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A Vida em Si, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 4 de janeiro de 2019 0 Comentários

As relações humanas são uma eterna fonte de inspiração para a literatura, teatro e cinema, pois é dentro das nossas relações que expressamos e exercemos as nossas singularidades.


Dan Fogelman tem se aprofundado nesse tema. Criador da série This is Us, que aborda as dificuldades embutidas nas relações humanas, é ele o diretor de “A Vida em Si”, um drama que parece uma versão para o cinema da série televisiva,
No centro da trama, temos o relacionamento de Will (Oscar Isaac) e Abby (Olivia Wilde), que estão prestes a construir uma família. Mas a história dos dois se desdobra em outras 3, contadas em épocas, lugares, personagens e situações completamente diferentes, todas conectadas através de um evento marcante.


Apesar da duração do filme, “A Vida em Si” se aprofunda em questões que vão além de amor, passando por educação, profissão e cotidiano. O roteiro também assinado por Dan Fogelman consegue desenrolar as particularidades de cada protagonista dentro de situações claramente viáveis no mundo real, que muitos de nós já vivenciamos.
O elenco super vipado traz ainda Antonio Banderas e narração de Samuel L. Jackson.

Assista “A Vida Em Si” no Moviecom Arte do Moviecom Cinemas – Maxi Shopping Jundiaí, nos dias 05 e 06 às 11 horas e no dia 08 às 14 horas.

Ficha Técnica
Título: A Vida Em Si
Título Original: Life Itself
Direção: Dan Fogelman
Roteiro: Dan Fogelman
Fotografia: Brett Pawlak
Trilha Sonora: Federico Jusid
Elenco: Adrian Marrero, Àlex Monner, Annette Bening, Antonio Banderas, Caitlin Carmichael, Charlie Thurston, Gabby Bryan, Isabel Durant, Jake Robinson, Jean Smart, Jordana Rose, Kya Kruse, Laia Costa, Lorenza Izzo, Mandy Patinkin, Olivia Cooke, Olivia Wilde, Oscar Isaac, Samuel L. Jackson, Sergio Peris-Mencheta
Distribuidora: Paris Filmes

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O Quebra Cabeças, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 27 de dezembro de 2018 0 Comentários

Baseado no filme Rompecabezas, dirigido pela cineasta argentina Natalia Smirnoff em 2009, “O Quebra Cabeça” é o segundo longa do diretor Marc Turtletaub, mais conhecido por seu trabalho como produtor em filmes como “A Pequena Miss Sunshine” e “Loving”.


O roteiro assinado por Oren Moverman conta a história de uma meticulosa e obcecada dona de casa suburbana, religiosa, dedicada a cuidar da organização e limpeza de seu lar, além de alimentar pontualmente marido e filhos.
Interpretada por Kelly Macdonald, Agnes é uma personagem em busca de um elo de ligação entre a lógica e a emoção. E isso acontece quando em seu aniversário de 40 anos ganha um quebra-cabeças de mil peças e descobre, enfim, seu grande talento matemático e geométrico, que a possibilita resolver rapidamente o desafio.


Isso provoca uma grande reviravolta em sua vida e em seus sentimentos. atingindo seu casamento, o relacionamento com os filhos e a amizade com Robert (Irrfan Khan), aspirante a montador profissional de quebra-cabeças que procura por uma parceira de jogo.
Quando a personagem resolve sair de sua estagnante rotina e ir em direção ao seu sonho, percebe que as peças do seu quebra-cabeças pessoal estavam todas soltas e não mais se encaixavam naquele cenário de antes.


“O Quebra Cabeças” é o filme da semana no Moviecom Arte e encerra em grande estilo a nossa programação de 2.018. Ele será exibido nos dias 29 e 30 de dezembro, sempre às 11 horas, no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.
Não teremos a sessão da terça-feira às 14 horas devido ao feriado de 1º de janeiro.

Ficha Técnica
Título: O Quebra Cabeças
Título original: Puzzle
Direção: Marc Turtletaub
Elenco: Kelly Macdonald, Irrfan Khan, Abigail Friend, Alison Linkov, Audrie Neenan, Austin Abrams, Barry Godin, Bubba Weiler, Collin Grubbs e Daniel Stewart Sherman
Fotografia: Christopher Norr
Trilha Sonora: Dustin O’Halloran
País: Estados Unidos
Gênero: drama
Ano de produção: 2018
Duração: 103 minutos
Distribuição: Sony Pictures Brasil
Não recomendado para menores de 12 anos

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Um Banquete Para Fechar 2.018 Com Chave De Ouro

Postado porTemperos de Cinema 14 de dezembro de 2018 0 Comentários

A confraria Temperos de Cinema encerrou a temporada de jantares de 2018 em grande estilo.
O filme que inspirou o cardápio e o figurino dos confrades foi “Vatel, Um Banquete Para o Rei”, um clássico do diretor franco-britânico Roland Joffé lançado em 2.000. Estrelado por Gèrard Depardieu, Uma Thurman, Tim Roth e Julian Sands, este é um filme de época que se passa em 1671, na corte do Rei Luiz XIV.

Os confrades entraram no clima e mais uma vez capricharam no figurino, para recriar um pouco do clima da realeza francesa de de 1600.

E como o tema era um banquete, o cardápio não fez por menos.  Os Chefs Rui Otanari e Sandra Romansini arrasaram na escolha dos pratos , trazendo as delícias e a sofisticação da culinária francesa.

Isso tudo para fechar com chave de ouro a programação da confraria em 2.018. Ano que vem tem mais! Muito mais! Desejamos a todos ótimas festas e um ano novo repleto de sucesso, muita alegria, bons filmes e boa comida!

CARDÁPIO
Menu
Potage
Moule Rouge (Sopa de mexilhões vermelhos)
Relevè
Terrine à L’oseile (Terrine de vegetais com azedinha)
Entrements
Poisson Rouge au Sauce Hollandaise, Pomme aux Duchese (Filet de Arenque ao molho Holandaise, acompanhado de batatas assadas)
Crépine Faisan aux sauce Volaille (Mousseline de Faisão ao molho de cogumelos)
Dessert
Saint Honore

SINOPSE E FICHA TÉCNICA DO FILME
O ano é 1671 e o rei Luís XIV (Julian Sands) vive em Versailles. No norte da França, o Príncipe de Condé (Julian Glover), enterrado em dívidas, planeja uma solução para fazer com que não só ele mas toda a província fique livre das dívidas: ele decide convidar o rei para passar um final de semana recheado de iguarias e entretenimento. Se o Príncipe conseguir cair nas graças do rei, toda a região será salva do desastre econômico. Porém, apenas um homem poderá preparar um banquete suntuoso e ainda cuidar da diversão real: François Vatel, o mordomo do Príncipe. Mas em meio a todo o trabalho resultante da preparação para a visita real, Vatel se apaixona pela bela Anne de Montausier (Uma Thurman), o que atrapalha os planos do Príncipe de Condé.


FICHA TÉCNICA

Título: Vatel, Um Banquete Para o Rei
Produção : França/Inglaterra – 2000
Diretor: Roland Joffé
Roteiro: Jeanne Labrune
Fotografia: Robert Fraisse.
Música Original: Ênio Morricone
Elenco: Gèrard Depardieu, Uma Thurman, Tim Roth e Julian Sands

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A Ilha dos Cachorros, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 14 de novembro de 2018 0 Comentários

Um dos mais badalados cineastas europeus da atualidade, Wes Anderson construiu sua carreira sempre fiel a seu estilo marcado pelo visual excêntrico e um estilo de narrativa próprio.
Não por acaso, Anderson se tornou o queridinho das grandes estrelas e também das grandes grifes, dirigindo filmes para a Prada, Sony, AT&T e outras.


Em “A Ilha dos Cachorros” Wes Anderson criou um simpático elenco de caninos para abordar temas como xenofobia, polarização e militarização. Temas cada vez mais recorrentes no cinema contemporâneo.
Usando uma técnica de animação que evoluiu de seu trabalho anterior, o “Grand Hotel Budapest”, este filme é visualmente impecável e com uma estética ultra moderna.


“A Ilha dos Cachorros” vem carregado de referências bem ao estilo de Anderson que desta vez mostra uma nítida influência da cultura japonesa e nos filmes de animação de Hayao Miyazaki.
Na trama, o prefeito de Megasaki resolve banir todos os cães dessa cidade fictífica japonesa. Tirânico e fã de gatos, ele envia os cachorros para uma ilha cheia de lixo. Segundo ele, o objetivo é evitar que o surto de gripe canina prejudique os humanos.


O sobrinho órfão do político não gosta da ideia de perder seu animal de estimação. Então, o garoto de 12 anos sai em busca de seu cachorro Spots, acompanhado de outros cães da ilha.
Outro detalhe curioso do filme é a personagem chamada Yoko Ono e que é dublada pela própria Yoko Ono. Dando suas vozes aos persoNAgens de animação estão também: F. Murray Abraham, Scarlett Johansson, Tilda Swinton e Akira Ito, entre muitas outras celebridades do cinema.
Você não pode perder “A Ilha dos Cachorros”, de Wes Anderson, no Moviecom, dias 17 e 18 às 11 horas e no dia 20 às 14 horas.

Ficha Técnica

Título no Brasil; Ilha dos Cachorros
Título original: Isle of Dogs
Gênero: Animação Comédia Aventura Drama Ficção Fantasia
Duração: 105 min
País: EUA
Diretor: Wes Anderson
Roteirista: Wes Anderson, Roman Coppola, Jason Schwartzman e Kunichi Nomura
Elenco: Bryan Cranston, Edward Norton, Bill Murray, Jeff Goldblum, Kunichi Nomura, Ken Watanabe, Greta Gerwig, Frances McDormand, Courtney B. Vance, Fisher Stevens, Nijiro Murakami, Harvey Keitel, Koyu Rankin, Liev Schreiber, Bob Balaban, Scarlett Johansson, Tilda Swinton, Akira Ito, Akira Takayama, F. Murray Abraham, Yojiro Noda, Mari Natsuki, Yoko Ono e Frank Wood
Fotografia: Tristan Oliver
Trilha Sonora: Alexandre Desplat
Montagem: Edward Bursch, Ralph Foster, Andrew Weisblum
Design de Produção: Paul Harrod, Adam Stockhausen
Distribuição: Fox Film do Brasil

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Uma Noite de 12 Anos, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 9 de novembro de 2018 0 Comentários

Relembrar o passado para que o futuro não mais se corrompa, esta é a proposta de “Uma Noite em 12 Anos”, do diretor uruguaio Álvaro Brechner.


O filme conta a história de três jovens, líderes de um grupo que se opunha ao governo militar no Uruguai, os escritores e jornalistas Eleuterio Fernández Huidobro e Mauricio Rosencof, e o agricultor e político José Alberto Mujica Cordano (que mais tarde se tornou presidente do Uruguai). Eles foram presos e violentamente torturados durante 4.500 dias.


A trama nos transporta para dentro desse pesadelo real, testemunhando as barbaridades que aconteciam nos porões da ditadura. Trata-se de um drama bastante pesado e tudo fica ainda mais intenso ao sabermos que as situações reproduzem fatos reais, ocorridos em um passado não muito distante, aqui mesmo pertinho da gente.


Em época de certa amnésia sobre os desmandos e crimes cometidos pelos militares inclusive aqui no Brasil, este filme é um registro histórico esclarecedor, estarrecedor e por isso mesmo obrigatório.
O elenco é liderado por 3 grandes atores sul americanos: Alfonso Tort, Chino Darín e Antonio de la Torre. Eles se submetem a severas transformações físicas para dar ainda mais veracidade à narrativa.
Indicado para representar o Uruguai no Oscar 2019, “Uma Noite em 12 Anos” é o fime que o Moviecom Arte apresenta nos dias 10, 11 e 13 de novembro.

Ficha Técnica
Título: Uma noite de 12 anos
Título original: La noche de 12 años
País: Uruguai, Argentina e Espanha
Gênero: Drama
Ano de produção: 2018
Duração: 122 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Alvaro Brechner
Elenco: Antonio de La Torre, Chino Darín e Alfonso Tort
Distribuição: Vitrine Filmes

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O Amante Duplo, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 11 de agosto de 2018 0 Comentários

François Ozon é um diretor que trabalha loucamente, lançando praticamente um filme por ano a mais de 20 anos. Aclamado como um dos nomes mais importantes do cinema francês contemporâneo, seus filmes geralmente trazem uma abordagem psicanalítica sobre as relações humanas.


“O Amante Duplo”, é um filme ousado desde a primeira cena que mostra em um close impactante um exame ginecológico. A trama conta a história de uma relação amorosa anti-ética e políticamente incorreta entre um psicanalista e uma jovem ex-paciente, e ganha corpo quando surge um irmão gêmeo e também psicanalista mas de temperamento agressivo.


Em uma interessante homenagem ao diretor norte-americano Brian de Palma, Ozon constrói um thriler erótico e de suspense que prende a atenção do começo ao fim, manipulando o público com um roteiro inteligente onde as revelações nunca são suficientes para desvendar o mistério.
Você não pode perder “O Amante Duplo”, a mais recente obra François Ozon, que o Moviecom Arte exibe nos dias 11 e 12 de agosto às 11 horas e no dia 14 de agosto às 14 horas.

Ficha Técnica

Título: O Amante Duplo
Título original: L’Amant Double
Nacionalidades: França, Bélgica
Gêneros: Suspense, Drama, Erótico
Ano de produção: 2017
Estréia: 21 de junho de 2018 (Brasil)
Duração: 1h 47min
Classificação: 18 anos
Direção: François Ozon
Roteiro: François Ozon, Joyce Carol Oates, Philippe Piazzo
Produção: Eric Altmayer, Nicolas Altmayer
Trilha sonora: Philippe Rombi
Direção de fotografia: Manuel Dacosse
Edição: Laure Gardette
Design de produção: Sylvie Olivé
Direção de arte: Lilith Bekmezian
Decoração de set: Julien Tesseraud
Figurino: Pascaline Chavanne
Estúdios: Mandarin Films, FOZ, Mars Films, Playtime, France 2 Cinéma, Canal+,France Télévisions
Distribuição: California Filmes

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Jantar da Confraria Temperos de Cinema em Casablanca

Postado porTemperos de Cinema 2 de agosto de 2018 0 Comentários

No dia 27 de julho realizamos mais um jantar da Confraria Temperos de Cinema e, desta vez, a inspiração foi o filme Casablanca, um clássico do cinema que sobrevive ao tempo e sempre será um filme magnífico.

A realização desse jantar transformou o Condomínio Jatobás na cidade marroquina que dá nome ao filme. E não faltaram muitas Ingrid Bergmans e Humphrey Bogarts, pois o membros dessa confraria leva nossos jantares temáticos muito a sério.

Casablanca é um importantíssimo porto da África e uma cidade muito generosa e acolhedora, assim como o Rui e a Fátima que recebem os confrades para os jantares da Confraria.
O filme “Casablanca”, ambientado e lançado no auge da Segunda Guerra Mundial, mostra que sair de lá era um problema, principalmente se você fosse procurado pelos nazistas. Já do nosso jantar inspirado em “Casablanca”, é difícil sair, principalmente se você gosta de uma boa mesa, pois o cardápio da Sandra Romansini e a carta de vinhos prendem do começo ao fim.
Nesse jantar memorável a entrada foi uma deliciosa salada de morangos e kiwi, sobre um cama de cuscus marroquino, com molho de iogurte, a entrada quente foi uma sopa de frango e castanha de caju, na sequência o prato principal, arroz marroquino com um espeto de carne, e um espeto de camarão, e a sobremesa, como no filme onde sempre teremos Paris, foi um creme brûlée com frutas e limão kafir.
Tudo servido ao som de “As Times Goes By”, a icônica canção tema do filme.
Seguem algumas fotos para conferir.

Receita da semanaTemperos

Alichela e Sardela para O Poderoso Chefão

Postado porTemperos de Cinema 16 de junho de 2018 0 Comentários

Aclamado como um dos mais importantes filmes da história do cinema, a trilogia “O Poderoso Chefão”, de Francis Ford Copolla, inspira a nova série de receitas do Temperos de Cinema.


E as primeiras receitas são dois clássicos da cozinha italiana: A Sardela e a Alichela. Duas sugestões que, acompanhadas de um bom pão italiano, são perfeitas como entradas.


É claro que a maravilhosa culinária italiana domina esta nova série de receitas. “O Poderoso Chefão” conta a hstória da máfia italiana nos Estados Unidos. Estrelado por verdadeiras lendas do cinema como por Marlon Brando, Al Pacino, James Caan, Richard Castellano, Robert Duvall, Richard Conte e Diane Keaton, o filme foi lançado em 1972 e teve suas continuações em 1974 e 1990.
Este é um filme obrigatório para todos os cinéfilos e a chef Sandra Romansini nos ensina a preparar pratos obrigatórios da cozinha italiana para os amantes da boa gastronomia.

Receita de Sardela

Ingredientes:
150 ml de azeite de oliva
3 dentes de alho espremidos
4 pimentões vermelhos grandes em rodelas
100 g de filés de aliche em conserva de óleo escorridos e picados
1 colher (sopa) de orégano desidratado
1 colher (sobremesa) rasa de pimenta calabresa seca
Sal

Modo de preparo:
Obs.: Esta receita requer 12 horas de repouso.
Aqueça o azeite e refogue o alho até começar a dourar. Adicione o pimentão e refogue por 15 minutos ou até ficar al dente. Deixe amornar.
Bata o refogado no liquidificador com o aliche, o orégano e a pimenta calabresa, ajuste o sal e leve ao fogo novamente, mexendo de vez em quando, até ficar mais encorpado.
Deixe esfriar e leve à geladeira até o dia seguinte. Sirva fria ou em temperatura ambiente, acompanhada de torradinhas ou pão italiano.

Receita de Alichela

Ingredientes:
1 xícara de chá de azeite
2 xícaras de chá de salsa bem picada
1 xícara de chá de cebolinha
1/2 xícara de chá de azeitonas picadas
3 dentes de alho amassados inteiros
120 g de aliche picado
1 folha de louro
1 colher de sobremesa de pimenta calabresa desidratada
1 colher de sopa de orégano
3 colheres de alcaparras cortadas ao meio
1/2 xícara de chá de óleo de canola ou milho

Modo de preparo:
Aqueca o azeite em fogo medio e frite o alho, acrescente o aliche, mexa um pouco e adicione o restante dos ingredientes – exceto o óleo – e deixe cozinhar uns 2 minutos somente
Desligue o fogo e prove o sal, geralmente nao precisa adicionar mais pois o aliche, a azeitona e a alcaparra tem bastante sal
Quanto esfriar transfira para um pote bonito de vidro e acrescente o oleo de milho até cobrir tudo
Guarde o pote bem tampado na geladeira por até 1 mês
Pode ser servido acompanhado com pão, como molho para uma bela macarronada ou ainda para enriquecer saladas e legumes

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Uma Espécie de Família

Postado porTemperos de Cinema 6 de maio de 2018 0 Comentários

Quanto vale um bebê? Quais os limites para o amor de uma mãe? É sobre essas questões tão delicadas que fala o filme “Uma Espécie de Família”, do argentino Diego Lerman, exibido da 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e que você pode assistir agora na Sala Cult do Paineiras Shopping.


“Uma Espécie de Família” conta a história de uma mulher que vai até a pequena cidade rural de Misiones, na fronteira da Argentina e do Brasil, para acompanhar o parto do filho que adotará. Quem vai dar à luz é uma moça sem condições para criar mais um filho. Tudo já estava combinado mas nesse meio tempo a família passa a pedir US$ 10 mil para concluir a adoção.

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Co uma bela fotografia e roteiro muito eficiente, “Uma Espécie de Família” prende o expectador a um estado de tensão do começo ao fim e toca em pontos importantes como a enorme burocracia que envolve os processos de adoção, o que acaba muitas vezes levando os envolvidos à ilegalidade.

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Sem colocar a mãe biológica e a mãe adotiva nos papéis de vilã ou heroína, o filme mostra mulheres que, movidas pelo instinto e amor materno, são capazes de qualquer coisa para proteger seus filhos, mesmo que isso às vezes signifique entregá-los à outras famílias ou lutar contra toda a sociedade.

Estrelado por Bárbara Lennie, Daniel Aráoz, Claudio Tolcachir, Yanina Ávila e a brasileira Paula Cohen, “Uma Espécie de Família” foi premiado no Festival Internacional de Chicago (melhor filme) e no Festival de San Sebástian (melhor roteiro).

“Uma Espécie de Família” será exibido nos dias 06, 10, 11 e 12 de maio, na Sala Cult do Paineiras Shopping, com sessões às 19 horas às quintas e sextas-feiras e às 16 e 19 horas aos sábados e domingos.

Ficha Técnica
Título:Uma Espécie de Família
Título Original: Una Especie de Familia
Gênero: Drama
Duração: 90 min
País: Argentina, Brasil, França, Polônia, Alemanha, Dinamarca
Idioma Original: Espanhol
Diretor: Diego Lerman
Roteiro: Diego Lerman María Meira
Fotografia: Wojciech Staroń
Elenco: Bárbara Lennie, Daniel Aráoz, Claudio Tolcachir, Yanina Ávila e Paula Cohen
Distribuição: Pandora Filmes

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Cinema

The Square, A Arte da Discórdia

Postado porTemperos de Cinema 25 de março de 2018 0 Comentários

O poeta russo Vladimir Maiakóvski disse que “A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo”, no entanto, muitas vezes o reflexo no espelho da arte é fundamental para perceber o que e o quanto é necessário mudar.
E é isso o que mostra e faz o filme “The Square, A Arte da Discórdia”, do sueco Ruben Östlund, expondo de forma brilhante, cruel e realista a hipocrisia da sociedade, tomando como ponto de partida a arte contemporânea e seu papel dentro dessa sociedade.

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O filme se passa na Suécia, país nórdico conhecido pela qualidade de vida, pelo alto nível cultural, pela educação de seu povo, pela ausência de preconceitos… sim, só que não. Para quem pensa que é só aqui no 3º mundo que as pessoas são capazes de apedrejar museus, “The Square” mostra que a hipocrisia e a ignorância é uma epidemia de proporções globais.
Destruindo aquela imagem vendida de país onde tudo é perfeito, esta obra mostra ainda as diferenças sociais, a violência e o preconceito que também existem na Suécia. As cenas dos moradores de rua e as que se passam nos subúrbios de Estocolmo são reveladoras. Como disse o nosso poeta Arnaldo Antunes, “miséria é miséria em qualquer canto”.

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Mas o foco principal de Ruben Östlund é a burguesia pseudo civilizada e culta. E ele não poupa ninguém. Mostra o papel da publicidade na propagação da cultura da violência, a imbecilidade dos novos profissionais de imprensa e a deturpação da informação, a mediocridade das classes sociais pretensamente culta e educadas mas que também são capazes de muitas violências, inclusive a violência da omissão.

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Há cenas hilárias, como uma que mostra os convidados de uma vernissage desesperados para atacar o buffet; cenas emblemáticas, como a da ativista no centro de Estocolmo perguntando aos pedestres se eles querem salvar uma vida, ao que eles respondem negativamente; e algumas cenas antológicas, como a cena do casal que briga pela posse do preservativo cheio de esperma após o sexo.

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O ponto alto do filme, no entanto é a performance de um artista durante um elegante jantar oferecido aos mantenedores de um importante museu de arte contemporânea. Ele representa uma mistura do Incrível Hulk (versão nórdica) com um troglodita e promove ataques cada vez mais violentos aos convidados. A tensão da cena vai crescendo vertiginosamente, deixando os presentes encurralados, com medo, de cabeça baixa e em silêncio tentando não chamar a atenção do selvagem. Quando a situação foge completamente ao controle dos organizadores e o artista parece ter sido dominado pelo personagem, a performance alcança seu objetivo: revelar os trogloditas disfarçados sob smokings e vestidos de seda.

Essa cena (inspirada em uma performance real do artista Oleg Kulik em 1990) é também uma profunda reflexão sobre os limites da arte. E depois de assisti-la confirmo minha convicção de que a arte não pode ter limites, principalmente porque a nossa hipocrisia não tem limites.
Qualquer pessoa com o mínimo de coerência e bom senso, sai do cinema com um reforçado sentimento de vergonha do alheio e de si próprio. Estamos todos nós ali representados em nossa mesquinhez, nossa pequenez e nossa hipocrisia.


A proposta do diretor ao nos colocar de frente para esse espelho é nos obrigar a reconhecer isso, assim como faz o personagem principal, o diretor do museu (brilhantemente interpretado pelo charmoso Claes Bang), que ao final da história assume e se desculpa por sua própria mediocridade.
Indicado ao Oscar 2018 de Melhor Filme Estrangeiro e ganhador da Palma de Ouro em Cannes, “The Square” é um filme obrigatório para os dias de hoje, sobretudo no Brasil onde a mediocridade e a hipocrisia nem mais se disfarçam.

(Resenha por Marco Antonio Andre)

Este é o filme que você pode assistir no Sala Cult nos dias 25 de março às 16 e 19 horas, 29 e 30 de março às 19 horas, e 31 de março às 16 e 19 horas.

O Sala Cult é um espaço no Paineiras Shopping, em Jundiaí, para o cinema independente, com curadoria de Fátima Augusto.

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Ficha Tecnica

  • Titulo original: The Square
  • Nacionalidades: Suécia, Alemanha, Dinamarca, França
  • Gênero: Comédia dramática
  • Ano de produção: 2017
  • Duração: 2h 22 minutos
  • Classificação: 14 anos
  • Direção: Ruben Östlund
  • Roteiro: Ruben Östlund
  • Produção: Katja Adomeit, Philippe Bober, Tomas Eskilsson, Dan Friedkin, Erik Hemmendorff, Agneta Perman, Bradley Thomas
  • Fotografia: Fredrik Wenzel
  • Edição: Jacob Secher Schulsinger, Ruben Östlund
  • Design de produção: Josefin Åsberg
  • Figurino: Sofie Krunegård
  • Estúdios: Plattform Produktion, Arte France Cinéma, Coproduction Office, Det Danske Filminstitut, Essential Filmproduktion GmbH, Film i Väst
  • Distribuição: Pandora Filmes