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O Amor Além Das Aparências

Postado porTemperos de Cinema 20 de fevereiro de 2018 0 Comentários

A vida como ela é, sem retoques, sem caricaturas e sem hipervalorizar as decepções. “Lola Pater”, do francês Nadir Moknèche, fala sobre escolhas, do medo do inusitado e das descobertas em uma relação, salientando a importância do respeito e da tolerância.


“Lola Pater” conta a história de um encontro entre pai e e filho, após muitos anos de uma separação inexplicada. Zino, um motoqueiro de 27 anos que trabalha em uma Paris, após a morte de sua mãe, resolve sair em busca de seu desconhecido de seu pai Farid, que há anos teria abandonado a família para regressar a seu país de origem, a Argélia.
Nessa busca Zino descobre que Farid nunca voltou ao país natal, não se divorciou de sua mãe (que sempre soube de tudo) e se tornou uma mulher transexual, a professora de dança Lola. Mas essa não é a única surpresa. Lola é uma transexual que gosta de mulheres.


Essa discussão sobre identidade de gênero e sexualidade, muito em alta nos últimos tempos, revela como o assunto ainda causa estranheza e desconforto, levando uma pessoa a afastar-se daqueles que ama e se esconder da sociedade para poder viver como realmente deseja.
A reconexão de pai e filho obedece a passagens obrigatórias (rejeição, negação e aceitação), mas é terna. Zino e Lola se reconhecem, com um pouco de dor, sem sobressaltos ou histrionismos, e se aceitam, sem a obrigação de entender o outro.
A personagem é maravilhosamente interpretada por Fanny Ardant mas a escolha de uma mulher para fazer o papel de uma transexual rendeu muita polêmica.

Ficha Técnica
Título original: LOLA PATER
Direção: Nadir Moknèche
Roteiro: Nadir Moknèche
Elenco: Fanny Ardant, Tewfik Jallab, Nadia Kaci
Música: Pierre Bastaroli
Fotografia: Jeanne Lapoirie
Gênero: Drama
País: França
Ano: 2017
Duração: 95 minutos
Classificação: 14 anos
Distribuidora: Imovision

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Verão de 1993 no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 24 de janeiro de 2018 0 Comentários

Representando a Espanha no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, “O Verão de 1993”, foi um dos grandes destaques do Festival de Cinema do Rio e é o filme da semana no Moviecon Arte.
Escrito e dirigido pela estreante Carla Simón, vem sendo aclamado como uma pequena obra prima do cinema contemporâneo, por seu roteiro brilhante e o incrível trabalho de direção do elenco, sobretudo do núcleo mirim.

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Partindo de uma uma história autobiográfica e misturando a ela memórias afetivas, episódios reais, verdades construídas e muita imaginação, Carla Simón conta a história da pequena Frida (Laia Artigas), uma criança de 6 anos e em crise depois de perder o pais em decorrência da AIDS, uma doença que ela ainda não é capaz de compreender.

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A garota é obrigada a mudar-se de Barcelona para uma cidade no interior da Catalunha, onde vivem seus tios. Apesar do afeto e compreensão da família, Frida manifesta um comportamento agressivo, especialmente com a prima mais nova.
“O Verão de 1993” mostra que só o tempo pode explicar algumas coisas e curar outras.

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Este filme fecha a programação de janeiro do Moviecom Arte e será exibido nos dias 27 e 28, sábado e domingo, sempre as 11 horas no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.


Ficha Técnica:
Título: VERÃO 1993
Título Original: ESTIU 1993
País de Origem: ESPANHA
Ano de Produção: 2017
Direção: CARLA SIMÓN
Roteiro: CARLA SIMÓN
Elenco: LAIA ARTIGAS, PAULA ROBLES, BRUNA CUSÍ, DAVID VERDAGUER, PAULA BLANCO, ETNA CAMPILLO, JORDI FIGUERAS, BERTA PIPÓ, FERMÍ REIXACH, ISABEL ROCATTI, MONTSE SANZ
Distribuição: Supo Mungam Films

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Mulheres Divinas Vão à Luta

Postado porTemperos de Cinema 17 de janeiro de 2018 0 Comentários

O comecinho dos anos 70 foi tudo, menos calmo. No mundo inteiro bombas metafóricas e também as reais explodiam, milhões marchavam em manifestações, muitos enfrentavam violentamente a polícia, gritos nas ruas e no rock’n’roll, gritos nas artes em geral, a contracultura derrubava conceitos, o amor livre decretava a revolução sexual, Stonewall reverberava dando voz e visibilidade à causa gay, a pílula anticoncepcional destruia o mito do sexo com fins reprodutivos… e as mulheres decidiram sair definitivamente das sombras e queimaram sutiãs em praças públicas.

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Longe dos grandes centros urbanos essa agitação perdia em intensidade mas não em força. É o que nos mostra a diretora Petra Biondina Volpe em “Mulheres Divinas” que mostra um pequeno e feroz grupo de donas de casa lutando pelo direito ao voto em uma pequena aldeia no interior da Suíça.

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Lideradas pela jovem Nora (Marie Leuenberger), que até então vivia tranquilamente com seu marido e dois filhos, o pitoresco grupo literalmente causa todas em sua campanha pela igualdade de direitos.

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“Mulheres Divinas” fala sobre o tema com coerência e sem se tornar um chato e cansativo filme sobre ideologias.
Representante da Suíça para o Oscar 2018 na categoria Filme Estrangeiro, “Mulheres Divinas” é o filme da semana no Moviecom Arte e você poderá assistir nos dias 20 e 21 de janeiro no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí, sempre às 11 horas.


Ficha Técnica
Título: Mulheres Divinas
Título Oiginal: Die Gttliche Odnung
Direção: Petra Biondina Volpe
Elenco: Marie Leuenberger, Maximilian Simonischek e Rachel Braunschweig
País: Suíça
Gênero: Dama
Ano de produção: 2017
Distribuição: Mares Filmes

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Uma Mulher Fantática no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 10 de janeiro de 2018 0 Comentários

Triângulos amorosos estão presente na literatura, cinema e na música desde sempre e esse é o ponto de partida do roteiro do filme “Uma Mulher Fantástica”, premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim.

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Dirigido pelo argentino Sebastián Lelio, este filme vai muito além do drama passional e aborda de maneira muito contundente o preconceito. A mulher fantástica do filme é Marina, uma garçonete e cantora de boate, que é a outra nesse triângulo amoroso e também uma transexual.

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De amante à oficial, ela vive por um curto tempo o que talvez fosse seu ideal de vida perfeita, até que após uma noite de amor, seu companheiro morre. E começa então o calvário da personagem, que se torna suspeita de crime e passa por todo tipo de humilhação junto à polícia e a família do falecido.

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Sempre sóbria e discreta, dona de uma força sobrenatural expressa em seu olhar, Marina não se vitimiza diante da intolerância, ignorância e hipocrisia. Interpretada por Daniela Vega uma atriz e cantora lírica que também é trans, o que confere à personagem uma dimensão que supera a ficção.

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Este é o filme da semana no Moviecom Arte e será exibido nos dias 13 e 14 de janeiro, às 11 horas, no Moivecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.


Ficha Técnica
Título: Uma Mulher Fantástica
Título Original: Una Mujer Fantástica
Direção: Sebastián Lelio
Elenco: Daniela Vega, Francisco Reyes, Luis Gnecco e Aline Küppenheim
País de Origem: Chile
Gênero: Drama
Ano: 2017
Classificação: 14 anos
Distribuição: Imovision

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O Outro Lado da Esperança

Postado porTemperos de Cinema 3 de janeiro de 2018 0 Comentários


O drama dos refugiados em todo o mundo é um tema que muitos diretores vem abordando nos últimos anos. Entre outros filmes, exibimos no mês passado o documentário “|Human Flow”, de Ai Weiwei, falando sobre esse assunto.
E não é para menos, segundo dados da ONU em 2015 já se contabilizava mais de 65 milhões de refugiados em todo mundo. Pessoas fugindo de guerras, da fome e da miséria, bem como de governos opressores.
Esse tema cai como uma luva para o diretor finlandês Aki Kaurismäki que tem sua filmografia quase sempre falando de uma Finlândia de onde todos desejam fugir. Dono de um estilo instigante, a beleza de seus filmes se deve em grande parte à extrema simplicidade estética, à precisão de seus enquadramentos e da narração sofisticada, com muitas referências aos anos 70.

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Abrindo a temporada 2018 o Moviecom Arte orgulhosamente apresenta “O Outro Lado da Esperança”, o 17º longa de Aki Kaurismäki, que conta história de Khaled (Sherwan Haji), um refugiado sírio que chega clandestinamente à Helsinque depois de percorrer vários países. Com seu visto de asilo negado ele é preso mas foge e passa a viver ilegalmente no país, sempre em busca de uma irmã desaparecida.

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O que Kaurismäki mostra em “O Outro Lado da Esperança” vai além do drama dos refugiados. Ele expõe de forma bastante irônica e anarquista a instabilidade social nos países europeus, o medo do terrorismo e o avanço do conservadorismo e dos nacionalismos.

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Esse é o filme da semana no primeiro Moviecom Arte de 2018 e será exibido nos dias 06 e 07 de janeiro, Sábado e Domingo, às 11 horas da manhã no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.

Ficha Técnica:
Nome: O outro lado da esperança
Nome Original: Toivon tuolla puolen
País de Origem: Finlândia
Ano de produção: 2017
Gênero: Comédia dramática
Duração: 100 min
Classificação: 12 anos
Direção: Aki Kaurismäki
Elenco: Ville Virtanen, Kati Outinen, Tommi Korpela

Distribuição: Imovision

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Victoria e Abdul no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 7 de dezembro de 2017 0 Comentários


O diretor inglês Stephen Frears fez uma longa carreira na TV inglesa antes de chegar aos cinemas, fato que se deu nos anos 80 quando integrou o grupo de cineastas do novo cinema britânico junto com Derek Jarman e Mike Leigh, entre outros.
Desta época são alguns de seus filmes mais icônicos: “Minha Adorável Lavanderia” (1985), “O Amor Não Tem Sexo” (1987) e “Sammy and Rose Get Laid” (1987). Filmes que o levariam a Hollywood e ao Oscar com o grande sucesso de “Ligações Perigosas” (1988) e “Os Imorais” (1990).
O sucesso no entanto não subiu à cabeça de Frears e ele optou por voltar para o cinema inglês e continuar a trabalhar sem a pressão dos grandes estúdios e manter-se fiel a seu estilo. Sua produção intensa é marcada por obras primas como “A Van” (1996), “Alta Fidelidade” (2000), “Coisas Belas e Sujas” (2003), “A Rainha” (2006) e “Florence: Quem é Essa Mulher?” (2016), que você viu recentemente aqui no Moviecom Arte.

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Agora Stephen Frears volta à nossa programação com uma história baseada em fatos reais, que inspiraram o livro escrito por Shrabani Basu, sobre a amizade da Rainha Victoria e e um serviçal indiano e muçulmano de nome Abdul.  Uma amizade apagada dos livros de história após a morte da rainha, como se essa relação pudesse manchar a imagem da soberana.  
“Victoria e Abdul, O Confidente da Rainha” nos revela o que a verdadeira amizade supera barreiras políticas, culturais, raciais e sociais. E também as polêmicas, é claro.

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Frears adora uma trama de época e sabe como poucos dosar elementos para obter resultados suaves e ao mesmo tempo contundentes, sempre com muita classe. Em “Victoria e Abdul…” ele consegue fazer o público chorar e rir ao mesmo tempo. Ao invés de transformar a obra em um filme panfletário, Frears limita-se a contar a história e nos mostra como qualquer discussão política sobre o assunto é infinitamente menor que o valor da verdadeira amizade.

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Interpretando a Rainha Victória temos a grande dama do cinema britânico, Judi Dench, simplesmente soberana aos 82 anos. Esta não é a primeira vez que a diva trabalha com Frears, ela estrelou “Sra. Henderson Apresenta” (2005). E também não é a primeira vez que ela é escolhida para ser a Rainha Victória em suas relações com serviçais, ela já o fez em “Sua Majestade, Mrs. Brown” 91998), de John Madden, que fala sobre a amizade da rainha com o mais fiel serviçal do finado príncipe Albert.

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“Victoria e Abdul, O Confidente da Rainha”, é o filme da semana no Moviecom Arte, com exibição nos dias 09 e 10 de dezembro às 11 horas e no dia 12 de dezembro às 14 horas.

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Ficha Técnica:
Título: Victoria e Abdul, O Confidente da Rainha
Tílulo Original: Victoria and Abdul
Gênero: Drama
Origem: Reino Unido
Direção: Stephen Frears
Distribuidor: Universal Pictures
Ano: 2017
Elenco: Judi Dench, Ali Fazal, Michael Gambon, Olivia Williams, Eddie Izzard, Adeel Akhtar

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A Trama, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 30 de novembro de 2017 0 Comentários


A juventude é um objeto de estudo significativo para entender o momento histórico em que estamos inseridos. Em “A Trama” o diretor francês Laurent Cantet, conhecido por seus filmes críticos sobre a política de seu país, acompanha sete jovens que buscam adentrar o mercado de trabalho fazendo uma oficina com uma renomada escritora em uma pequena e decadente cidade praiana.

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Um dos jovens se destaca por seu comportamento agressivo que destoa dos outros que estão participando dessa mesma oficina, chamando a atenção da escritora, criando um clima tenso entre todo o grupo.
Nesse macrocosmo a arte e a política estão interligadas. Quando Antoine, por exemplo, sugere histórias violentas, ele é questionado se tem consciência das implicações políticas que uma obra com essas características pode representar. E, ao mesmo tempo em que se diz apolítico, o jovem apresenta uma conexão com amigos e certos ideais associados a extrema direita.

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“A Trama” fechou a 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e é o filme da semana no Moviecom Arte, com exibições nos dias 02 e 03 de dezembro às 11 horas e no dia 05 de dezembro às 14 horas.

Ficha Técnica:
Nome: A trama
Nome Original: L’atelier
Origem: França
Ano de produção: 2017
Gênero: Suspense, Drama
Duração: 113 min
Classificação: 12 anos
Direção: Laurent Cantet
Elenco: Marina Foïs, Matthieu Lucci, Warda Rammach
Distribuição: Esfera Filmes

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Manifesto no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 21 de novembro de 2017 0 Comentários

No Brasil recente a Arte está no centro de discussões calorosas e controversas, expondo muito além do conhecimento (ou a falta dele) do grande público sobre essa importante e complexa atividade humana que manifesta ideias e registra nossa evolução através dos tempos.
Esse cenário não poderia ser mais interessante para o lançamento de um filme que trata justamente dos manifestos de arte e suas aplicações na sociedade contemporânea.

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“Manifesto”, filme do diretor alemão Julian Rosefeldt, não vem para elucidar nada disso mas talvez para confundir ainda mais. Composto de monólogos interpretados pela diva Cate Blanchett, “Manifesto” brinca com vários manifestos, de Lars von Trier a Tristan Tzara, provocando uma boa reflexão sobre a vanguarda da arte, aproximando-a e contrapondo-a a movimentos de outros períodos da história.

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Cate Blanchett dá um show à parte, levando todo o filme e interpretando 13 personagens completamente diferentes, nos presenteando com sua versatilidade e uma sensibilidade ímpar para compor personagens.
O filme estreou com uma certa polêmica mas caiu direto no gosto dos intelectuais, cinéfilos e admiradores da Arte. Com certeza, este é um filme que você dificilmente verá no circuito comercial.

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Este é o filme da semana no Moviecom Arte, dias 25 e 26 de novembro às 11 horas e dia 28 de novembro às 14 horas.

Ficha Técnica
Direção: Julian Rosefeldt
Gênero: Drama
Roteiro: Julian Rosefeldt
Fotografia: Christoph Krauss
País de Origem: Alemanha e Austrália
Elenco: Andrew Upton, Carl Dietrich, Cate Blanchett, Ea-Ja Kim, Erika Bauer, Hannelore Ohlendorf, Jimmy Trash, Marie Borkowski Foedrowitz, Marina Michael, Ottokar Sachse, Ralf Tempel, Ruby Bustamante
Distribuidora: Mares Filmes

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Rock’n’Roll, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 15 de novembro de 2017 0 Comentários

O real e a ficção se misturam na comédia romântica Rock’n’Roll – Por Trás da Fama, do diretor francês Guillaume Canet, que também interpreta o personagem principal ao lado de sua mulher, a diva Marion Cotillard.

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No filme eles interpretam um casal de atores que se conhece e se envolve durante a produção de um filme. A intimidade do casal se mistura a de seus personagens e também ao casal da vida real.
Segundo o diretor, que também assina o roteiro junto de Rodolphe Laupe e Philippe Lefebvre, “Rock’n roll — Por trás da fama” nasceu da constatação de que as pessoas têm uma percepção muito equivocada da verdadeira rotina dos artistas. Sua primeira intenção era fazer um documentário, que depois virou essa ficção.

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O filme não faz uma reflexão muito profunda sobre o assunto, mas cumpre com perfeição o papel de fazer rir e se emocionar com as particularidades e excentricidades que, afinal de contas, fazem parte da vida de todos os casais.
Este é o filme da semana no Moviecom Arte, dias 18 e 19 de novembro às 11 horas e dia 21 de novembro às 14 horas

Ficha Técnica
Título: Rock’n Roll – Por trás da fama
Título Original: Rock’n Roll
País de Origem: França
Ano de produção: 2016
Gênero: Drama, Comédia
Direção: Guillaume Canet
Elenco: Guillaume Canet, Marion Cotillard, Philippe Lefebvre

Distribuição: Mares filmes

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Uma Razão Para Recomeçar, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 8 de novembro de 2017 0 Comentários

Uma história de amor, superação e muitas lágrimas, “Uma Razão Para Recomeçar” de Drew Waters, é um drama romântico daqueles que marejam os olhos até dos mais durões.
Jonathan Patrick Moore e Erin Bethea, são os protagonistas da trama que conta a história de um casal que se conhece desde a infância e vivem um amor que sobreviveu a várias provas ao longo dos anos e que agora, quando estão casados e construindo uma família, são colocados novamente em teste depois de uma tragédia.

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Se a fórmula não é exatamente nova e original, Drew Waters consegue trazer de volta para as telas, com roupagem atualizada, aqueles filmes onde as pessoas se enxergam em personagens comuns e em histórias possíveis de acontecer a qualquer pessoa.
Jonathan Patrick Moore e Erin Bethea não são atores estreantes mas também não são grandes estrelas de Hollywood. E talvez tenha sido esse um dos maiores acertos do diretor, trazendo dois rostos recém tirados do mundo real, o que confere ainda mais autenticidade ao drama. E a sintonia dos dois também é um dos pontos altos do filme.

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“Uma Razão Para Recomeçar” é o filme da semana no Moviecom Arte com exibição nos dias 11 e 12 de novembro às 11 horas e dia 14 de novembro às 14 horas.

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Ficha Técnica:
Título original: New Life
Título em Português: Uma Razão Para Recomeçar
País: Estados Unidos
Ano: 2016
Direção: Drew Waters
Roteiro: Erin Bethea, Candice Irion, Josh Spake, Drew Waters
Elenco: Jonathan Patrick Moore, Erin Bethea, Terry O’Quinn, Bill Cobbs , James Marsters
Distribuição: Cineart

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