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Meu nome é Sara, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de março de 2020 0 Comentários

Sara Góralnik é uma polonesa, judia, cuja família foi morta por nazistas quanto ela tinha apenas 13 anos. Depois de fugir para a Ucrânia, usando a identidade roubada de uma amiga, ela é acolhida por um casal de fazendeiros em uma pequena vila. Até aí, tudo parece correr bem, mas ela descobre que seus novos amigos possuem seus próprios segredos sombrios.
Com uma trama instigante, Meu Nome É Sara, do diretor Steven Oritt, é um drama baseado em fatos reais, feito para emocionar e com boas doses de suspense e controvérsias.


O grande destaque do filme é a atuação de Zuzanna Surowy (seu primeiro trabalho como atriz em um longa-metragem), impecável e com bastante intensidade, fruto da uma boa direção de Oritt, que conduz bem seus personagens.
O casal, vivido por Eryk Lubos e Michalina Olszanska, também atinge um nível excelente de interpretação. O estranho e quase existente triângulo amoroso entre eles se torna a chama que mantém a história viva por mais tempo e o elenco possui uma ótima química em cena.


Além das boas atuações, a direção de arte, sempre complicada em um filme de época, cumpre a função de imergir o espectador na ambientação da trama.
Meu Nome É Sara abre a programação de Março do Moviecom Arte e será exibido nos dias 07 e 08 às 11 horas, e no dia 10 às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título: Meu Nome É Sara
Título Original: My Name Is Sara
País de Origem: EUA e Polônia
Ano: 2019
Direção: STEVEN ORITT
Roteiro: David Himmelstein
Elenco: Zuzanna Surowy, Michalina Olszanska, Eryk Lubos, Konrad Cichon e Pawel Królikowski
Fotografia: Marian Prokop
Montagem: Agneszka Glinska
Música: Lukasz Targosz
Tipo: Drama de guerra
Distribuição: A2Filmes

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A Guerra Pela Perpectiva Feminina

Postado porTemperos de Cinema 31 de janeiro de 2020 0 Comentários

Trazendo a perscpectiva feminina para o tema da guerra, em Filhas do Sol a cineasta Eva Husson mostra uma visão muito peculiar sobre o conflito no Curdistão. No centro da trama estão duas personagens fortes. Uma delas é Mathilde (Emmanuelle Bercot), uma jornalista tarimbada, acostumada a transitar entre escombros e a se esquivar de projéteis e minas. Ela é a testemunha, aquela que, além da câmera, carrega as marcas do trabalho.


A outra é Bahar (Golshifteh Farahani), líder do batalhão de mulheres, combatente feroz que investiga locais em busca do filho sequestrado, toma à frente das iniciativas, expondo a importância da maternidade como vínculo essencial (motriz) à determinação de seguir em frente. Ambas são mães e a despeito dos mundos diferentes em que vivem, possuem suas similaridades.


O que Filhas do Sol tem de mais potente é a capacidade de esquadrinhar o feminino nesse contexto dominado por homens. Elas sofrem toda sorte de infortúnios, ainda mais numa circunstância como aquela em que a força bruta, supostamente um predicado deles, é determinante para que vitórias sejam conquistadas.


Filhas do Sol é o filme que abre a programação de fevereiro do Moviecom Arte e será exibido nos dias 01 e 02 de fevereiro às 11 horas e no dia 04 às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título original: Les Filles du soleil
Nacionalidade: França
Gênero: Drama
Ano de produção: 2018
Estréia: 26 de setembro de 2019 (Brasil)
Duração: 1h 51min
Classificação: 16 anos
Direção: Eva Husson
Roteiro: Eva Husson
Trilha sonora: Morgan Kibby
Direção de fotografia: Mattias Troelstrup
Edição: Emilie Orsini
Direção de elenco: El Amrani Bahijja
Direção de arte: David Bersanetti
Figurino: Marine Galliano, Simon Matchabeli
Distribuição: California Filmes