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Eu, Tonya, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 19 de Abril de 2018 0 Comentários

“Eu, Tonya”, filme da semana no Moviecom Arte, conta a história da patinadora artística Tonya Harding que brilhou entre as décadas de 80 e 90 e também se tornou uma das figuras mais polêmicas do meio esportivo.


Dirigido por Craig Gillespie e com roteiro de Steven Rogers baseado na biografia e relatos da própria Tony Harding, esta cinebiografia conta a história da primeira patinadora norte-americana a fazer o dificílimo salto Axel triplo e que revolucionou o esporte ao usar rock, música pop e trilha de filmes em suas apresentações.

Apesar de todo o reconhecimento, sua determinação inabalável, seu perfil competitivo e seu temperamento difícil, levaram Tonya a se envolver em polêmicas que terminaram encerrando precocemente sua carreira.


Em uma excelente performance a atriz Margot Robbie, indicada ao Oscar de Melhor Atriz por este trabalho, interpreta Tonya Harding em diversos momentos de sua vida, do estrelato na adolescência ao esquecimento nos tempos atuais. A ex-atleta hoje tem 47 anos.


O filme teve mais duas indicações ao Oscar: Melhor Montagem e Melhor Atriz Coadjuvante. Acabou levando este último pelo também impecável desempenho da atriz Allison Janney.
Mas esqueça as fórmulas tradicionais das cinebiografias. “Eu, Tonya” surpreende também pela narrativa super original. E você poderá conferir tudo isso no Moviecom Arte nos dias 21 e 22 de abril às 11 horas e dia 24 de abril às 14 horas.

Ficha Técnica
Título: Eu, Tonia
Titulo original: I, Tonya
Nacionalidade: EUA
Gêneros: Biografia, Drama
Ano da produção: 2017
Duração: 2 horas
Direção: Craig Gillespie
Roteiro: Steven Rogers
Produção: Tom Ackerley, Len Blavatnik, Margot Robbie, Steven Rogers
Música: Peter Nashel
Fotografia: Nicolas Karakatsanis
Edição: Tatiana S. Riegel
Design de produção: Jade Healy
Direção de arte: Andi Crumbley
Figurino: Jennifer Johnson
Estúdios: Clubhouse Pictures (II), LuckyChap Entertainment
Distribuição: California Filmes

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A Livraria, na Sala Cult

Postado porTemperos de Cinema 7 de Abril de 2018 0 Comentários

Livros são os sonhos de muitos e o pesadelo de outros tantos. “A Livraria”, um belíssimo filme da diretora espanhola Isabel Coixet, mostra a batalha entre o bem e o mal, personificados nos personagens da sonhadora dona de uma livraria e uma vilã tão poderosa quanto perversa.


O roteiro adaptado pela própria Coixet a partir do best seller “The Bookshop”, da escritora inglesa Penélope Fitzgerald, vai muito além do maniqueísmo, para mostrar que a vida só faz sentido quando se tem uma motivação, seja ela para o bem ou para o mal.

Ninguém pode se sentir sozinho entre livros.

A trama gira em torno de Florence Green (Emily Mortimer), uma viúva sem filhos, apaixonada por livros e que decide realizar seu sonho de ter uma livraria, buscando dar sentido à sua vida. Ela compra uma casa abandonada, a “Old House”, onde monta sua residência e a livraria.


Talvez buscando também algo para dar sentido à sua vida, Violet Gamard (Patricia Clarkson), poderosa socialite esposa de um militar, começa uma cruzada contra o sonho de Florence, disposta a fazer qualquer coisa para fechar a livraria.
Dois outros personagens mercem destaque na trama: a pequena ajudante da livraria e o primeiro cliente. A menina representa a inocência que busca abrigo no universo de sonhos criados pelos livros. Já o primeiro cliente é um homem velho, que representa a desilusão, que igualmente busca abrigo nos livros.


Ganhador dos Prêmios Goya de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado, “A Livraria” é um filme delicado, sensível e envolvente, que você poderá assistir esta semana no Sala Cult no Paineiras Shopping, nas sessões:
– Domingo, dia 08 de abril às 16 e 19 horas
– Quinta e Sexta, dias 12 e 13 de abril, às 19 horas
– Sábado, dia 14 de abril, às 16 e 19 horas

Ficha Tecnica
Título: A Livraria
Título original: The Bookshop
Nacionalidades: Espanha, Reino Unido, Alemanha
Gênero: Drama
Ano de produção: 2017
Estréia: 22 de março de 2018 (Brasil)
Duração: 1h 53 minutos
Classificação: 10 anos
Direção: Isabel Coixet
Roteiro: Isabel Coixet. Baseado no livro escrito por Penelope Fitzgerald
Elenco: Emily Mortimer, Patricia Clarkson, Bill Nighy
Produção: Jaume Banacolocha, Joan Bas, Jordi Berenguer, Adolfo Blanco, Sol Bondy, Alex Boyd, Ricardo Marco Budé, Chris Curling, Manuel Monzón, Paz Recolons, Fernando Riera, Albert Sagalés, Ignacio Salazar-Simpson, Thierry Wase-Bailey, Jamila Wenske, Henriette Wollmann
Trilha sonora: Alfonso de Vilallonga
Direção de fotografia: Jean-Claude Larrieu
Edição: Bernat Aragonés
Direção de arte: Marc Pou
Figurino: Mercè Paloma
Distribuição: Cineart Filmes

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Em Pedaços, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de Abril de 2018 0 Comentários

Escrito e dirigido por Faith Akin, “Em Pedaços” foi selecionado para representar a Alemanha no Oscar 2018 mas ficou fora da lista final de indicados ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.


Com inspiração hollywodiana este drama cheio de reviravoltas começa com o casamento de um presidiário, o traficante Nuri (Numan Acar) e a jovem Katja (Diane Kruger). Um salto no tempo e encontramos o casal com um filho, vivendo como uma família comum, estabelecida e feliz..
Tudo muda quando Katja perde o marido e o filho em um atentado terrorista. Em uma atuação que lhe valeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes, Diane Kruger imprime tanta veracidade à sua interpretação que é impossível não sofrer junto com a personagem nesse momento de dor.


E quando tudo parece girar em torno do sofrimento e a necessidade de recomeçar da personagem, a discussão sobre o atentado assume o primeiro plano e o filme se volta para a bordagem de temas como a intolerância racial, questões políticas e sociais. Em mais uma reviravolta na trama, a personagem vai fazer justiça pelas próprias mãos.
Este é o filme da semana no Moviecom Arte, projeto exclusivo do Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí, que abre espaço para o cinema independente e de arte. Você poderá vê-lo nos dias 07 e 08 de abril às 11 horas e no dia 10 de abril às 14 horas.

Ficha Técnica
Título: Em Pedaços
Titulo Original: Aus dem Nichts
Nacionalidades: Alemanha, França
Gêneros: Drama, Suspense
Ano de produção: 2017
Duração: 1h 46 minutos
Direção: Fatih Akın
Roteiro: Fatih Akin, Hark Bohm
Elenco: Diane Kruger, Numan Acar, Ulrich Tukur
Produção: Fatih Akin, Mélita Toscan du Plantier, Ann-Kristin Hofmann, Nurhan Sekerci-Porst
Música: Josh Homme
Fotografia: Rainer Klausmann
Edição: Andrew Bird
Produção de Design: Tamo Kunz
Direção de arte: Seth Turner
Figurino: Katrin Aschendorf
Estúdio: Bombero International, Macassar Productions
Distribuição: Imovision 

 

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Mudbound, Lágrimas sobre o Mississipi, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 21 de Março de 2018 0 Comentários

Se tem uma coisa que ficou bem nítida na festa do Oscar 2018 foi a oposição de Hollywood ao governo Trump e seu discurso racista, xenófobo, machista, homofóbico, etc, etc e etc.
E tudo aquilo que parece incomodar muito o presidente dos Estados Unidos estava super bem representado tanto no discurso dos filmes indicados quanto no discurso das celebridades que subiram ao palco para apresentar ou receber o prêmio.


As questões raciais sempre renderam excelentes filmes em Hollywood. Muitos chegaram a receber indicações e vários foram devidamente premiados. Este ano o tema foi magnificamente abordado em “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”, uma das críticas mais ferozes à questão racial na América do Norte.


Escrito e dirigido por Dee Rees (que merecia pelo menos ser a primeira mulher negra indicada ao Oscar de melhor direção), este filme foge às narrativas de seus antecessores ao traçar um paralelo entre a Segunda Guerra Mundial e guerra racial que acontecia no interior dos Estados Unidos, com sua trama centralizada no conflito entre duas famílias (uma negra e outra branca) que trabalham em uma mesma propriedade rural nos cafundós do Mississipi.

“‘Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi” teve 4 indicações ao Oscar (Fotografia, Roteiro Adaptado, Atriz Coadjuvante, e Música Original) e não levou nenhum, embora merecesse muito cada um deles e até outros aos quais não foi indicado. Mas o filme deixou sua marca, aliás várias.


Entre elas a indicação de Rachel Morrison ao Oscar de Melhor Fotografia, se tornando a primeira mulher indicada ao prêmio. E com todo o mérito pois seu trabalho em “Mudbound” é belíssimo.
Este é o filme da semana no Moviecom Arte, na série de filmes que marcaram o Oscar 2018. “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi” será exibido nos dias 24 e 25 de março às 11 horas e no dia 27 às 14 horas.

Ficha Tecnica
Título: Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”
Título original: Mudbound
Nacionalidade: EUA
Gênero: Drama
Ano de produção: 2017
Duração: 2h 14 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Dee Rees
Roteiro: Virgil Williams, Dee Rees, Hillary Jordan
Produção: Dee Rees, Evan Arnold, Carl Effenson, Sally Jo Effenson, Cassian Elwes, David Gendron, Poppy Hanks, Ali Jazayeri, Charles D. King, Charles D. King, Paul A. Levin
Trilha sonora: Tamar-kali
Fotografia: Rachel Morrison
Edição: Mako Kamitsuna
Design de produção: David J. Bomba
Direção de arte: Arthur Jongewaard, Nóra Takács
Figurino: Michael T. Boyd
Estúdios: Armory Films, ArtImage Entertainment, Black Bear Pictures, Elevated Films, MACRO, MMC Joule Films, Zeal Media
Distribuição: Diamond Films

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Sala Cult Apresenta: Lou

Postado porTemperos de Cinema 15 de Março de 2018 0 Comentários

O filme da semana no Sala Cult é “Lou”, que conta a vida daquela que foi a primeira mulher na psicanálise e no estudo da sexualidade feminina.

E a vida da filosofa e psicanalista Lou Andreas-Salomé (1861-1937) foi fascinante, para dizer o mínimo. Seu pioneirismo se estendeu em praticamente tudo. Seu triangulo amoroso com os filósofos Friedrich Nietzsche e Paul Rée, seu relacionamento com o poeta Rainer Maria Rilke e sua convivência com Sigmund Freud, revelam uma mulher brilhantemente transgressora e muito à frente de seu tempo.

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Filme de estreia da diretora Cordula Kablitz-Post, “Lou” começa mostrando uma fogueira com livros sendo queimados, enquanto o áudio reproduz um discurso de Hitler condenando a psicanálise e outras expressões intelectuais às chamas.
Renegada às sombras da eternidade, como é muito comum a várias mulheres na história da humanidade, Lou Andreas-Salomé vem sendo redescoberta como um dos grandes nomes do feminismo.

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Ela é personagem central da trama e à sua volta gravitam alguns dos homens mais brilhantes de todos os tempos. Uma das cenas mais simbólicas do filme mostra Lou sobre uma carroça “puxada” por Rée e Nietzsche, reprodução de uma imagem que ficou famosa e correu o mundo na época.

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O imperdível “Lou” será exibido no Sala Cult , no Paineiras Shopping Jundiaí, dia 11 de março às 16 e às 19 horas, dias 15 e 16 de março às 19 horas e dia 17 de março às 16 e 19 horas.
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Veja o trailer: 

Ficha Técnica:
Título: Lou
Título original: Lou Andreas-Salomé
Nacionalidades: Alemanha, Suiça
Gêneros: Drama, Histórico, Biografia
Ano de produção: 2016
Duração: 1h 53 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Cordula Kablitz-Post
Roteiro: Cordula Kablitz-Post, Susanne Hertel
Trilha sonora: Judit Varga
Fotografia: Matthias Schellenberg
Edição: Beatrice Babin
Design de produção: Nikolai Ritter
Figurino: Bettina Helmi
Distribuição: Cineart Filmes

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