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A Esposa, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 15 de fevereiro de 2019 0 Comentários

Uma grande mulher por trás de um grande homem. Essa máxima machista é o tema central de “A Esposa”, dirigido por Björn Runge e baseado no livro do mesmo nome escrito por Meg Wolitzer.


Premiada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz Dramática por sua atuação neste filme, Glenn Close interpreta Joan, uma mulher que abre mão da paixão por escrever para se dedicar integralmente ao marido e também escritor, Joe Castleman (Jonathan Pryce).
Quando ele ganha o Prêmio Nobel de Literatura, um biógrafo, interpretado por Christian Slater, insiste em fazer um livro sobre a trajetória do escritor. É então que os fatos do passado vêm à tona e deixam claro que Joan abandonou seus próprios sonhos para viabilizar os de Jonathan – que colecionou casos amorosos e com frequência a faz sentir-se humilhada.


Glen Close, com pouquíssimas falas, carrega todo o filme nas costas. Com seu olhar e suas expressões, ela transmite com exatidão a dor de um segredo, a angústia da injustiça e os sacrifícios e as incoerências de quem ama profundamente.
Este filme também rendeu à Glenn Close sua sétima indicação ao Oscar. Ela está na disputa da estatueta de Melhor Atriz e é uma das grandes favoritas já que nas 6 indicações anteriores nunca conseguiu ganhar e agora, aos 71 anos e com um papel realmente brilhante, parece deixar a Academia quase que na obrigação de premiá-la.


“A Esposa” é o filme da semana no Moviecom Arte, com sessões nos dias 16 e 17 de fevereiro às 11 horas e no dia 19 de fevereiro às 14 horas, no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.

Ficha Técnica
Título original: The Wife
Nacionalidades: Suécia, EUA
Gêneros: Drama, Suspense
Ano de produção: 2017
Estréia: 10 de janeiro de 2019
Duração: 1h 40min
Classificação: 12 Anos
Direção: Björn Runge
Roteiro: Jane Anderson, Meg Wolitzer
Elenco; Christian Slater, Elizabeth McGovern, Glenn Close, Harry Lloyd, Jonathan Pryce e Morgane Polanski
Trilha sonora: Jocelyn Pook
Direção de fotografia: Ulf Brantås
Edição: Lena Runge
Design de produção: Mark Leese
Direção de arte: Caroline Grebbell, Paul Gustavsson, Martin McNee
Figurino: Trisha Biggar
Distribuição: Alpha Filmes

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A Pé Ele Não Vai Longe, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 8 de fevereiro de 2019 0 Comentários

A variada filmografia diretor norte americano Gus Van Sant baseia-se quase toda em personagens bem pouco convencionais. Em seu novo filme, “A Pé Ele Não Vai Longe”, o diretor adapta para os cinemas a vida de John Callahan, cartunista renomado que se destacou por um um humor ácido e por contar suas próprias experiências como quadriplégico.


Van Sant tem uma maneira singular de filmar e um estilo autoral bem dosado entre o underground e a cultura de massa.
Consagrado por filmes como “Drugstore Cowboy” (1989), “My Own Private Idaho” (1991), “Um Gênio Indomável” (1997) e “Milk” (2008), Gus Van Sant capta como ninguém espíritos atormentados das mais variadas tribos urbanas e pós-modernas, com especial interesse nos momentos de indagação e amadurecimento.


É o caso de “A Pé Ele Não Vai Longe”, com roteiro construído sobre um argumento do próprio John Callahan quando este ainda era vivo. O filme vai fundo em uma investigação da persona por trás daqueles rabiscos brilhantes, indo do momento em que Callahan perde seus movimentos e adapta-se a essa nova realidade, passando pela sua superação do alcoolismo e o perdão à mãe biológica que o abandonou ainda pequeno.
Apesar de todo o drama psicológico que o roteiro sugere, “A Pé Ele Não Vai Longe” é um filme super bem humorado, como já sugere o título.


O elenco também é digno de nota, especialmente Joaquin Phoenix como Callahan e Jonah Hill como seu mentor no programa de reabilitação. Phoenix, é claro, tem o trabalho mais pesado, sempre em cena e retratando Callahan ao longo de momentos distintos, mas Hill tem uma entrega igualmente marcante mesmo com menos tempo em tela.


“A Pé Ele Não Vai Longe” é uma das cinebiografias mais espirituosas que o cinema americano produziu nestes últimos anos e é o nosso filme da semana no Moviecom Arte, com sessões dias 09 e 10 de fevereiro às 11 horas e no dia 12 de fevereiro às 14 horas.
O Moviecom Arte você já sabe, é um projeto que acontece no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí e traz o melhor do cinema independente para você e com ingressos a preços super especiais.

Ficha Técnica:
Título: A Pé Ele Não Vai Longe
Titulo original: Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot
Nacionalidade: EUA
Gêneros: Biografia, Drama
Ano de produção: 2018
Estréia: 27 de dezembro de 2018 (Brasil)
Direção: Gus Van Sant
Duração: 1h 54min
Classificação: 14 anos
Roteiro: Gus Van Sant. Baseado na biografia de John Callahan
Elenco: Joaquin Phoenix, Rooney Mara, Jonah Hill e Jack Black
Trilha sonora: Danny Elfman
Fotografia: Christopher Blauvelt
Edição: David Marks, Gus Van Sant
Design de produção: Jahmin Assa
Figurino: Danny Glicker
Estúdios: Anonymous Content, Big Indie Pictures, Iconoclast
Distribuição: Diamond Films

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Programação de Fevereiro no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 31 de janeiro de 2019 0 Comentários

DIAS 02, 03 e 05 DE FEVEREIRO
COLETTE
Direção: Wash Westmoreland
Elenco: Keira Knightley, Dominic West e Eleanor Tomlinson
Gêneros Drama, Biografia
Nacionalidades EUA, Reino Unido
Não recomendado para menores de 14 anos

“Colette”, dirigido por Wash Westmoreland, retrata a vida da escritora e atriz francesa Sidonie-Gabrielle Colette (1873-1954), abordando o relacionamento da protagonista com o marido, o escritor e editor Henry Gauthiers-Villars Willy.
Estrelado por Keira Knightley e Dominic West, “Colette” tem seu foco no casal que era conhecido como um dos mais modernos da Europa e passou a enfrentar problemas quando surgiram as traições de Henry e o crescente interesse dela por mulheres decretaram o fim do relacionamento.
A separação dos dois deu início a uma grande guerra por direitos autorais, posto que Henri publicara em seu nome livros escritos por Colette.
Marcada por aventuras, polêmicas e enfrentamentos ao status quo da sociedade francesa da época, Colette escandalizou a cidade de Paris com seu comportamento desafiador e com sua obra artística, composta por romances femininos e por sua atuação nos palcos. Ela foi uma das principais vozes feministas da cultura europeia no período.
O filme é marcado por grandes batalhas verbais em diálogos extreamente bem elaborados. O desempenho de Keira Knightley é de tirar o fôlego. Tanto que ninguém entendeu por que “Colette” foi completamente ignorado pelo Globo de Ouro e o Oscar.

DIAS 09, 10, E 12 DE FEVEREIRO
A PÉ ELE NÃO VAI LONGE
Direção: Gus Van Sant
Elenco: Joaquin Phoenix, Jonah Hill, Rooney Mara mais
Gêneros Drama, Biografia
Nacionalidade EUA
Não recomendado para menores de 14 anos

A variada filmografia de Gus Van Sant baseia-se quase toda em personagens bem pouco convencionais. Em seu novo filme, “A Pé Ele Não Vai Longe”, o diretor adapta para os cinemas a vida de John Callahan, cartunista renomado que se destacou por um um humor ácido e por contar suas próprias experiências como quadriplégico.
O roteiro de Van Sant, construído sobre um argumento de Callahan quando este ainda era vivo, vai fundo em uma investigação da persona por trás daqueles rabiscos brilhantes, indo do momento em que Callahan perde seus movimentos e adapta-se a essa nova realidade, passando pela sua superação do alcoolismo e o perdão à mãe biológica que o abandonou ainda pequeno.
Apesar de todo o drama psicológico que o roteiro sugere, “A Pé Ele Não Vai Longe” é um filme super bem humorado, como já sugere o título.
O elenco também é digno de nota, especialmente Joaquin Phoenix como Callahan e Jonah Hill como seu mentor no programa de reabilitação. Phoenix, é claro, tem o trabalho mais pesado, sempre em cena e retratando Callahan ao longo de momentos distintos, mas Hill tem uma entrega igualmente marcante mesmo com menos tempo em tela.
“A Pé Ele Não Vai Longe” é uma das cinebiografias mais espirituosas que o cinema americano produziu nestes últimos anos.

DIAS 16, 17 E 19 de FEVEREIRO
A ESPOSA
Indicado ao Oscar de Melhor Atriz
Direção: Björn Runge
Elenco: Glenn Close, Jonathan Pryce, Max Irons mais
Gêneros Drama, Suspense
Nacionalidades Suécia, EUA
Não recomendado para menores de 12 anos

Uma grande mulher por trás de um grande homem. Essa máxima machista é o tema central de “A Esposa”, dirigido por Björn Runge e baseado no livro do mesmo nome escrito por Meg Wolitzer.
Premiada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz Dramática por sua atuação neste filme, Glenn Close interpreta Joan, uma mulher que abre mão da paixão por escrever para se dedicar integralmente ao marido e também escritor, Joe Castleman (Jonathan Pryce). Quando ele ganha o Prêmio Nobel de Literatura, um biógrafo, interpretado por Christian Slater, insiste em fazer um livro sobre a trajetória do escritor. É então que os fatos do passado vêm à tona e deixam claro que Joan abandonou seus próprios sonhos para viabilizar os de Jonathan – que colecionou casos amorosos e com frequência a faz sentir-se humilhada.
Este filme rendeu à Glenn Close sua sétima indicação ao Oscar. Ela está na disputa da estatueta de Melhor Atriz e é uma das grandes favoritas já que nas 6 indicações anteriores nunca conseguiu ganhar e agora, aos 71 anos e com um papel realmente brilhante, parece deixar a Academia quase que na obrigação de premiá-la.

DIAS 23, 24 e 26 DE FEVEREIRO
O PESO DO PASSADO
Direção: Karyn Kusama
Elenco: Nicole Kidman, Toby Kebbell, Tatiana Maslany mais
Gêneros Policial, Suspense, Drama
Nacionalidade EUA
Não recomendado para menores de 16 anos

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A super comentada transformação da bela Nicole Kidman para o filme “O Peso do Passado”, da diretora Karyn Kusama, é apenas um detalhe. Ela realmente se joga na construção de uma personagem de personalidade difícil, que parece carregar o peso do mundo nos ombros, sobretudo por conta da missão antiga que resultou num trauma difícil de esquecer.
Nicole Kidman interpreta Erin Bell, uma policial detetive durona e torturada por lembranças do passado. A trama alterna a caçada dessa policial a um antigo desafeto a flashbacks que oferecem o contexto necessário. Acompanhamos desde os preparativos para uma operação de infiltração em uma gangue de ladrões de bancos até as turbulências da vida familiar da personagem.
O contexto policial serve apenas de pano de fundo para o verdadeiro argumento da trama, a trajetória penosa da personagem e o enrijecimento do espírito humano diante à devastação sentida em um momento trágico na vida.
Para muitos o nome de Nicole Kidman deveria constar entre as indicadas ao Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em “O Peso do Passado”, mas o filme ficou mesmo na longa lista de grandes filmes ignorados pela Academia este ano.

 

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Um Segredo em Paris, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 22 de janeiro de 2019 0 Comentários

Em seu segundo filme, a diretora francesa Elise Girard traz uma comédia romântica que foge completamente das tradicionais histórias recheadas de cartões postais de Paris.


A cidade está o tempo todo presente, com suas luzes outonais na brilhante fotografia de Renato Berta, mas o foco é quase que único e exclusivo nos protagonistas, sem se importar com o que está ao redor.
A trama gira em torno de Mavie, uma garota que sonha em ser escritora e passa seus dias a caminhar pela cidade, parando em cafés para colocar a leitura em dia.


Cansada de fazer nada, passa a procurar emprego, até que encontra um anúncio de uma livraria onde conhece o proprietário, o misantropo Georges. Apesar da grande diferença de idade, a atração que começa a se desenvolver entre os dois nasce no campo filosófico e intelectual.
A pressão pelo que pode vir a acontecer é maior do que por aquilo que, de fato, se sucede. Um Segredo em Paris não possui grandes revelações, eventos ou surpresas. Tudo se dá à luz do dia. O mistério, se é que existe, está nos corações e nas mentes, naquilo que é inexplicável e, mesmo assim, acaba por ganhar espaço.


Os dois protagonistas sâo a alma de “Um Segredo em Paris”. Lolita Chammah e Jean Sorel, desenvolvem seus personagens com tanta paixão e naturalidade que é impossível não se apaixonar por eles.
Venha se apaixonar por “Um Segredo em Paris” nos dias 26 e 27 de janeiro, sempre às 11 horas, no Moviecom Arte do Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.

Ficha Técnica

Título no Brasil: Um Segredo em Paris
Título Original: Drôles d’Oiseaux
Gênero: Comédia Dramática
Duração: 70 min
Estreia no Brasil: 15 de Novembro de 2018
Classificação indicativa: 14 anos
País: França
Idioma: Francês
Diretor: Élise Girard
Roteiro: Élise Girard e Anne Louise Trividic
Elenco: Lolita Chammah, Jean Sorel, Virginie Ledoyen, Pascal Cervo, Bellu Bellali, Nicolas Combet, Max Robin, Ronald Chammah, Tullio Giannotti e Stefano Montefiori
Trilha Sonora: Bertrand Burgalat
Fotografia: Renato Berta
Distribuição: Pagu Pictures

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O Ódio Que Você Semeia, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 10 de janeiro de 2019 0 Comentários

Um assunto recorrente dentro da indústria do cinema é o racismo, um problema ainda latente na sociedade contemporânea. Vários ótimos filmes forma lançados em 2.018 abordando o tema, entre eles “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, que você já assistiu aqui no Moviecom Arte; e “O Ódio Você Semeia”, de George Tillman Jr., que é o nosso filme da semana.


Estrelado por Amandla Stenberg, “O Ódio Que Você Semeia” é uma história poderosa e provocativa sobre raça e identidade, contada da perspectiva de Starr Carter, uma personagem que vive constantemente mudando entre dois mundos: o primeiro mais pobre, onde mora, com a maioria da população negra; e o segundo mais rico, onde estuda, com a maioria da população branca.


O equilíbrio entre esses dois mundos é despedaçado quando Starr presencia o assassinato de seu melhor amigo de infância por um policial. O que a personagem de Stenberg faz ou deixa de fazer pode mudar o destino de sua comunidade ou colocar sua vida em perigo.


Baseado no livro de ativismo negro de mesmo nome, de Angela Thomas, o filme dirigido por George Tillman Jr. mostra a trajetória da personagem descobrindo seu lugar no mundo, a partir das tragédias da sua vida, e reconhece o poder da sua voz acima das injustiças e o preconceito que a sociedade normaliza para não ter que lidar.
“O Ódio Que Você Semeia” é considerado por grande parte da crítica como o melhor filme de 2.018.

Ficha Técnica
Título: O Ódio Que Você Semeia
Título Original: The Hate U Give
Nacionalidade: EUA
Gênero: Drama
Ano de produção: 2018
Estréia: 6 de dezembro de 2018 (Brasil)
Duração: 2h 12 min
Classificação: 14 anos
Direção: George Tillman Jr.
Roteiro: Audrey Wells. Baseado no livro escrito por Angie Thomas
Trilha sonora: Dustin O’Halloran
Direção de fotografia: Mihai Malaimare Jr.
Edição: Alex Blatt, Craig Hayes
Design de produção: William Arnold
Distribuição: Fox Film do Brasil

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A Vida em Si, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 4 de janeiro de 2019 0 Comentários

As relações humanas são uma eterna fonte de inspiração para a literatura, teatro e cinema, pois é dentro das nossas relações que expressamos e exercemos as nossas singularidades.


Dan Fogelman tem se aprofundado nesse tema. Criador da série This is Us, que aborda as dificuldades embutidas nas relações humanas, é ele o diretor de “A Vida em Si”, um drama que parece uma versão para o cinema da série televisiva,
No centro da trama, temos o relacionamento de Will (Oscar Isaac) e Abby (Olivia Wilde), que estão prestes a construir uma família. Mas a história dos dois se desdobra em outras 3, contadas em épocas, lugares, personagens e situações completamente diferentes, todas conectadas através de um evento marcante.


Apesar da duração do filme, “A Vida em Si” se aprofunda em questões que vão além de amor, passando por educação, profissão e cotidiano. O roteiro também assinado por Dan Fogelman consegue desenrolar as particularidades de cada protagonista dentro de situações claramente viáveis no mundo real, que muitos de nós já vivenciamos.
O elenco super vipado traz ainda Antonio Banderas e narração de Samuel L. Jackson.

Assista “A Vida Em Si” no Moviecom Arte do Moviecom Cinemas – Maxi Shopping Jundiaí, nos dias 05 e 06 às 11 horas e no dia 08 às 14 horas.

Ficha Técnica
Título: A Vida Em Si
Título Original: Life Itself
Direção: Dan Fogelman
Roteiro: Dan Fogelman
Fotografia: Brett Pawlak
Trilha Sonora: Federico Jusid
Elenco: Adrian Marrero, Àlex Monner, Annette Bening, Antonio Banderas, Caitlin Carmichael, Charlie Thurston, Gabby Bryan, Isabel Durant, Jake Robinson, Jean Smart, Jordana Rose, Kya Kruse, Laia Costa, Lorenza Izzo, Mandy Patinkin, Olivia Cooke, Olivia Wilde, Oscar Isaac, Samuel L. Jackson, Sergio Peris-Mencheta
Distribuidora: Paris Filmes

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Filmes de Janeiro no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 4 de janeiro de 2019 0 Comentários

Férias de cinéfilo é no cinema! E o Moviecom Arte esquenta a temporada de Janeiro com uma seleção de filmes que você não pode deixar de ver.

DIAS 05, 06, 08 DE JANEIRO
A VIDA EM SI
De Dan Fogelman

As relações humanas são uma eterna fonte de inspiração para a literatura, teatro e cinema, pois é dentro das nossas relações que expressamos e exercemos as nossas singularidades.
Dan Fogelman tem se aprofundado nesse tema. Criador da série This is Us, que aborda as dificuldades embutidas nas relações humanas, é ele o diretor de “A Vida em Si”, um drama que parece uma versão para o cinema da série televisiva,
No centro da trama, temos o relacionamento de Will (Oscar Isaac) e Abby (Olivia Wilde), que estão prestes a construir uma família. Mas a história dos dois se desdobra em outras 3, contadas em épocas, lugares, personagens e situações completamente diferentes, todas conectadas através de um evento marcante.
Apesar da duração do filme, “A Vida em Si” se aprofunda em questões que vão além de amor, passando por educação, profissão e cotidiano. O roteiro também assinado por Dan Fogelman consegue desenrolar as particularidades de cada protagonista dentro de situações claramente viáveis no mundo real, que muitos de nós já vivenciamos.
O elenco super vipado traz ainda Antonio Banderas e narração de Samuel L. Jackson.

DIAS 12, 13 E 15 DE JANEIRO
O ÓDIO QUE VOCE SEMEIA
De George Tillman, Jr.

Estrelado por Amandla Stenberg, “O Ódio Que Você Semeia” é uma história poderosa e provocativa sobre raça e identidade, contada da perspectiva de Starr Carter, uma personagem que vive constantemente mudando entre dois mundos: o primeiro mais pobre, onde mora, com a maioria da população negra; e o segundo mais rico, onde estuda, com a maioria da população branca.
O equilíbrio entre esses dois mundos é despedaçado quando Starr presencia o assassinato de seu melhor amigo de infância por um policial. O que a personagem de Stenberg faz ou deixa de fazer pode mudar o destino de sua comunidade ou colocar sua vida em perigo.
Baseado no livro de ativismo negro de mesmo nome, de Angela Thomas, o filme dirigido por George Tillman Jr. mostra a trajetória da personagem descobrindo seu lugar no mundo, a partir das tragédias da sua vida, e reconhece o poder da sua voz acima das injustiças e o preconceito que a sociedade normaliza para não ter que lidar.
“O Ódio Que Você Semeia” é considerado por grande parte da crítica como o melhor filme de 2.018.

 

DIAS 19, 20 E 22 DE JANEIRO
UTOYA – 22 de Julho
De Erik Poppe

Exibido na última Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, “Utoya – 22 de Julho”, do norueguês Erik Poppe, concorreu ao Urso de Ouro na competição principal no Festival de Berlim.
Filmada com apenas uma câmera, como se fosse um documentário, a obra recria minuto a minuto o massacre promovido por um atirador contra um grupo de 500 adolescentes na ilha de Utoya, na Noruega, em 22 de Julho de 2011.
A estética de documentário e a câmera dinâmica de Erik Poppe recria de forma intensa e linear o terror vivido pelos adolescentes neste atendado de fundo político promovido por um homem de extrema direita, Anders Behring Breivik.
Um dos pontos altos do filme é o desempenho vigoroso e corajoso da jovem atriz Andrea Berntzen.

DIAS 26, 27 e 29 DE JANEIRO
UM SEGREDO EM PARIS
De Elise Girard

Em seu segundo filme, a diretora francesa Elise Girard traz uma comédia romântica que foge completamente das tradicionais histórias recheadas de cartões postais de Paris.
A cidade está o tempo todo presente, com suas luzes outonais na brilhante fotografia de Renato Berta, mas o foco é quase que único e exclusivo nos protagonistas, sem se importar com o que está ao redor.
A trama gira em torno de Mavie, uma garota que sonha em ser escritora e passa seus dias a caminhar por Paris, parando em cafés para colocar a leitura em dia.
Cansada de fazer nada, passa a procurar emprego, até que encontra um anúncio de uma livraria onde conhece o proprietário, o misantropo Georges. Apesar da grande diferença de idade, a atração que começa a se desenvolver entre os dois se dá antes num campo filosófico, intelectual.
A pressão pelo que pode vir a acontecer é maior do que por aquilo que, de fato, se sucede. Um Segredo em Paris não possui grandes revelações, eventos ou surpresas. Tudo se dá à luz do dia. O mistério, se é que existe, está nos corações e nas mentes, naquilo que é inexplicável e, mesmo assim, acaba por ganhar espaço.
Os dois protagonistas sao a alma de “Um Segredo em Paris”. Lolita Chammah e Jean Sorel, desenvolvem seus personagens com tanta paixão e naturalidade que é impossível não se apaixonar por eles.

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Em Chamas, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 14 de dezembro de 2018 0 Comentários

O diretor sul-coreano Chang-Dong Lee é um dos mais aclamados pela crítica e presença obrigatória nos mais importantes festivais de cinema.
O mais recente trabalho do diretor é “Em Chamas”, um drama psicológico de suspense, que se desenvolve em torno de um misterioso desaparecimento e possível assassinato da namorada de um rapaz humilde de uma região rural do país.
O cinema de crime faz parte da carreira do diretor Chang-dong, mas em “Em Chamas” é a possibilidade de ter existido ou não um crime que move a narrativa que nos leva aos limites da certeza para então revelar aspectos que mudam completamente a história.


Em Chamas tem todas as qualidades de um bom suspense. A trama é lenta mas envolve o público desde o início, graças também à excelente interpretação de seu trio de protagonistas, especialmente Yoo Ah-in, numa interpretação perfeita em seu caráter dúbio; e também do carismático Steven Yeun, grande chamariz internacional do filme.


Com sua narrativa profunda e propositalmente inócua, diferente da escola de thrillers sul-coreanos, “Em Chamas” é menos tensão e mais reflexão.

Este é filme da semana no Moviecom Arte e você pode assistir nos dias 15 e 16 de dezembro às 11 horas e no dia 18 de dezembro às 14 horas, no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.
Não recomendado para menores de 14 anos.

Ficha Técnica
Título original: Buh-Ning
Nacionalidade: Coréia Do Sul
Gêneros: Drama, Suspense
Ano de produção: 2018
Estréia: 15 de novembro de 2018 (Brasil)
Duração: 2h 28 min
Classificação: 16 anos
Direção: Chang-dong Lee
Elenco: Gong Yoo, Steven Yeun, Jeon Jong-Seo
Roteiro: Chang-dong Lee, Jungmi Oh, Haruki Murakami
Produção: Soo Jin Hwang, Chang-dong Lee, Joon-dong Lee, Gwang-hee Ok
Trilha sonora: Mowg
Direção de fotografia: Kyung-pyo Hong
Edição: Da-won Kim, Hyun Kim
Produção de design: Jum-hee Shin
Figurino: Choong-yeon Lee
Estúdios: Pine House Film, NHK, Now Films
Distribuição: Pandora Filmes

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Confira os filmes do mês no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 28 de novembro de 2018 0 Comentários

DIAS 01, 02 E 04 DE DEZEMBRO
MUSEU
de Alonso Ruizpalacios

Trazendo o galã mexicano Gael García Bernal em uma de suas melhores performances o longa “Museu”, do diretor Alonso Ruizpalacios, abre a programação de dezembro do Moviecom Arte.
Gael interpreta Juan Núñes, um tolo e jovem funcionário do Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México. De tanto fotografar as relíquias milenares e de valor incalculável do museu, Juan acaba tendo a ideia de roubar algumas delas e convida para tal façanha seu amigo e também atrapalhado Benjamin Wilson, personagem interpretado élo também brilhante Leonardo Ortizgris.
Baseado em fatos reais o filme recria a história de um crime que se deu na noite de Natal de 1985. Os dois jovens invadem o prédio e roubam 140 peças pré-hispânicas de suas vitrines, como a máscara do Rei Pakal. Após o improvável mas bem sucedido roubo eles fogem buscando um comprador para peças tão raras.
A dupla de atrapalhados ladrões é tão adorável que é impossível não torcer por eles no decorrer da trama. A sensibilidade de Alonso Ruizpalacios e o belo roteiro escrito por Manoel Alcalá, constroem com delicadeza o universo do personagem, um rapaz de classe média que mora em uma cidade satélite da Cidade do México.
O roteiro foi premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim deste ano e aborda assuntos “polêmicos” como os males causados pelo colonialismo e pelo capitalismo aos bens culturais e questiona a função social dos museus.
Não recomendado para menores de 16 anos

DIAS 08, 09 E 11 DE DEZEMBRO
INFILTRADO NA KLAN
de Spike Lee

“Infiltrado na Klan” marca o retorno do cultuado diretor norte-americano Spike Lee aos grandes filmes que marcaram sua trajetória no cinema.
Com roteiro desenvolvido pelo próprio Lee junto com Charlie Wachtel, David Rabinowitz e Kevin Willmott, a partir do livro escrito por Ron Stallworth, este filme é uma homenagem a Blacksploitation – um movimento cinematográfico dos EUA que surgiu na década de 70, quando diretores e atores negros começaram a produzir uma série de filmes.,
A trama se passa em 1978 e conta a real história de Ron Stallworth (John David Washington), um policial negro do Colorado que conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan, organização extremista e reacionária que defende temas como a supremacia branca, o nacionalismo branco, a anti-imigração, historicamente expressos através do terrorismo voltado contra negros, judeus e católicos.
Por ser negro obviamente Ron não participava das reuniões do grupo pessoalmente. Quem se apresentava em seu lugar nessas reuniões era seu parceiro e também policial Flip Zimmerman (Adam Driver). Os dois chegam aos níveis mais altos da organização
A obra está recheada de cenas onde o preconceito é representado de uma maneira caricata, mas o que parece loucura é um retrato cada vez mais próximo e fiel da nossa realidade atual e isso faz de “Infiltrado na Klan” um dos filmes mais importantes do ano e foi o vencedor do Grande Prêmio do Juri no Festival de Cannes.
Não recomendado para menores de 14 anos.

DIAS 15, 16 E 18 DE DEZEMBRO
EM CHAMAS
de Chang-Dong Lee

O diretor sul-coreano Chang-Dong Lee é um dos mais aclamados pela crítica e presença obrigatória nos mais importantes festivais de cinema.
O mais recente trabalho do diretor é “Em Chamas”, um drama psicológico de suspense, que se desenvolve em torno de um misterioso desaparecimento e possível assassinato da namorada de um rapaz humilde de uma região rural do país.
O cinema de crime faz parte da carreira do diretor Chang-dong, mas em “Em Chamas” é a possibilidade de ter existido ou não um crime que move a narrativa que nos leva aos limites da certeza para então revelar aspectos que mudam completamente a história.
Em Chamas tem todas as qualidades de um bom suspense. A trama é lenta mas envolve o público desde o início, graças também à excelente interpretação de seu trio de protagonistas, especialmente Yoo Ah-in, numa interpretação perfeita em seu caráter dúbio; e também do carismático Steven Yeun, grande chamariz internacional do filme.
Com sua narrativa profunda e propositalmente inócua, diferente da escola de thrillers sul-coreanos, “Em Chamas” é menos tensão e mais reflexão.
Não recomendado para menores de 14 anos.


DIAS 22, E 23 DE DEZEMBRO
PO
de John Asher

Duas histórias paralelas, intrinsecamente ligadas e influenciando uma à outra. Um garoto autista que cada vez mais se fecha em seu próprio mundo, e seu pai David, que acaba de perder sua esposa e enfrenta o medo de tudo o que vem pela frente.
Essa é a trama de “Po”, o premiado drama dirigido por John Asher.
A dificuldade dos dois personagens em lidar com o mundo à sua volta nos leva a uma profunda reflexão sobre a importância dos vínculos familiares. Uma história triste e repleta de clichês mas também carregada de delicadezas e aprendizado, tornando impossível passar por ela sem se envolver profundamente.
O autismo sempre recebe tratamentos redutivos e condescendentes no cinema, com crianças prodigiosas exibindo excentricidades adoráveis, gênios matemáticos ou musicais deslumbrantes.. “Po” evita essas armadilhas. E é bem realista ao mostrar o pesadelo burocrático, sistemas escolares sobrecarregados, múltiplos terapeutas, a luta com o seguro de saúde e até a insensibilidade dos patrões.
O papel do garoto autista é interpretado pelo ator Julian Feder, em um desempenho que desde o começo cativa até os mais durões dos expectadores, o que lhe rendeu os prêmios de Melhor Ator no Young Artist Awards, WorldFest Houston e Albuquerque Film & Music Experience.
“Po” conta ainda com uma belíssima trilha assinada por ninguém menos que Burt Bacharach, que há 17 anos não compunha uma trilha original para o cinema.


DIAS 29 E 30
O QUEBRA CABEÇAS
de Marc Turtletaub

Baseado no filme Rompecabezas, dirigido pela cineasta argentina Natalia Smirnoff em 2009, “O Quebra Cabeça” é o segundo longa do diretor Marc Turtletaub, mais conhecido por seu trabalho como produtor em filmes como “A Pequena Miss Sunshine” e “Loving”.
O roteiro assinado por Oren Moverman conta a história de uma meticulosa e obcecada dona de casa suburbana, religiosa, dedicada a cuidar da organização e limpeza de seu lar, além de alimentar pontualmente marido e filhos.
Interpretada por Kelly Macdonald, Agnes é uma personagem em busca de um elo de ligação entre a lógica e a emoção. E isso acontece quando em seu aniversário de 40 anos ganha um quebra-cabeças de mil peças e descobre, enfim, seu grande talento matemático e geométrico, que a possibilita resolver rapidamente o desafio.
Isso provoca uma grande reviravolta em sua vida e em seus sentimentos. atingindo seu casamento, o relacionamento com os filhos e a amizade com Robert (Irrfan Khan), aspirante a montador profissional de quebra-cabeças que procura por uma parceira de jogo.
Quando a personagem resolve sair de sua estagnante rotina e ir em direção ao seu sonho, percebe que as peças do seu quebra-cabeças pessoal estavam todas soltas e não mais se encaixavam naquele cenário de antes.
Não recomendado para menores de 12 anos

Atenção nos dias 25 de dezembro e 01 de janeiro não haverá sessão do Moviecom Arte

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O Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

Extras

Festa a Fantasia no Yellow Pub

Postado porTemperos de Cinema 19 de novembro de 2018 0 Comentários

Com o tema “Cinema, a melhor fantasia”, a festa temática do Moviecom Arte / Temperos de Cinema realizada no Yellow Pub no dia 26 de outubro foi um grande sucesso.
Com tapete vermelho na entrada, luzes e estatueta do Oscar, o Yellow Pub recebeu os 220 participantes que capricharam na fantasia e abrilhantaram essa festa que teve sua renda em benefício do grupo Faz Bem Fazer o Bem.
Além de muito divertida, como você pode ver nas fotos oficiais da festa que você pode ver aqui neste post, ficamos muito felizes em informar que o valor arrecadado possibilitou a compra de 35 cestas básicas que farão a alegria de muitas pessoas carentes neste final de ano.
E já estamos ansiosos pela festa do ano que vem!