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Receita da semanaReceitasTemperos

Pudim de Leite

Postado porTemperos de Cinema 28 de outubro de 2018 0 Comentários

Fechando o cardápio de receitas inspiradas nas cores de Almodóvar, apresentamos a sobremesa, o Pudim da Raimunda, uma versão personalíssima da chef Sandra Romansini para o clássico Pudim de Leite.
Vamos à receita?

INGREDIENTES
Calda:
1 xícara (chá) de açúcar
Pudim:
1 Leite condensado lata ou caixinha)
3 ovos
MODO DE PREPARO
Calda:
1 Em uma panela de fundo largo, derreta o açúcar até ficar dourado.
2 Junte meia xícara (chá) de água quente e mexa com uma colher.
3 Deixe ferver até dissolver os torrões de açúcar e a calda engrossar.
4 Forre com a calda uma forma com furo central (19 cm de diâmetro) e reserve.
Pudim:
5 Em um liquidificador, bata todos os ingredientes do pudim e despeje na forma reservada.
6 Cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio (180°C), em banho-maria, por cerca de 1 hora e 30 minutos.
7 Depois de frio, leve para gelar por cerca de 6 horas. Desenforme e sirva a seguir.
DICAS:
– É essencial que o pudim seja preparado em banho-maria para que asse de forma lenta e controlada, para atingir a textura ideal.
– Para que o seu pudim não forme furinhos, verifique se a temperatura do forno está regulada conforme indicação da receita. Leve a forma ao forno na grade superior, longe da chama.

Receita da semanaReceitasTemperos

Doce de Abóbora com Coco no Temperos de Cinema

Postado porTemperos de Cinema 27 de setembro de 2018 0 Comentários

A nossa Feijoada em homenagem ao Cinema Nacional está completa. Nos programas anteriores a chef Sandra Romansini mostrou o passo a passo e todos os segredinhos para fazer uma bela feijoada e também os acompanhamentos.
Para fechar com chave de ouro este cardápio, vem a sobremesa: um maravilhoso Doce de Abóbora com Coco, um dos doces mais tradicionais da gastronomia brasileira.

Doce de Abóbora com Coco
Ingredientes:
1 kg de abóbora
1 kg de açúcar
1 pau de canela
100 g de coco ralado
3 cravos-da-índia

Preparo:
Descasque a abóbora, corte em pedaços e cozinhe (pedaços quadrados de mais ou menos 4 ou 5 cm)
Depois de cozida, escorra a água, amasse bem com o garfo e leve ao fogo em uma panela com o açúcar, cravo e a canela
Deixe no fogo e mexa até desprender do fundo da panela
Retire do fogo, misture o coco e leve novamente ao fogo
Continue a mexer até desprender novamente do fundo da panela

ConfrariaConfraria

Jantar da Confraria Temperos de Cinema em Casablanca

Postado porTemperos de Cinema 2 de agosto de 2018 0 Comentários

No dia 27 de julho realizamos mais um jantar da Confraria Temperos de Cinema e, desta vez, a inspiração foi o filme Casablanca, um clássico do cinema que sobrevive ao tempo e sempre será um filme magnífico.

A realização desse jantar transformou o Condomínio Jatobás na cidade marroquina que dá nome ao filme. E não faltaram muitas Ingrid Bergmans e Humphrey Bogarts, pois o membros dessa confraria leva nossos jantares temáticos muito a sério.

Casablanca é um importantíssimo porto da África e uma cidade muito generosa e acolhedora, assim como o Rui e a Fátima que recebem os confrades para os jantares da Confraria.
O filme “Casablanca”, ambientado e lançado no auge da Segunda Guerra Mundial, mostra que sair de lá era um problema, principalmente se você fosse procurado pelos nazistas. Já do nosso jantar inspirado em “Casablanca”, é difícil sair, principalmente se você gosta de uma boa mesa, pois o cardápio da Sandra Romansini e a carta de vinhos prendem do começo ao fim.
Nesse jantar memorável a entrada foi uma deliciosa salada de morangos e kiwi, sobre um cama de cuscus marroquino, com molho de iogurte, a entrada quente foi uma sopa de frango e castanha de caju, na sequência o prato principal, arroz marroquino com um espeto de carne, e um espeto de camarão, e a sobremesa, como no filme onde sempre teremos Paris, foi um creme brûlée com frutas e limão kafir.
Tudo servido ao som de “As Times Goes By”, a icônica canção tema do filme.
Seguem algumas fotos para conferir.

Extras

Casablanca, O Cardápio

Postado porTemperos de Cinema 26 de julho de 2018 0 Comentários

O próximo cardápio do Temperos de Cinema está quase pronto e deve estrear em breve. A inspiração para as receitas vem do filme “Casablanca”, de 1942, dirigido por Michael Curtiz e estrelado por Ingrid Bergman e Humphrey Bogart.


Considerado um dos maiores filmes da história do cinema americano, foi a grande sensação do Oscar em 1943, levando o prêmio de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora.


Lançado no auge da Segunda Guerra Mundial, “Casablanca” conta a história de Rick Blaine, um americano amargo e cínico que vive e trabalha em Casablanca, onde tem um badalado café. Rick’s Café é frequentado tanto por nazistas, funcionários franceses, quanto por refugiados e criminosos. Um belo dia, Ilsa Lund, o grande amor do passado de Rick, aparece em seu bar ao lado do marido, Victor Laszlo, herói da resistência tcheca. O reencontro dos ex-amantes reacende o amor entre eles.


A maravilhosa canção As Time Goes By, escrita por Herman Hupfeld em 1931, tornou-se internacionalmente famosa depois de cantada pelo personagem Sam (Dooley Wilson) e foi eleita pelo American Film Institute como a segunda música de filme mais importante de todos os tempos.


Aliás, “Casablanca” ocupa lugar de destaque em todas as listas sobre os mais importantes filmes da história do cinema.
Várias cenas e frases do filme se tornaram icônicas. Entre elas a cena onde Ingrid Bergman diz “play it again, Sam”, quando pede a Dooley Wilson para tocar A Time Goes By. O mais curioso sobre essa frase, é que ela nunca foi dita no filme.
Outra cena e frase famosas, é despedida dos personagens de Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, em que ela pergunta “e quanto a nós?”, ao que ele responde dizendo “nós sempre teremos Paris”.


O cineasta Woody Allen é tão apaixonado por “Casablanca” que em 1972 estrelou um filme chamado “Play It Again, Sam”, dirigido por Herbert Ross, recheado de aparições fantasmas de Bogart dando conselhos sobre como tratar as mulheres.
Em 1979, Allen voltaria a citar “Casablanca” nas cenas finais do filme “Manhattan”, colocando a frase “sempre teremos Paris” na despedida dos personagens Isaac e Tracy, interpretados por ele mesmo e Mariel Hemingway.
Mais uma curiosidade sobre o filme: O papel imortalizado por Bogart, a princípio fora entregue ao então ator Ronald Regan que, felizmente foi convocado pelo exército para ir para o front e não pode aceitar o convite.

Prepare-se para viver grandes paixões no novo cardápio do Temperos de Cinema inspirado nesse grande sucesso do cinema.