em evidência na programação de setembro do Moviecom Arte. São quatro filmes de países diferentes, que refletem culturas particulares, mas que se conversam enquanto obras de arte.
Veja os trailers e os comentários:

Dias 07, 08 E 10 de setembro
NÃO MEXA COM ELA
Gênero: Drama
Direção: Michel Aviad

“Não Mexe com Ela” acompanha a jornada de mulher israelense no mercado de trabalho. Ela possui filhos, um marido compreensivo e uma mãe idosa, mas eles são deixados em segundo plano para que a narrativa investigue as perversas pressões exercidas sobre as mulheres em um mundo dominado pelos homens.
A diretora Michal Aviad não faz rodeios para introduzir na trama a questão do assédio sexual no local de trabalho. A conduta inapropriada do chefe Benny (Menashe Noy) ocorre desde os primeiros encontros com a nova funcionária, Orna (Liron Ben-Shlush) uma mulher que precisa do trabalho para melhorar a renda da família.
O roteiro esmiúça a pressão psicológica envolvida numa relação de poder. O patrão é colocado como um empresário poderoso que julga o cortejo “natural” e incontrolável, colocando a beleza dela como culpada por seu comportamento inadequado. Após cada comportamento abusivo, ele pede desculpas, busca formas de recompensar e faz mil elogios. No entanto, o desenvolvimento da trama é uma tragédia anunciada.
“Não Mexa Com Ela” é filme que abre a programação de setembro do Moviecom Arte e você poderá assisti-lo nos dias 07 e 08, às 11 horas e no dia 10, às 14 horas.

 


DIAS 14, 15 e 17
SIMONAL
Gênero: Drama – Biografia
Direção: Leonardo Domingues

Wilson Simonal, conheceu a fama e ostracismo quase que simultaneamente. Seu sucesso como cantor foi totalmente apagado após ser apontado como delator no período da ditadura militar.
O documentário Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei iniciou em 2009 um movimento de revisionismo histórico que fez suas músicas tornarem-se acessíveis às novas gerações. Agora este filme de Leonardo Domingues tenta sepultar de vez a fama de dedo duro que acompanha o músico mesmo depois de sua morte.
Milionário, idolatrado, inconfundível, talentoso em diferentes gêneros, estrela da TV, empresário e cheio de sucessos, Simonal foi um caso único, tanto por ter atingido patamar que nenhum artista negro havia alcançado até então no Brasil, quanto pela derrocada incomparável que veio na sequência.
O filme vai no embalo de sucessos recentes de cinebiografias de cantores como Elis e Tim Maia, usando uma trilha sonora poderosa para delinear o roteiro que aborda temas como o preconceito, a polarização esquerda-direita que o atacou duplamente, a própria ditadura militar e um dos primeiros casos de fake news, muito antes das redes sociais.
Você não pode perder “Simonal” no Moviecom Arte dos dias 14 e 15 às 11 horas e dia 17 às 14 horas.

 

DIAS 21, 22 e 24
Título –RETRATO DE AMOR
Gênero: Drama
Direção: Ritesh Batra

Em 2013 que o indiano Ritesh Batra se apresentou ao mundo com o delicioso The Lunchbox, filme em que dois indianos se correspondem amorosamente por meio de marmitas. Agora, 6 anos e 2 filmes depois, Batra volta novamente à sua origem com o belo “Retrato do Amor”, filme que bebe desses encontros fortuitos da Índia.
A trama acompanha a jornada de Rafi (Nawazuddin Siddiqui), um homem que trabalha como fotógrafo em pontos turísticos da Índia e que não tem tempo para relacionamentos. Determinado a pagar uma dívida antiga de seu falecido pai para que a avó não perca sua casa, ao mesmo tempo ele é pressionado pela matriarca para achar uma boa esposa. É aí, no desespero, que ele decide mentir, pegar a foto de uma moça qualquer e dizer para sua avó que está prestes a se casar com ela.
“Retrato de Amor” é uma pequena obra prima que você poderá ver nos dias 21 e 22 às 11 horas e no dia 24 às 14 horas

 

DIAS 28, 29 /09 e 01/10
A Última Loucura de Claire Darling
Gênero: Drama
Direção: Julie Bertuccelli

A diretora Julie Bertuccelli sempre encanta e surpreende com seus documentários e longas, e volta com toda vitalidade e humor em “A Última Loucura de Claire Darling”, estrelado por Catherine Deneuve e Chiara Mastroianni. Mãe e filha na vida real, interpretam respectivamente, Claire Darling e Mary.
Claire decide vender tudo que tem em sua casa após acreditar que este seria seu último dia de vida. A certeza da senhora é tanta que ela decide vender preciosas peças de colecionador e até mesmo obras de arte renomadas. A sessão de desapego sugere que ela tenta se livrar também das recordações e dores do passado.
O enredo se desenvolve através de flashbacks que revelam o drama da família. Essa brincadeira de passado e presente dá a impressão de que tudo é uma grande alucinação, ou como se o filme todo fosse feito dentro da cabeça de Claire.
A filha é alertada da peripécia de sua mãe e vai a seu encontro, porém nada pode detê-la. Com o fracasso de parar a mãe, Mary continua na casa para acompanhar tudo e se certificar que a senhora está bem.
Claire vai deixando todos cada vez mais alarmados com sua condição mental. Porém, logo percebe-se que as atitudes vistas no presente são resultado de situações do passado, levando a um final, no mínimo, surpreendente.
“A Última Loucura de Claire Darling” fecha a programação de setembro do Moviecom Arte e será exibido nos dias 28 e 29 de setembro às 11 horas e no dia 01 de outubro às 14 horas.

 

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Atentado ao Hotel Taj Mahal, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 16 de agosto de 2019 0 Comentários

Em novembro de 2008, um grupo de homens armados executou uma série de ataques em pontos estratégicos da cidade de Bombaim, em uma sequência de atentados que deixaram mais de 170 mortos e outras centenas de feridos.
Desde que se decidiu a retratar tais acontecimentos, que basicamente envolveram a matança indiscriminada e à queima-roupa, o diretor Anthony Maras deve ter se encontrado em uma encruzilhada quando deu início à produção de Atentado ao Hotel Taj Mahal. Há alguma maneira certa de se filmar um massacre objetivamente? É possível transformar tamanho evento em material de thriller sem descambar para o exploratório?


Atentado ao Hotel Taj Mahal apresenta-se, de fato, como um thriller, tendo seu início assim que os terroristas desembarcam de seus botes em Bombaim. com uma tensão crescente até que os disparos começam.


Enquanto isso, acompanhamos em paralelo o microcosmo do hotel Taj Mahal Palace, desde os empregados aos abastados hóspedes. Maras apresenta o ambiente do hotel com atenção especial, definindo locações chave sem exatamente mapeá-las como um todo – algo que será valioso lá na frente. A relação do hotel com os hóspedes é sintetizada com eficiência através do mantra “o hóspede é deus”, dito pelo chef Hemant Oberoi (Anupam Kher) aos seus lacaios no início do dia. A frase indica serventia, inferioridade, mas passa a simbolizar algo mais poderoso.

O roteiro de Maras e John Colee exibe uma violência objetiva, frontal e rápida, mantendo um tom uniformemente grave durante as mais de duas horas de filme. Sem nunca transformar as ocorrências em aventura, também evita o melodrama, algo notável quando se trata de uma tragédia em tamanha escala. Atentado ao Hotel Taj Mahal é um thriller, sim, mas do tipo mais cru que há, com trechos de puro terror e outros de pura humanidade.


Prepare-se para ver este filme impressionante no Moviecom Arte, dias 17 e 18 de agosto às 11 horas e no dia 20 de agosto às 14 horas.

Ficha Técnica
Título original: Hotel Mumbai
Nacionalidades: Austrália, Índia, EUA
Gênero: Drama
Ano de produção: 2018
Estréia: 11 de julho de 2019 (Brasil)
Duração: 2h 5min
Classificação: 16 anos
Direção: Anthony Maras
Roteiro: Anthony Maras, John Collee
Elenco: Dev Patel, Armie Hammer, Jason Isaacs
Trilha sonora: Volker Bertelmann
Direção de fotografia: Nick Remy Matthews
Edição: Peter McNulty
Design de produção: Steven Jones-Evans
Direção de arte: Marita Mussett
Decoração de set: Nicki Gardiner
Figurino: Anna Borghesi
Distribuição: Imagem Filmes

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Casal Improvável no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 23 de julho de 2019 0 Comentários

Uma comédia estrelada por Charlize Theron e Seth Rogen, que desafia os conceitos público do que seria um casal ideal. Esta fórmula exaustivamente usada com um viéz cômico, aqui se aplica em uma trama romântica utópica, que subverte expectativas e preconceitos políticos e de gênero, com uma sinceridade irresistível.


Dirigida por Jonathan Levine, essa comédia romântica tem como ponto forte o carisma do casal central. Seth Rogen é Fred Flarsky, um jornalista à moda antiga, que se demite quando seu jornal de tendências liberais e investigativas é comprado por uma grande corporação. Charlotte Field, interpretada por Charlize Theron, é uma mulher poderosa que deseja concorrer à presidência do país.


A vida de Charlotte é totalmente voltada para o trabalho e o sonho de ser presidenta domina tudo – até seus relacionamentos pessoais. Um encontro com o primeiro-ministro do Canadá (Alexander Skarsgård) bombou na internet. Por acaso, ela encontra Flarsky numa festa – ela foi babá dele na adolescência, e a última vez em que se viram aconteceu algo bem estranho. Ele acaba contratado para escrever os discursos dela, que ainda não lançou sua candidatura, mas está viajando pelo mundo assinando um acordo ecológico. E esse reencontro acaba virando um romance.


O filme, escrito por Dan Sterling e Liz Hannah, é uma espécie de fantasia que usa maquinações políticas de maneira ingênua, tocando de forma quase incisiva em assuntos caros aos liberais americanos, como racismo e machismo.
Esta deliciosa comédia é o filme que o Moviecom Arte apresenta nos dias 27 e 28 de julho, às 11 horas, no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.

Ficha Técnica
Título original: Long Shot
Nacionalidade: EUA
Gênero: Comédia
Ano de produção: 2019
Estréia: 20 de junho de 2019 (Brasil)
Classificação: 16 anos
Duração: 2h 00min
Direção: Jonathan Levine
Roteiro: Liz Hannah, Dan Sterling
Elenco: Charlize Theron, Seth Rogen, June Diane Raphael, O´Shea Jackson Jr., Ravi Patel, Bob Odenkirk, Andy Serkis, Randall Park, Tristan D. Lalla, Alexander Skarsgård, Aladeen Tawfeek, Nathan Morris
Produção: Charlize Theron, Seth Rogen, Evan Goldberg, Rodrigo Guerrero, Barbara A. Hall, Kelli Konop, Jonathan McCoy, James Weaver
Trilha sonora: Marco Beltrami, Miles Hankins
Direção de fotografia: Yves Bélanger
Design de produção: Kalina Ivanov
Direção de arte: Camila Arocha, Sharon Davis, Donna Noonan, Zoe Sakellaropoulo
Decoração de set: Melissa Villegas Solórzano
Figurino: Mary E. Vogt
Distribuição: Paris Filme