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Programação de Agosto do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 1 de agosto de 2019 0 Comentários

As férias acabaram e em agosto o Moviecom Arte volta a ter sessões às terças-feiras às 14 horas. Ainda bem pois a seleção de filmes deste mês está incrível e você merece uma oportunidade a mais para ver e até para rever os filmes em cartaz.

O grande destaque do mês é para o cinema francês, com produções que brilharam nos principais festivais do mundo e também nas principais mostras de cinema aqui no Brasil.

Veja a programação e reserve as datas em sua agenda:

 


DIAS 03, 04 E 06
UM HOMEM FIEL
De Louis Garrel

Este é o segundo longa dirigido pelo galã francês Louis Garrel. Após Dois Amigos (20015), o filho de Philippe Garrel volta ao tema dos triangulos amorosos, indeciso entre as duas mulheres que estão ao seu redor.
Em “Um Homem Fiel” ele aparece novamente como Abel – o mesmo nome do seu personagem em Dois Amigos – rapaz que, certo dia, ao se preparar para ir ao trabalho, recebe sem meias palavras a notícia da gravidez de sua namorada, Marianne (Laetitia Casta).
Ao invés de brigas, discussões, choros ou protestos, a reação dele é tipicamente francesa e com um “bom, preciso ir agora para não chegar atrasado”, os dois se separam, os anos se passam e o reencontro se dá quase uma década depois.
E quando as coisas parecem se acertar, enfim, surge uma nova paixão, Eva (Lily Rose), cunhada de Marianne.
O roteiro escrito em parceria com o grande Jean-Claude Carrière, autor de clássicos como O Discreto Charme da Burguesia (1972) e Esse Obscuro Objeto do Desejo (1977) , é um drama romântico que discorre de maneira atraente sobre várias questões.
“Um Homem Fiel” integrou a Mostra Varilux de Cinema Francês 2019 e abre a nossa programação de agosto, com exibição nos dias 03 e 04 de agosto às 11 horas, e na terça dia 06 às 14 horas.


DIAS 10, 11 e 13 .
JORNADA DA VIDA
De Philippe Godeau
Uma fábula simples mas carregada de densidade, “Jornada da Vida” é o novo longa de Phillippe Godeau que conta a jornada de Yao, um garoto (vivido pelo estreante Lionel Louis Basse) para encontrar seu escritor favorito, Seydou Tall (Omar Sy).
Yao mora numa comunidade no interior do Senegal e, ao descobrir que seu escritor favorito vem ao país participar da Bienal, desloca-se quase 400 quilômetros por um autográfo do ídolo. Comovido pelo empenho do garoto, Seydou se dispõe a levá-lo de volta à sua casa. A partir daí, vemos uma espécie de road movie que faz Seydou, um francês de família senegalesa, como muitos na França, reencontrar-se com suas origens africanas.
A direção de Phillipe Godeau traz uma poesia visual para compor a ambientação senegalesa. Planos inspirados fazem dessa história profunda também um prazer visual pelo que aquele país tem de belo e também de feio.
A presença da religião e o tema da colonização marcam fortemente o roteiro, fazendo com que essa produção seja também uma obra decolonial, ou seja, através da qual se repensa algumas das consequências da dominação de países externos sobre outros – como se deu no Brasil por Portugal e no Senegal pela França.
“Jornada da Vida” conduz o espectador a uma viagem cheia de cor e força. Um deleite para quem busca outras narrativas e pontos de vista na tela grande.
Este é o filme que o Moviecom Arte aprsenta nos dias 10 e 11 de agosto às 11 horas e no dia 13 de agosto às 14 horas.

 


DIAS 17, 18 E 20
ATENTADO AO HOTEL TAJ MAHAL
De Anthony Maras
Em novembro de 2008, um grupo de homens armados executou uma série de ataques em pontos estratégicos da cidade de Bombaim, em uma sequência de atentados que deixaram mais de 170 mortos e outras centenas de feridos.
Desde que se decidiu a retratar tais acontecimentos, que basicamente envolveram a matança indiscriminada e à queima-roupa, o diretor Anthony Maras deve ter se encontrado em uma encruzilhada quando deu início à produção de Atentado ao Hotel Taj Mahal. Há alguma maneira certa de se filmar um massacre objetivamente? É possível transformar tamanho evento em material de thriller sem descambar para o exploratório?
Atentado ao Hotel Taj Mahal apresenta-se, de fato, como um thriller, tendo seu início assim que os terroristas desembarcam de seus botes em Bombaim. com uma tensão crescente até que os disparos começam.
Enquanto isso, acompanhamos em paralelo o microcosmo do hotel Taj Mahal Palace, desde os empregados aos abastados hóspedes. Maras apresenta o ambiente do hotel com atenção especial, definindo locações chave sem exatamente mapeá-las como um todo – algo que será valioso lá na frente. A relação do hotel com os hóspedes é sintetizada com eficiência através do mantra “o hóspede é deus”, dito pelo chef Hemant Oberoi (Anupam Kher) aos seus lacaios no início do dia. A frase indica serventia, inferioridade, mas passa a simbolizar algo mais poderoso.
O roteiro de Maras e John Colee exibe uma violência objetiva, frontal e rápida, mantendo um tom uniformemente grave durante as mais de duas horas de filme. Sem nunca transformar as ocorrências em aventura, também evita o melodrama, algo notável quando se trata de uma tragédia em tamanha escala. Atentado ao Hotel Taj Mahal é um thriller, sim, mas do tipo mais cru que há, com trechos de puro terror e outros de pura humanidade.
Prepare-se para ver este filme impressionante no Moviecom Arte, dias 17 e 18 de agosto às 11 horas e no dia 20 de agosto às 14 horas.

 

DIAS 24, 25 E 27
A ARVORE DOS FRUTOS SELVAGENS
De Nuri Bilge Ceylan
No cinema (como nas artes em geral), quase nada é somente o que parece. A “Árvore dos Frutos Selvagens” transcende facilmente o cinema para tratar da humanidade e os muitos modos de lidar com ela.
Dentro de um contexto de diferenças entre os costumes rurais e urbanos, o filme busca tocar em pontos delicados dialogando com a dificuldade de se manter honesto consigo e com os outros; com a responsabilidade da existência (alcançando algum grau existencialista digno de Ingmar Bergman); com a responsabilidade por assim dizer – especialmente a de precisar fazer o que se diz como certo; e corroendo aquele que talvez seja o lado mais difícil da vida: o enfrentamento da própria insignificância.
As reflexões propostas pelo roteiro, aliás, mexem no vespeiro das discussões teológicas, especialmente quando, em certo ponto – e lindamente sem chegar a uma resposta exata – um diálogo sobre a adaptação necessária da religião à realidade se dá. É como querer opinar ali, participar, mas sabendo que a subjetividade escrita pelo roteiro é tão genuína quanto a do próprio cinema.
Não bastasse o peso de tanto, a precisão da direção de fotografia de Gökhan Tiryaki (prolífico cinefotógrafo turco, igualmente de Sono de Inverno) é arrebatadora. É possível que Tiryaki tenha estado tão envolvido com A Árvore dos Frutos Selvagens que tenha passado dias planejando a perfeição entre luz e sombra para cada frame, especialmente quando do uso da luz natural.

Você precisa assistir “A Árvore dos Frutos Selvagens”, um dos melhores filmes da temporada e que será exibido no Moviecom Arte nos deias 24 e 25 de agosto às 11 horas e no dia 27 de agosto às 14 horas.

 

DIAS 31 DE AGOSTO, 01 E 03 DE SETEMBRO
BOAS INTENÇÕES
De Gilles Legrand
“Boas Intenções” gira em torno de Isabelle, uma professora de francês que trabalha em um centro de serviços humanitários e, assim, acaba interagindo com diversos imigrantes que vieram refugiados de seus países. Ao ser convocada para alfabetizá-los, Isabelle se depara com várias dificuldades e aos poucos vai conhecendo as personas por trás das nacionalidades que representam, percebendo que todos aqueles estereótipos criados ao redor das mais diversas culturas do mundo não passam de visões preconceituosas e quebrando gradualmente a maneira xenófoba com que enxergava aquelas pessoas.
O objetivo de “Boas Intenções” é mostrar como uma mulher (europeia, diga-se de passagem) pode aprender a desconstruir seus preconceitos através da convivência com pessoas pertencentes a cultura diferente – tudo isso através do bom humor; o que é apropriado, já que a comédia costuma ser uma forma eficaz de discutir temas sérios.
Gilles Legrand, além de dirigir, assina o roteiro em parceria com Léonore Confino. Ambos fazem de “Boas Intenções” uma obra quase politicamente incorreta mas quando analisarmos profundamente o significado do filme entenderemos o quão quebrado como sociedade nós estamos nos tornando.
Este filme será exibido nos dias 31 de agosto e 1 de setembro às 11 horas e no dia 3 de setembro às 14 horas, no Moviecom Arte.

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Em Chamas, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 14 de dezembro de 2018 0 Comentários

O diretor sul-coreano Chang-Dong Lee é um dos mais aclamados pela crítica e presença obrigatória nos mais importantes festivais de cinema.
O mais recente trabalho do diretor é “Em Chamas”, um drama psicológico de suspense, que se desenvolve em torno de um misterioso desaparecimento e possível assassinato da namorada de um rapaz humilde de uma região rural do país.
O cinema de crime faz parte da carreira do diretor Chang-dong, mas em “Em Chamas” é a possibilidade de ter existido ou não um crime que move a narrativa que nos leva aos limites da certeza para então revelar aspectos que mudam completamente a história.


Em Chamas tem todas as qualidades de um bom suspense. A trama é lenta mas envolve o público desde o início, graças também à excelente interpretação de seu trio de protagonistas, especialmente Yoo Ah-in, numa interpretação perfeita em seu caráter dúbio; e também do carismático Steven Yeun, grande chamariz internacional do filme.


Com sua narrativa profunda e propositalmente inócua, diferente da escola de thrillers sul-coreanos, “Em Chamas” é menos tensão e mais reflexão.

Este é filme da semana no Moviecom Arte e você pode assistir nos dias 15 e 16 de dezembro às 11 horas e no dia 18 de dezembro às 14 horas, no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.
Não recomendado para menores de 14 anos.

Ficha Técnica
Título original: Buh-Ning
Nacionalidade: Coréia Do Sul
Gêneros: Drama, Suspense
Ano de produção: 2018
Estréia: 15 de novembro de 2018 (Brasil)
Duração: 2h 28 min
Classificação: 16 anos
Direção: Chang-dong Lee
Elenco: Gong Yoo, Steven Yeun, Jeon Jong-Seo
Roteiro: Chang-dong Lee, Jungmi Oh, Haruki Murakami
Produção: Soo Jin Hwang, Chang-dong Lee, Joon-dong Lee, Gwang-hee Ok
Trilha sonora: Mowg
Direção de fotografia: Kyung-pyo Hong
Edição: Da-won Kim, Hyun Kim
Produção de design: Jum-hee Shin
Figurino: Choong-yeon Lee
Estúdios: Pine House Film, NHK, Now Films
Distribuição: Pandora Filmes

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Confira os filmes do mês no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 28 de novembro de 2018 0 Comentários

DIAS 01, 02 E 04 DE DEZEMBRO
MUSEU
de Alonso Ruizpalacios

Trazendo o galã mexicano Gael García Bernal em uma de suas melhores performances o longa “Museu”, do diretor Alonso Ruizpalacios, abre a programação de dezembro do Moviecom Arte.
Gael interpreta Juan Núñes, um tolo e jovem funcionário do Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México. De tanto fotografar as relíquias milenares e de valor incalculável do museu, Juan acaba tendo a ideia de roubar algumas delas e convida para tal façanha seu amigo e também atrapalhado Benjamin Wilson, personagem interpretado élo também brilhante Leonardo Ortizgris.
Baseado em fatos reais o filme recria a história de um crime que se deu na noite de Natal de 1985. Os dois jovens invadem o prédio e roubam 140 peças pré-hispânicas de suas vitrines, como a máscara do Rei Pakal. Após o improvável mas bem sucedido roubo eles fogem buscando um comprador para peças tão raras.
A dupla de atrapalhados ladrões é tão adorável que é impossível não torcer por eles no decorrer da trama. A sensibilidade de Alonso Ruizpalacios e o belo roteiro escrito por Manoel Alcalá, constroem com delicadeza o universo do personagem, um rapaz de classe média que mora em uma cidade satélite da Cidade do México.
O roteiro foi premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim deste ano e aborda assuntos “polêmicos” como os males causados pelo colonialismo e pelo capitalismo aos bens culturais e questiona a função social dos museus.
Não recomendado para menores de 16 anos

DIAS 08, 09 E 11 DE DEZEMBRO
INFILTRADO NA KLAN
de Spike Lee

“Infiltrado na Klan” marca o retorno do cultuado diretor norte-americano Spike Lee aos grandes filmes que marcaram sua trajetória no cinema.
Com roteiro desenvolvido pelo próprio Lee junto com Charlie Wachtel, David Rabinowitz e Kevin Willmott, a partir do livro escrito por Ron Stallworth, este filme é uma homenagem a Blacksploitation – um movimento cinematográfico dos EUA que surgiu na década de 70, quando diretores e atores negros começaram a produzir uma série de filmes.,
A trama se passa em 1978 e conta a real história de Ron Stallworth (John David Washington), um policial negro do Colorado que conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan, organização extremista e reacionária que defende temas como a supremacia branca, o nacionalismo branco, a anti-imigração, historicamente expressos através do terrorismo voltado contra negros, judeus e católicos.
Por ser negro obviamente Ron não participava das reuniões do grupo pessoalmente. Quem se apresentava em seu lugar nessas reuniões era seu parceiro e também policial Flip Zimmerman (Adam Driver). Os dois chegam aos níveis mais altos da organização
A obra está recheada de cenas onde o preconceito é representado de uma maneira caricata, mas o que parece loucura é um retrato cada vez mais próximo e fiel da nossa realidade atual e isso faz de “Infiltrado na Klan” um dos filmes mais importantes do ano e foi o vencedor do Grande Prêmio do Juri no Festival de Cannes.
Não recomendado para menores de 14 anos.

DIAS 15, 16 E 18 DE DEZEMBRO
EM CHAMAS
de Chang-Dong Lee

O diretor sul-coreano Chang-Dong Lee é um dos mais aclamados pela crítica e presença obrigatória nos mais importantes festivais de cinema.
O mais recente trabalho do diretor é “Em Chamas”, um drama psicológico de suspense, que se desenvolve em torno de um misterioso desaparecimento e possível assassinato da namorada de um rapaz humilde de uma região rural do país.
O cinema de crime faz parte da carreira do diretor Chang-dong, mas em “Em Chamas” é a possibilidade de ter existido ou não um crime que move a narrativa que nos leva aos limites da certeza para então revelar aspectos que mudam completamente a história.
Em Chamas tem todas as qualidades de um bom suspense. A trama é lenta mas envolve o público desde o início, graças também à excelente interpretação de seu trio de protagonistas, especialmente Yoo Ah-in, numa interpretação perfeita em seu caráter dúbio; e também do carismático Steven Yeun, grande chamariz internacional do filme.
Com sua narrativa profunda e propositalmente inócua, diferente da escola de thrillers sul-coreanos, “Em Chamas” é menos tensão e mais reflexão.
Não recomendado para menores de 14 anos.


DIAS 22, E 23 DE DEZEMBRO
PO
de John Asher

Duas histórias paralelas, intrinsecamente ligadas e influenciando uma à outra. Um garoto autista que cada vez mais se fecha em seu próprio mundo, e seu pai David, que acaba de perder sua esposa e enfrenta o medo de tudo o que vem pela frente.
Essa é a trama de “Po”, o premiado drama dirigido por John Asher.
A dificuldade dos dois personagens em lidar com o mundo à sua volta nos leva a uma profunda reflexão sobre a importância dos vínculos familiares. Uma história triste e repleta de clichês mas também carregada de delicadezas e aprendizado, tornando impossível passar por ela sem se envolver profundamente.
O autismo sempre recebe tratamentos redutivos e condescendentes no cinema, com crianças prodigiosas exibindo excentricidades adoráveis, gênios matemáticos ou musicais deslumbrantes.. “Po” evita essas armadilhas. E é bem realista ao mostrar o pesadelo burocrático, sistemas escolares sobrecarregados, múltiplos terapeutas, a luta com o seguro de saúde e até a insensibilidade dos patrões.
O papel do garoto autista é interpretado pelo ator Julian Feder, em um desempenho que desde o começo cativa até os mais durões dos expectadores, o que lhe rendeu os prêmios de Melhor Ator no Young Artist Awards, WorldFest Houston e Albuquerque Film & Music Experience.
“Po” conta ainda com uma belíssima trilha assinada por ninguém menos que Burt Bacharach, que há 17 anos não compunha uma trilha original para o cinema.


DIAS 29 E 30
O QUEBRA CABEÇAS
de Marc Turtletaub

Baseado no filme Rompecabezas, dirigido pela cineasta argentina Natalia Smirnoff em 2009, “O Quebra Cabeça” é o segundo longa do diretor Marc Turtletaub, mais conhecido por seu trabalho como produtor em filmes como “A Pequena Miss Sunshine” e “Loving”.
O roteiro assinado por Oren Moverman conta a história de uma meticulosa e obcecada dona de casa suburbana, religiosa, dedicada a cuidar da organização e limpeza de seu lar, além de alimentar pontualmente marido e filhos.
Interpretada por Kelly Macdonald, Agnes é uma personagem em busca de um elo de ligação entre a lógica e a emoção. E isso acontece quando em seu aniversário de 40 anos ganha um quebra-cabeças de mil peças e descobre, enfim, seu grande talento matemático e geométrico, que a possibilita resolver rapidamente o desafio.
Isso provoca uma grande reviravolta em sua vida e em seus sentimentos. atingindo seu casamento, o relacionamento com os filhos e a amizade com Robert (Irrfan Khan), aspirante a montador profissional de quebra-cabeças que procura por uma parceira de jogo.
Quando a personagem resolve sair de sua estagnante rotina e ir em direção ao seu sonho, percebe que as peças do seu quebra-cabeças pessoal estavam todas soltas e não mais se encaixavam naquele cenário de antes.
Não recomendado para menores de 12 anos

Atenção nos dias 25 de dezembro e 01 de janeiro não haverá sessão do Moviecom Arte

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O Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP