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Querido Menino, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 18 de abril de 2019 0 Comentários

Estrelado por Steve Carell e Timothée Chalamet, “Querido Menino” é dirigido pelo belga Felix van Groeningen e conta a história de David Sheff, respeitado jornalista e escritor, pai de três filhos, sendo um destes Nic Sheff, seu primogênito da primeira união. Apesar do garoto ser um jovem muito inteligente, amável e gentil com todos, não conseguiu fugir do vício nas drogas, principalmente após experimentar metanfetaminas. Esta compulsão de Nic abala as estruturas familiares, especialmente seu pai David, que busca a todo custo entender a dependência de seu filho.


Esta é a primeira grande empreitada de Felix van Groeningen em Hollywood e o diretor optou por uma direção discreta onde o espectador acompanha a aflição de um pai que negligencia a atual esposa e outros dois filhos para preocupar-se a todo instante com o primogênito.


Steve Carell entrega uma atuação regular e emotiva, em que seu personagem chega a experimentar o ópio em busca de entender o que o filho sente. Mas o destaque fica com a enérgica atuação de Timothée Chalamet.
Venha conferir este realista e belo drama no Moviecom Arte dos dias 20 e 21 às 11 horas e dia 23 às 14 horas.

Ficha Técnica
Título original: Beautiful Boy
Nacionalidade: EUA
Gênero: Drama
Ano de produção: 2018
Estréia: 21 de fevereiro de 2019 (Brasil)
Duração: 1h 52min
Classificação: 14 anos
Direção: Felix Van Groeningen
Roteiro: Felix Van Groeningen, Luke Davies
Produção: Brad Pitt, Sarah Esberg, Dede Gardner, Jeremy Kleiner, Nan Morales
Elenco: Steve Carell, Timothée Chalamet e Maura Tierney
Direção de fotografia: Ruben Impens
Edição: Nico Leunen
Design de produção: Ethan Tobman
Direção de arte: Patrick M. Sullivan Jr.
Decoração de set: Jennifer Lukehart
Figurino: Emma Potter
Distribuição: Diamond Films

 

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A Mula, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 12 de abril de 2019 0 Comentários

Clint Eastwood é uma das grandes lendas do cinema. Com mais de 6 décadas à frente e por trás das câmeras ele anuncia aos 89 anos sua aposentadoria.
Para a despedida das telas, Clint escolheu o filme “A Mula”, um roteiro de Nick Schenk baseado em uma história real, que ele dirige e protagoniza.


Mais amável e menos turrão que em seus filmes anteriores, Clint Eastwood interpreta Leo Sharp, um homem que coleciona uma série de honras que vão desde de prêmios por seus trabalhos como paisagista e decorador até o reconhecimento por ter lutado contra os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.


No entanto, foi aos 90 anos que conquistou algo surpreendente: ele foi preso por portar o equivalente a três milhões de dólares em cocaína no seu carro, uma picape velha, no Michigan. Sharp era o líder do Sinaloa, um cartel de drogas no México e foi sentenciado à três anos de cadeia.


“A Mula” conta ainda com um time de estrelas de primeira linha em seu elenco, como Bradley Cooper, Andy Garcia, Talissa Farmiga e Alison Eastwood.
Este é o filme que exibiremos para você no Moviecom Arte dos dias 13 e 14 às 11 horas e dia 16 às 14 horas. Imperdível.

Ficha Técnica
Título original: The Mule
Nacionalidade: EUA
Gêneros: Drama, Biografia
Ano de produção: 2018
Estréia: 14 de dezembro de 2018 (EUA)
Direção: Clint Eastwood
Elenco: Taissa Farmiga, Bradley Cooper, Clint Eastwood, Michael Peña, Laurence Fishburne, Clifton Collins Jr., Manny Montana, Noel Gugliem,i Dianne Wiest e Alison Eastwood
Roteiro: Nick Schenk
Produção: Clint Eastwood, Jillian Apfelbaum, David Bernad,Ruben Fleischer, Dan Friedkin, Todd Hoffman, Jessica Meier, Tim Moore, Kristina Rivera, Bradley Thomas
Direção de fotografia: Yves Bélanger
Edição: Joel Cox
Design de produção: Kevin Ishioka
Direção de arte: Rory Bruen, Julien Pougnier
Decoração de set: Ronald R. Reiss
Distribuição: Warner Bros.

 

Receita da semanaReceitasTemperos

Galantini, uma receita clássica francesa.

Postado porTemperos de Cinema 12 de abril de 2019 0 Comentários

Uh la la … Neste mês de Abril nosso Cardápio está Inspirado no filme “Os Sabores do Palácio” (2013), do diretor Christian Vincent.


A entrada é um prato clássico da gastronomia franco-portuguesa, a Galantini, que ganha um toque muito especial da chef Sandra Romansini que, diga-se de passagem, é apaixonada pela culinária francesa.
Vamos à receita?

Galantine Salmão

500 gr de salmão em cubos
1 clara de ovo
50 ml creme de leite fresco
Sálvia, tomilho e Endro dill a gosto
Sal e Pimenta
Cebola picadinha
1 acelga inteira e grande.
1 litro de caldo de Legumes

Modo Preparo:

Em uma panela coloque o caldo de legumes para aquecer. Mantenha quente sem ferver.

Separe as folhas de acelga retire a parte branca e branqueie no caldo de legumes por alguns minutos, retire e reserve

No processador coloque o salmão, as ervas, sal e pimenta, clara de ovo, o creme de leite fresco e processe ate formar uma mousse lisa.

Forre a bancada com plástico filme e em seguida disponha as folhas de acelga branqueadas. Coloque a mousse de salmão e enrole como rocambole.
Enrole mito bem no filme plástico e feche a lateral com um no forte (veja vídeo)
Coloque a galantine para cozinhar no caldo de legumes por aproximadamente 8 a 15 minutos.
Prepare o molho Veloute.

Molho Velouté

30 gr. cebola
5 gr. alho
Sal e pimenta a gosto
50 ml creme de leite
50 ml vinho branco
100 gr. de apara de Salmão
1 colher de manteiga
1 colher de farinha de trigo

Preparo:
Em uma frigideira salteie o algo, a cebola e as aparas de salmão até que dourem.
Deglaceie a frigideira com vinho branco e adicione 200
Ml do caldo de legumes e em
Seguida engrosse com Roux de modo que o molho fique aveludado.

Monte o fundo do prato com o molho e em seguida disponha a galantine fatiada em tranche.
Decore com
Sálvia e pimenta rosa.

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Vice, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 4 de abril de 2019 0 Comentários

Com uma carreira sólida no reino das comédias de gosto duvidoso, Adam McKay surpreende em “Vice”, seu mais recente trabalho, que chegou com 8 indicações ao Oscar 2.019.
O filme nos coloca em um momento crucial na vida de Dick Cheney, vice-presidente dos Estados Unidos, durante os ataques terroristas de 11 de setembro. Conforme seguimos a agitação dos funcionários da Casa Branca somos transportados para Wyoming de 1963, onde Cheney é um jovem trabalhador braçal, bêbado, sem perspectivas que acabara de largar a faculdade e é pressionado pela esposa para achar um caminho na vida.

Com muito humor e uma linguagem extremamente acessiva, o diretor segue acompanhando a carreira de Cheney, saltando para 1969 quando trabalhou com Donald Rumsfeld, assessor econômico de Nixon, tornando-se um agente político experiente enquanto conciliava a vida em família, chegando até ao cargo de chefe de gabinete da Casa Branca para o presidente Gerald Ford, enquanto Rumsfeld se torna secretário de Defesa.

Mesmo sem nunca permitir a total empatia pelo protagonista, Adam McKay ainda consegue entregar momentos de humanidade dentro de um personagem tão moralmente lacônico. Com a saída dos republicanos da Casa Branca o político veterano resolve concorrer para o congresso, época em que sofre seu primeiro ataque cardíaco.

A história de Cheney é atraente por si só, mas é a performance de Christian Bale que realmente entrega o engenho ardiloso por trás de suas ações. Se a transformação física já é impressionante, é a atenção aos gestos, cacoetes e até mesmo timbre de voz que esconde a malícia do personagem. Como o próprio Bale “brincou” em seu discurso de agradecimento pela estatueta de melhor ator no Globo de Ouro, Satã foi sua maior inspiração para o papel; deixando assim bem claro o sabor diabólico de sua interpretação.

“Vice”, de Adam McKay, será exibido no Moviecom Arte dias 06 e 07 às 11 horas e no dia 09 às 14 horas.

Ficha Técnica
Título original: Vice
Nacionalidade: EUA
Gênero: Drama, Biografia
Ano de produção: 2018
Estréia: 31 de janeiro de 2019 (Brasil)
Direção: Adam McKay
Roteiro: Adam McKay
Produção: Brad Pitt, Will Ferrell, Megan Ellison, Dede Gardner, Jason George, Jeremy Kleiner, Jillian Longnecker, Adam McKay, Kevin J. Messick, Jeff G. Waxman
Trilha sonora: Nicholas Britell
Direção de fotografia: Greig Fraser
Edição: Hank Corwin
Design de produção: Patrice Vermette
Direção de arte: David Meyer, Brad Ricker, Dean Wolcott
Decoração de set: Jan Pascale
Figurino: Susan Matheson
Elenco: Amy Adams, Alison Pill, Christian Bale, Steve Carell
Distribuição: Imagem Filmes

Receita da semanaReceitasTemperos

Filet Mignon à Wellington

Postado porTemperos de Cinema 25 de março de 2019 0 Comentários

Ganhador de uma enorme lista de prêmios nos principais festivais de cinema da temporada, incluindo o Oscar de Melhor Atriz e o Prêmio Especial do Júri no Festival de Veneza, “A Favorita”, do diretor grego Yorgos Lanthimos, foi todo ambientado na Inglaterra do século XVII.


Exibido recentemente no Moviecom Arte, este filme inspirou a receita desta semana no Temperos de Cinema, Filet Mignon a Wellington, prato típico da cozinha inglesa, apreciado pelo efeito elegante à mesa e irresistível suculência.
O bife wellington homenageia o comandante britânico Arthur Wellesley (1769–1852) que derrotou Napoleão Bonaparte na Batalha de Waterloo, em 1815. Ele recebeu o título de primeiro duque de Wellington – daí o nome do prato – justamente graças às vitórias contra as tropas napoleônicas. Pela extraordinária força física e inflexível vontade, ainda ficou conhecido como o Duque de Ferro (the Iron Duke).
Esse mergulho na história da Inglaterra fica ainda mais saboroso com essa receita especialíssima que a chef Sandra Romansini nos ensina a preparar esta semana.

Filet Mignon a Wellington

Ingredientes:
1 rolo massa folhada grande
800 gramas de filé mignon porcionado e 4 porções de 200g
300 gramas de presunto de
parma fatiado
300 gramas de cogulemo Paris
2 colheres de azeite
1 gema batida
Mostarda dijon a gosto
Pimenta do reino a gosto
Cebola a gosto
Alho a gosto
Sal a gosto

Preparo:
A primeira etapa para preparar um filé Wellington é escolher um bom filé mignon. O filé é uma carne magra, macia e com cozimento rápido. Limpe-o bem retirando as pontas mais finas, o “cordão” e utilize apenas a parte do meio que é mais grossa. E porcione em porções de 200 g.

– A técnica essencial e que será usada durante toda receita para que o filé Wellington tenha um formato perfeito é enrola-lo em plástico filme, para que obtenha um formato redondo bem regular. Deixa na geladeira por 1 hora .
Depois tire o plástico filme.
Aqueça bem
A frigideira com azeite, e grelhe o filé selando de ambos os lados rapidamente.
Retire a carne do fogo, pincele mostarda dijon ao redor de todo o filé mignon e reserve, deixando-o descansar enquanto preparamos o restante dos ingredientes.

Em um processador (caso você não tenha um, pode tentar usar um liquidificador), processe o cogumelo com um pouco de cebola e alho, podendo temperar um pouco com sal e pimenta do reino também. Após, refogue a pasta que irá se formar do cogumelo em uma frigideira sem azeite: o objetivo é retirar o máximo de água possível.

Assim, você verá que a pasta de cogumelo irá soltar água na frigideira, por isso não precisamos de azeite. Deixe essa pasta de cogumelo cozinhar até que toda a água tenha evaporado.

Então em uma superfície plana e coberta com filme plástico – é essencial cobrir a superfície com o filme plástico, pois ele será usado para enrolar o filé – espalhe as fatias do presunto parma, formando uma cama. Esse presunto deverá cobrir toda a peça de filé mignon depois, portanto não economize.

Dica: você pode trocar as fatias de presunto parma por fatias finas de bacon.

Feita essa trança de presunto, cubra-a com a pasta de cogumelo refogado, usando as mãos e uma colher para lhe auxiliar. Posicione a peça de filé mignon sobre a
pasta de cogumelo e disponha sobre a massa folhada enrole apertando bem nas pontas ao terminar.
Faça alguns riscos com uma faca afiada, passe a gema de ovo e leve para assar em forno 180 graus

Quando você ver que já está assado e dourado, retire do fogo e monte o prato.

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Temperos de Cinema – Temporada 2019

Postado porTemperos de Cinema 7 de março de 2019 0 Comentários

Vem chegando a nova temporada do Temperos de Cinema, com novos cardápios inspirados em novos filmes.
Para a temporada 2.019 do Temperos de Cinema selecionamos receitas e filmes deliciosos, para arrancar aplausos de cinéfilos que apreciam uma boa comida e aqueles que são bons de garfo e também apreciam um bom filme.


A cozinha continua sob o comando da Chef Sandra Romansini e a cinemateca aos cuidados da produtora Fátima Augusto.
E o primeiro cardápio, que estreia neste mês de março, não poderia ter tema mais inspirador: Os filmes que concorreram ao Oscar 2.019.


Entre os filmes escolhidos estão: A favorita, O Vice, Nasce Uma Estrela, Bohemian Rhapsody, O Pantera Negra, Roma, Infiltrados na Klan e Green Book. Todas as receitas de março são inspiradas em comidas típicas das cidades onde se passam as historias desses filmes.


E como sempre, você terá não só a receita de cada prato como também um vídeo com o passo a passo e os segredinhos da chef Sandra Romansini.

Veja a estreia da nova temporada no nosso canal no Youtube.

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Cafarnaum, Indicado Ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

Postado porTemperos de Cinema 1 de março de 2019 0 Comentários

A cidade bíblica de Cafarnaum dá nome ao mais novo filme da diretora libanesa Nadine Labaki, que concorreu ao Oscar 2.019 de Melhor Filme Estrangeiro.


“Cafarnaum” se passa em um bairro de Beirute com planos aéreos que evidenciam um triste quadro de miséria. Problemas como a violência tornaram-se tão sintomáticos ao ponto de crianças brincarem felizes com metralhadoras improvisadas. Uma dessas crianças é Zain, o protagonista da trama, que depois é visto sob custódia por esfaquear um homem e, logo em seguida, processando seus pais por ter nascido.


É um ponto de partida espantoso que anuncia uma experiência tão insólita quanto difícil, que o roteiro tenta explicar voltando no tempo e nos apresentando à difícil realidade de Zain, um dos filhos mais velhos em uma casa cheia de crianças mas com pouco a oferecê-las além das condições mais básicas.


Aos doze anos, Zain (Zain Al Rafeea) carrega uma série de responsabilidades: é ele quem cuida de seus irmãos no cortiço em que vive junto com os pais, que estão sempre ausentes, trabalhando em uma mercearia. Quando sua irmã de onze é forçada a se casar com um homem mais velho, o menino fica extremamente revoltado e decide deixar a família. Ele passa a viver nas ruas junto aos refugiados e outras crianças que, diferentemente dele, não chegaram lá por conta própria.


Ganhador do Prêmio do Júri em Cannes, “Cafarnaum” era o grande rival de “Roma” no Oscar, ambos tidos como verdadeiras obras de arte do cinema atual.
Você poderá ver este grande filme no Moviecom Arte dos dias 02 e 03 de março às 11 horas e no dia 05 de março às 14 horas. Imperdível.

Título: Cafarnaum
Título original: Capharnaüm
Nacionalidades: Líbano, França
Gênero: Drama
Ano de produção: 2018
Estréia: 17 de janeiro de 2019 (Brasil)
Duração: 2h 06min
Direção: Nadine Labaki
Roteiro: Nadine Labaki, Jihad Hojeily, Michelle Keserwany
Elenco: Alaa Chouchnieh, Alexandre Youakim, Boluwatife Treasure Bankole, Elias Khoury, Fadi Yousef, Farah Hasno, Farah Kanjo, Haita ‘Cedra’ Izzam, Joe Maalouf, Joseph Jimbazian, Kawsar Al Haddad, Michele Sedad, Mirna Izzam, Nadine Labaki, Nour El Husseini, Rahaf El Razek, Samira Chalhoub, Yordanos Shiferaw, Zain Al Rafeea
Trilha sonora: Khaled Mouzanar
Direção de fotografia: Christopher Aoun
Edição: Konstantin Bock, Laure Gardette
Design de produção: Hussein Baydoun
Classificação: 14 anos
Distribuição: Sony Picture

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Programação de Março do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 1 de março de 2019 0 Comentários

A Programação de Março do Moviecom Arte está em clima de Oscar. São 5 filmes imperdíveis, entre indicados e premiados. Confira a lista e anote as datas em sua agenda.


Dias 02, 03 e 05 de março
Cafarnaum
indicado a melhor filme estrangeiro

A cidade bíblica de Cafarnaum dá nome ao mais novo filme da diretora libanesa Nadine Labaki, que concorreu ao Oscar 2.019 de Melhor Filme Estrangeiro.
“Cafarnaum” se passa em um bairro de Beirute com planos aéreos que evidenciam um triste quadro de miséria. Problemas como a violência tornaram-se tão sintomáticos ao ponto de crianças brincarem felizes com metralhadoras improvisadas. Uma dessas crianças é Zain, o protagonista da trama, que depois é visto sob custódia por esfaquear um homem e, logo em seguida, processando seus pais por ter nascido.
É um ponto de partida espantoso que anuncia uma experiência tão insólita quanto difícil, que o roteiro tenta explicar voltando no tempo e nos apresentando à difícil realidade de Zain, um dos filhos mais velhos em uma casa cheia de crianças mas com pouco a oferecê-las além das condições mais básicas.
Aos doze anos, Zain (Zain Al Rafeea) carrega uma série de responsabilidades: é ele quem cuida de seus irmãos no cortiço em que vive junto com os pais, que estão sempre ausentes, ttrabalhando em uma marcearia. Quando sua irmã de onze é forçada a se casar com um homem mais velho, o menino fica extremamente revoltado e decide deixar a família. Ele passa a viver nas ruas junto aos refugiados e outras crianças que, diferentemente dele, não chegaram lá por conta própria.
Ganhador do Prêmio do Júri em Cannes, “Cafarnaum” era o grande rival de “Roma” no Oscar, ambos tidos como verdadeiras obras de arte do cinema atual.
Você poderá ver este grande filme no Moviecom Arte dos dias 02 e 03 de março às 11 horas e no dia 05 de março às 14 horas. Imperdível.

Não recomendado para menores de 14 anos


Dias 09, 10 e 12 de março
Se A Rua Beale Falasse
Vencedor do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante

A rua Beale é uma rua em Nova Orleans mas poderia estar em qualquer cidade dos Estados Unidos ou de qualquer outro país do mundo.. Ela é uma rua de famílias negras, onde vidas negras lutam, amam, sofrem e cantam. A rua Beale do novo filme do diretor Barry Jenkins, fica na Nova Iorque dos anos 70.
Baseado no célebre romance de James Baldwin, o filme “Se A Rua Beale Falasse” acompanha Tish, uma jovem de 19 anos vivendo a história de amor com o vizinho da vida toda, Fonny (Stephan James). No entanto, a vida se revelará uma sucessão de agruras quando o rapaz é injustamente acusado pelo estupro de uma jovem porto-riquenha e vai parar na cadeia. Em meio à luta para libertar o noivo, Tish se descobre grávida. Entre sonhos desfeitos, coragem e muito amor, essa mulher negra precisa descobrir o quão forte é.
A personagem central é brilhantemente interpretada pela novata Kiki Layne mas não tem como não ser arrebatado pelo excepecional desempenho de Regina King, que interpreta a mãe de Tish, ganhadora do Oscar 2.019 de Melhor Atriz Coadjuvante.
“Se A Rua Beale Falasse” será exibido nos dias 09 e 10 de março às 11 horas e no dia 12 de março às 14 horas, no Moviecom Arte. E você não pode deixar de ver este grande filme.

Não recomendado para menores de 10 anos

Dias 16, 17 e 19 de março
A Favorita
Vencedor do Oscar de Melhor Atriz

“A Favorita”, drama de época passado na corte britânica do século XVIII, é um filme cheio de méritos, inclundo a excelente campanha que fez desde seu lançamento, tornando-se o queridinho do público e dos críticos de cinema.
Sensual, hilário e repugnante, “A Favorita” colecionou uma longa lista de prêmios e indicações, culminando com o Oscar 2.019 de Melhor Atriz para a incrível Olivia Colman, que desbancou a super favorita do ano, Glenn Close.

Dirigido pelo grego Yorgos Lanthimos, o filme se passa na Inglaterra do século XVIII, Sarah Churchill, a Duquesa de Marlborough (Rachel Weisz) exerce sua influência na corte como confidente, conselheira e amante secreta da Rainha Ana (Olivia Colman). Seu posto privilegiado, no entanto, é ameaçado pela chegada de Abigail (Emma Stone), nova criada que logo se torna a queridinha da majestade e agarra com unhas e dentes à oportunidade única.
Escrito por Tony McNamara e Deborah Davis, o roteiro mescla com muita propriedade o humor ácido e uma insanidade fluente a uma trama sóbria de história e política.
Ofilme é extremamente ousado em seu visual. A fotografia arrisca com trechos nos quais são utilizadas lentes grande angular, dando aquele aspecto arredondado no qual conseguimos ver além do olho humano, numa conjectura de 180 graus. E os figurinos e direção de arte são de uma extravagância tão impressionante quanto indispensável.
O Moviecom Arte apresenta “A Favorita” nos dias 16 e 17 de março às 11 horas e no dia 19 de março às 14 horas. Coloque em sua agenda!

Não recomendado para menores de 14 anos

Dias 23, 24 e 26 de março
Poderia me Perdoar ?
Indicado ao Oscar de Melhor Atriz

Melissa McCarthy não era a primeira escolha dos produtores de “Poderia Me Perdoar?” para viver nas telonas a história de Lee Israel, escritora que gerou controvérsia nos anos 90 ao vender cartas falsificadas de celebridades. O papel recusado por Julianne Moore, caiu como uma luva para Melissa McCarthy que teve a oportunidade de mostrar todo seu potencial em um filme introspectivo e cheio de nuances, que a levou a ser uma das indicadas para o Oscar 2.019 de Melhor Atriz.
Dirigido por Marielle Heller e com roteiro assinado por Nicole Holofcener e Jeff Whity, “Poderia Me Perdoar?” é um drama biográfico denso que conta a história real de uma jornalista e escritora que chega ao fundo do poço e como último recurso decide vender cartas de celebridades falsificadas por ela mesma. Quando as primeiras suspeitas começam, para não parar de lucrar, ela modifica o esquema e passa a roubar os textos originais de arquivos e bibliotecas.
O grande desafio do filme era conseguir que a personagem despertasse, de alguma forma, a empatia do público apesar de sua personalidade difícil. Sociofóbica e alcoólatra, desbocada e grosseira, o tratamento dado à Lee Israel pelo roteiro é o que permitiu a Melissa McCarthy desenvolver uma personagem que transcende essas primeiras camadas, mostrando-a como uma mulher que, no fundo, somente deseja ter seu trabalho reconhecido.
Este filme surpreendente chega ao Moviecom Arte nos dias 23 e 24 de março às 11 horas e 26 de março às 14 horas.


Dias 30, 31 de março e 02 de abril
Guerra Fria
indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

O diretor polonês Pawel Pawlikowski é um dos grandes nomes do cinema contemporâneo e seu mais recente trabalho, “Guerra Fria”, lheredenu o prêmio de melhor direção em Cannes e concorreu ao Oscar 2.019 de Melhor Filme Estrangeiro.
“Guerra Fria” conta uma história de amor inspirada na vida dos pais do cineasta. Duas pessoas completamente diferentes uma da outra, em suas origens e personalidade, Zula e Wiktor se apaixonam e ambos terão que ceder em suas personalidades para viver uma história que se desenha de forma atropelada, durante o período da Guerra Fria iniciada na década de 50, em seu país de origem e em boa parte da Europa.
Pawell transforma suas recorrências estilísticas em signos palatáveis através das linhas evolutivas de seus protagonistas. O trabalho conjunto dele com seu casal de atores é de enorme responsabilidade para conseguir esse espaço empático.
Filmado em preto e branco, técnica que o diretor já utilizou em “Ida” (seu filme de estreia), “Guerra Fria” é conduzido pela música que o transforma em uma obra requintada e super lapidada.
Você não pode perder “Guerra Fria” no Moviecom Arte nos dias 30 e 31 de março às 11 horas e no dia 2 de abril às 14 horas.

Não recomendado para menores de 14 anos

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O Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

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A Esposa, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 15 de fevereiro de 2019 0 Comentários

Uma grande mulher por trás de um grande homem. Essa máxima machista é o tema central de “A Esposa”, dirigido por Björn Runge e baseado no livro do mesmo nome escrito por Meg Wolitzer.


Premiada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz Dramática por sua atuação neste filme, Glenn Close interpreta Joan, uma mulher que abre mão da paixão por escrever para se dedicar integralmente ao marido e também escritor, Joe Castleman (Jonathan Pryce).
Quando ele ganha o Prêmio Nobel de Literatura, um biógrafo, interpretado por Christian Slater, insiste em fazer um livro sobre a trajetória do escritor. É então que os fatos do passado vêm à tona e deixam claro que Joan abandonou seus próprios sonhos para viabilizar os de Jonathan – que colecionou casos amorosos e com frequência a faz sentir-se humilhada.


Glen Close, com pouquíssimas falas, carrega todo o filme nas costas. Com seu olhar e suas expressões, ela transmite com exatidão a dor de um segredo, a angústia da injustiça e os sacrifícios e as incoerências de quem ama profundamente.
Este filme também rendeu à Glenn Close sua sétima indicação ao Oscar. Ela está na disputa da estatueta de Melhor Atriz e é uma das grandes favoritas já que nas 6 indicações anteriores nunca conseguiu ganhar e agora, aos 71 anos e com um papel realmente brilhante, parece deixar a Academia quase que na obrigação de premiá-la.


“A Esposa” é o filme da semana no Moviecom Arte, com sessões nos dias 16 e 17 de fevereiro às 11 horas e no dia 19 de fevereiro às 14 horas, no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí.

Ficha Técnica
Título original: The Wife
Nacionalidades: Suécia, EUA
Gêneros: Drama, Suspense
Ano de produção: 2017
Estréia: 10 de janeiro de 2019
Duração: 1h 40min
Classificação: 12 Anos
Direção: Björn Runge
Roteiro: Jane Anderson, Meg Wolitzer
Elenco; Christian Slater, Elizabeth McGovern, Glenn Close, Harry Lloyd, Jonathan Pryce e Morgane Polanski
Trilha sonora: Jocelyn Pook
Direção de fotografia: Ulf Brantås
Edição: Lena Runge
Design de produção: Mark Leese
Direção de arte: Caroline Grebbell, Paul Gustavsson, Martin McNee
Figurino: Trisha Biggar
Distribuição: Alpha Filmes

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A Pé Ele Não Vai Longe, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 8 de fevereiro de 2019 0 Comentários

A variada filmografia diretor norte americano Gus Van Sant baseia-se quase toda em personagens bem pouco convencionais. Em seu novo filme, “A Pé Ele Não Vai Longe”, o diretor adapta para os cinemas a vida de John Callahan, cartunista renomado que se destacou por um um humor ácido e por contar suas próprias experiências como quadriplégico.


Van Sant tem uma maneira singular de filmar e um estilo autoral bem dosado entre o underground e a cultura de massa.
Consagrado por filmes como “Drugstore Cowboy” (1989), “My Own Private Idaho” (1991), “Um Gênio Indomável” (1997) e “Milk” (2008), Gus Van Sant capta como ninguém espíritos atormentados das mais variadas tribos urbanas e pós-modernas, com especial interesse nos momentos de indagação e amadurecimento.


É o caso de “A Pé Ele Não Vai Longe”, com roteiro construído sobre um argumento do próprio John Callahan quando este ainda era vivo. O filme vai fundo em uma investigação da persona por trás daqueles rabiscos brilhantes, indo do momento em que Callahan perde seus movimentos e adapta-se a essa nova realidade, passando pela sua superação do alcoolismo e o perdão à mãe biológica que o abandonou ainda pequeno.
Apesar de todo o drama psicológico que o roteiro sugere, “A Pé Ele Não Vai Longe” é um filme super bem humorado, como já sugere o título.


O elenco também é digno de nota, especialmente Joaquin Phoenix como Callahan e Jonah Hill como seu mentor no programa de reabilitação. Phoenix, é claro, tem o trabalho mais pesado, sempre em cena e retratando Callahan ao longo de momentos distintos, mas Hill tem uma entrega igualmente marcante mesmo com menos tempo em tela.


“A Pé Ele Não Vai Longe” é uma das cinebiografias mais espirituosas que o cinema americano produziu nestes últimos anos e é o nosso filme da semana no Moviecom Arte, com sessões dias 09 e 10 de fevereiro às 11 horas e no dia 12 de fevereiro às 14 horas.
O Moviecom Arte você já sabe, é um projeto que acontece no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí e traz o melhor do cinema independente para você e com ingressos a preços super especiais.

Ficha Técnica:
Título: A Pé Ele Não Vai Longe
Titulo original: Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot
Nacionalidade: EUA
Gêneros: Biografia, Drama
Ano de produção: 2018
Estréia: 27 de dezembro de 2018 (Brasil)
Direção: Gus Van Sant
Duração: 1h 54min
Classificação: 14 anos
Roteiro: Gus Van Sant. Baseado na biografia de John Callahan
Elenco: Joaquin Phoenix, Rooney Mara, Jonah Hill e Jack Black
Trilha sonora: Danny Elfman
Fotografia: Christopher Blauvelt
Edição: David Marks, Gus Van Sant
Design de produção: Jahmin Assa
Figurino: Danny Glicker
Estúdios: Anonymous Content, Big Indie Pictures, Iconoclast
Distribuição: Diamond Films