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O Gênio e o Louco, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 14 de junho de 2019 0 Comentários

Baseado no livro de Simon Winchester, “O Gênio e o Louco” gira em torno da criação do Dicionário Oxford e traz Sean Penn e Mel Gibson interpretando William Chester e John Murray, dois homens ambiciosos que tentam concluir um dos maiores projetos do mundo: a criação do Dicionário Oxford.


Um deles é o Professor que tomou a decisão de iniciar o compilado, em 1857. O outro é o Doutor W.C. Minor que contribuiu com mais de 10.000 verbetes para o dicionário, mesmo estando internado em um hospício para criminosos. Os dois têm suas vidas ligadas pela loucura, genialidade e obsessão.


O desempenho irretocável de Penn e Gibson nos levam para o centro da vida acadêmica na sociedade britânica do século 19, formada por pessoas ávidas por leitura. Os dois personagens históricos interpretados por eles são movidos por uma paixão arrebatadora e pelo grande desafio.


O diretor Farhad Safinia assina também o roteiro ao lado de Todd Komarnicki.
“O Gênio e o Louco” é o filme que o Moviecom Arte arpesenta nos dias 15 e 16 às 11 horas e no dia 18 às 14 horas. Imperdível.

Ficha Técnica
Título no Brasil: O Gênio e o Louco
Título Original: The Professor and the Madman
Gênero: Biografia Drama
País de Origem: Irlanda
Diretor: Farhad Safinia
Roteirista: John Boorman Todd Komarnicki Farhad Safinia
Elenco: Mel Gibson Sean Penn Natalie Dormer Jennifer Ehle Ioan Gruffudd Jeremy Irvine Aidan McArdle Adam Fergus
Ano de produção: 2019
Fotografia: Kasper Tuxen
Trilha Sonora: Bear McCreary
Distribuidora: Imagem Filmes

Receita da semanaReceitasTemperos

Filet Mignon à Wellington

Postado porTemperos de Cinema 25 de março de 2019 0 Comentários

Ganhador de uma enorme lista de prêmios nos principais festivais de cinema da temporada, incluindo o Oscar de Melhor Atriz e o Prêmio Especial do Júri no Festival de Veneza, “A Favorita”, do diretor grego Yorgos Lanthimos, foi todo ambientado na Inglaterra do século XVII.


Exibido recentemente no Moviecom Arte, este filme inspirou a receita desta semana no Temperos de Cinema, Filet Mignon a Wellington, prato típico da cozinha inglesa, apreciado pelo efeito elegante à mesa e irresistível suculência.
O bife wellington homenageia o comandante britânico Arthur Wellesley (1769–1852) que derrotou Napoleão Bonaparte na Batalha de Waterloo, em 1815. Ele recebeu o título de primeiro duque de Wellington – daí o nome do prato – justamente graças às vitórias contra as tropas napoleônicas. Pela extraordinária força física e inflexível vontade, ainda ficou conhecido como o Duque de Ferro (the Iron Duke).
Esse mergulho na história da Inglaterra fica ainda mais saboroso com essa receita especialíssima que a chef Sandra Romansini nos ensina a preparar esta semana.

Filet Mignon a Wellington

Ingredientes:
1 rolo massa folhada grande
800 gramas de filé mignon porcionado e 4 porções de 200g
300 gramas de presunto de
parma fatiado
300 gramas de cogulemo Paris
2 colheres de azeite
1 gema batida
Mostarda dijon a gosto
Pimenta do reino a gosto
Cebola a gosto
Alho a gosto
Sal a gosto

Preparo:
A primeira etapa para preparar um filé Wellington é escolher um bom filé mignon. O filé é uma carne magra, macia e com cozimento rápido. Limpe-o bem retirando as pontas mais finas, o “cordão” e utilize apenas a parte do meio que é mais grossa. E porcione em porções de 200 g.

– A técnica essencial e que será usada durante toda receita para que o filé Wellington tenha um formato perfeito é enrola-lo em plástico filme, para que obtenha um formato redondo bem regular. Deixa na geladeira por 1 hora .
Depois tire o plástico filme.
Aqueça bem
A frigideira com azeite, e grelhe o filé selando de ambos os lados rapidamente.
Retire a carne do fogo, pincele mostarda dijon ao redor de todo o filé mignon e reserve, deixando-o descansar enquanto preparamos o restante dos ingredientes.

Em um processador (caso você não tenha um, pode tentar usar um liquidificador), processe o cogumelo com um pouco de cebola e alho, podendo temperar um pouco com sal e pimenta do reino também. Após, refogue a pasta que irá se formar do cogumelo em uma frigideira sem azeite: o objetivo é retirar o máximo de água possível.

Assim, você verá que a pasta de cogumelo irá soltar água na frigideira, por isso não precisamos de azeite. Deixe essa pasta de cogumelo cozinhar até que toda a água tenha evaporado.

Então em uma superfície plana e coberta com filme plástico – é essencial cobrir a superfície com o filme plástico, pois ele será usado para enrolar o filé – espalhe as fatias do presunto parma, formando uma cama. Esse presunto deverá cobrir toda a peça de filé mignon depois, portanto não economize.

Dica: você pode trocar as fatias de presunto parma por fatias finas de bacon.

Feita essa trança de presunto, cubra-a com a pasta de cogumelo refogado, usando as mãos e uma colher para lhe auxiliar. Posicione a peça de filé mignon sobre a
pasta de cogumelo e disponha sobre a massa folhada enrole apertando bem nas pontas ao terminar.
Faça alguns riscos com uma faca afiada, passe a gema de ovo e leve para assar em forno 180 graus

Quando você ver que já está assado e dourado, retire do fogo e monte o prato.

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Joaquim no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 30 de maio de 2017 0 Comentários

O mais próximo que “Joaquim” chega da clássica imagem do quadro de Pedro Américo e dos livros de História do Brasil, está na abertura, quando a cabeça decapitada de Tiradentes começa a contar a vida do dentista que depois se tornaria o mártir da Inconfidência Mineira.
E se a veracidade dos livros sobre a Inconfidência é questionável, o filme dirigido por Marcelo Gomes foca na vida de Joaquim José da Silva Xavier, o dentista e aventureiro, antes de se tornar o Tiradentes, o mártir e o mito.

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O badalado longa nacional, dirigido por Marcelo Gomes , aborda a história de Tiradentes não pelo viés heroico e sim pelo lado humano do mito , mergulhando nas emoções e sentimentos que o levaram a construir uma consciência humana acerca das estruturas políticas e sociais vividas no Brasil colonial.

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“Joaquim” é uma jornada humanizante e poética que tira o personagem do pedestal, mostrando toda a vivência que o influenciaram até chegar à sua vida política.
Rico em singelezas e belas paisagens, “Joaquim” foi selecionado para concorrer ao Urso de Ouro no Festival de Berlim. Outro ponto forte do filme é a atuação irretocável do ator Julio Machado. Aliás os historiadores dizem que até hoje não se conhece o rosto de Tiradentes, e Julio acabou dando uma identidade definitiva para o herói.

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Jundiaiense nato, Julio Machado estará pessoalmente na exibição de “Joaquim” no Moviecom Arte, dias 03 e 04 de junho, para conversar com os amigos e os fãs.

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Ficha Técnica:
Título: Joaquim
Direção: Marcelo Gomes
Roteiro: Marcelo Gomes
Elenco: Júlio Machado, Karay Rya Pua, Miguel Pinheiro, Nuno Lopes, Antônio Edson, Chico Pelúcio, Diogo Dória, Eduardo Moreira, Isabél Zuaa, Paulo André, Rômulo Braga, Welket Bungué
Gênero: Drama Histórico Biográfico
Países de Origem: Brasil e Portugal
Ano: 2016