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Programação semanal atualizada das salas Moviecomarte e Sala Cult.

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Parasita, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de dezembro de 2019 0 Comentários

Mais que uma comédia dramática, “Parasita”, o mais recente trabalho do premiado diretor sul coreano Bong Jonn-ho, é pertubador, perigoso e aclamado como melhor filme de 2.019.


A trama, conduzida com agilidade e perfeição pelo diretor, gira em torno da família Kim, estacionada nos degraus mais baixos da sociedade coreana e que consegue inserir-se, como um vírus, no coração da família Park, representante da elite endinheirada do país.


Os Kim vivem resolutos em sua pobreza. O pai, Ki-Taek (Kang-Ho Song), está desempregado e não parece disposto a mover um músculo para sair dessa condição. Ele conseguiu, aos trancos e barrancos, uma casa para a família – um cubículo abaixo do nível do asfalto, em que a única janela mal alcança a rua e os bêbados que insistem em ali se aliviar, aumentando a sensação de sujeira e degradação.


As coisas parecem mudar quando um colega deixando o país indica o caçula, Ki-Woo (Choi Woo-shik) como tutor da filha do milionário Donk-Ik Park. Sua irmã, Ki-Jung (Park So-Dam), forja os documentos que comprovam uma faculdade e é indicada como professora de arte do filho mais novo dos Park.


Não demora para eles ejetarem o motorista e a governanta dos ricaços e colocarem seus pais nessas funções.
A primeira metade de Parasita sugere uma comédia nervosa em que os pobres, uma vez insinuados na vida dos ricos, percebem que talvez eles pertençam àquele lugar. A sensação é ampliada quando os Park viajam para o campo em um fim de semana, deixando os impostores experimentando a boa vida.


Quando Parasita apresenta pessoas num nível ainda mais baixo que os Kim, o filme dá uma guinada nervosa para mostrar até onde um indivíduo é capaz de ir para manter o sentimento de pertencer, de ser visto, de ser alguém – mesmo que seja em uma estrutura baseada em mentiras.


“Parasita” abre a programação de dezembro do Moviecom Arte e será exbido nos dias 07 e 08 às 11 horas e no dia 10 às 14 horas.

Ficha Técnica
Nome: Parasita
Nome Original: Gisaengchung
Origem: Coréia do Sul
Ano de produção: 2019
Gênero: Suspense, Drama, Humor negro
Duração: 132 min
Classificação: 14 anos
Direção: Bong Joon-ho
Fotografia: Hong Kyung-pyo
Trilha Sonora: Jung Jae-il
Montagem: Yang Jin-mo
Elenco: Kang-ho Song, Hyae Jin Chang, Woo sik-Choi, Jung Ziso, So-dam Park, Jung Hyeon-jun
Distribuição: Pandora Filmes

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Programação de Dezembro no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de dezembro de 2019 0 Comentários

Dezembro chega para fechar mais um ano de ótios filmes exibidos no Moviecom Arte.
E a programação deste mêstão especial é um verdadeiro presente para os cinéfilos fãs do cinema independente.

DIAS 07, 08 e 10
PARASITA
De Bong Joon-ho

Mais que uma comédia dramática, “Parasita”, o mais recente trabalho do premiado diretor sul coreano Bong Jonn-ho, é perturbador, perigoso e aclamado como melhor filme de 2.019.
A trama, conduzida com agilidade e perfeição pelo diretor, gira em torno da família Kim, estacionada nos degraus mais baixos da sociedade coreana e que consegue inserir-se, como um vírus, no coração da família Park, representante da elite endinheirada do país.
Os Kim vivem resolutos em sua pobreza. O pai, Ki-Taek (Kang-Ho Song), está desempregado e não parece disposto a mover um músculo para sair dessa condição. Ele conseguiu, aos trancos e barrancos, uma casa para a família – um cubículo abaixo do nível do asfalto, em que a única janela mal alcança a rua e os bêbados que insistem em ali se aliviar, aumentando a sensação de sujeira e degradação.
As coisas parecem mudar quando um colega deixando o país indica o caçula, Ki-Woo (Choi Woo-shik) como tutor da filha do milionário Donk-Ik Park. Sua irmã, Ki-Jung (Park So-Dam), forja os documentos que comprovam uma faculdade e é indicada como professora de arte do filho mais novo dos Park.
Não demora para eles ejetarem o motorista e a governanta dos ricaços e colocarem seus pais nessas funções.
A primeira metade de Parasita sugere uma comédia nervosa em que os pobres, uma vez insinuados na vida dos ricos, percebem que talvez eles pertençam àquele lugar. A sensação é ampliada quando os Park viajam para o campo em um fim de semana, deixando os impostores experimentando a boa vida.
Quando Parasita apresenta pessoas num nível ainda mais baixo que os Kim, o filme dá uma guinada nervosa para mostrar até onde um indivíduo é capaz de ir para manter o sentimento de pertencer, de ser visto, de ser alguém – mesmo que seja em uma estrutura baseada em mentiras.
“Parasita” abre a programação de dezembro do Moviecom Arte e será exbido nos dias 07 e 08 às 11 horas e no dia 10 às 14 horas.

DIAS 14, 15 e 17
A ODISSEIA DOS TONTOS
de Sebastián Borensztein

Nós somos fãs de Ricardo Darin, o ator, diretor e produtor argentino famoso por seu talento e também por suas escolhas. Seu nome no cartaz é praticamente uma garantia de que o filme é muito bom.
A Odisseia dos Tontos é mais um grande trabalho na vasta filmografia de Darin.
A trama conta a história de uma pequena vila em Buenos Aires, onde um grupo de amigos e vizinhos decidem reunir a quantia necessária para comprar alguns silos abandonados em uma propriedade de agroindústria.
Antes de iniciar o projeto, sofrem um golpe e acabam perdendo todo o dinheiro e decidem reagir diante da injustiça.
Baseado no livro de Eduardo Sacheri, La Noche de la Usina, o filme tem a assinatura do diretor Sebastian Borensztein, que assina também o roteiro.
Ambientado na época da grave crise econômica que atingiu a Argentina em 2001, o roteiro mostra a política da época e traz críticas voltadas para a forma que os bancos lidam com as pessoas que possuem pouco dinheiro.
“A Odisséia Dos Tontos” será exibido no Moviecom Arte nos dias 14 e 15 às 11 horas e no dia 17 às 14 horas.

DIAS 21, 22 3 24
A CAMAREIRA
de Lila Avilés

A Camareira, da estreante Lila Avilés, olha para as pessoas com os olhos da personagem Eve (Gabriela Cartol), a humilde funcionária de um hotel luxuoso na Cidade do México.
Com uma câmera que nos mantém próximos à protagonista, Avilés faz o espectador tornar-se íntimo da camareira e de seu dia-a-dia limpando e arrumando os quartos de seu pequeno e desejado “feudo” no 21º andar do hotel.
Vemos seu cuidado e sua eficiência em seu trabalho, vemos como ela lida com as mais esdrúxulas situações com os clientes, como a mulher argentina que transforma Eve em uma babá ou o cliente judeu que, obedecendo estritamente o sabá, pede para ela apertar o botão para chamar o elevador ou, ainda, o hóspede que tem alguma tara pelas amenidades oferecidas, como os frasquinhos de xampu e creme e toalhas.
Também vemos seus desejos, que vão do vestido vermelho deixado na seção de Achados e Perdidos até a chance de trabalhar no ponto alto da carreira de uma camareira desse hotel: o 42º andar, com seus quartos que mais parecem pequenas mansões.
E tudo isso o roteiro que Avilés escreveu com Juan Carlos Marquéz passa com uma primorosa economia de palavras e uma perfeita fluidez narrativa que faz a navegação pela história muito fácil de se acompanhar, por vezes até emprestando à fita um tom documental.
A delicadeza e a simplicidade de “A Camareira”, carregado nas costas por um impressionante trabalho de Gabriela Cartol e por uma direção precisa de Avilés, é um daqueles filmes que é feito para encantar na mesma medida que para incomodar. E ele cumpre sua função com louvor ao nos forçar a ver os seres humanos invisíveis que estão ao nosso redor.
E você poderá assistir “A Camareira” no Moviecom Arte, dias 21 e 22 às 11 hs e dia 24 de dezembro às hs.

DIAS 28, 29 e 31
SYNONIMES
de Nadav Lapid

Ganhador do prêmio da crítica no Festival de Berlim, o filme israelense “Synonimes”, dirigido por Nadav Lapid, fala sobre reconstrução de identidade.
De um rigor plástico invejável, expresso em enquadramentos hipnotizantes de Paris, este drama deu ao cinema israelense um reconhecimento estético sonhado há tempos.
Contando a saga, em tons autobiográficos, de um rapaz que deixa seu país para recomeçar a vida na França, sem preservar qualquer laço com suas origens israelenses, tendo como seu mais fiel companheiro um dicionário.
O desempenho de Tom Mercier como Yoav, o sujeito que quer reinventar sua identidade (e custa a se livrar do passado), é impecável. Mas o que pesou mais, ao lado de sua excelência narrativa, é a aposta numa discussão sobre pertencimento.
“Synonimes” é uma jornada de transformação física, mental, existencial, moral, tendo por base o percurso pelas ruas de Paris em busca de palavras com que o personagem se identifique. Mas a identidade israelense está marcada no corpo desse homem, e em suas vivências.
Este filme fecha a nossa programação de 2019 e altíssimo estilo. E você poderá conferir “Synonimes” nos dias 28 e 29 às 11 hs e no dia 31 de dezembro às 14 hs.

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Downton Abbey no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 27 de novembro de 2019 0 Comentários

Os milhares de fãs da charmosa e elegante série televisiva que mostrava como vivia a aristocracia inglesa no começo do século XX, não vão se decepcionar com a versão para as telonas de Downton Abbey. A nova história, escrita pelo criador Julian Fellowes e dirigida por Michael Engler, tem tudo para agradar inclusive quem não acompanhou os 52 episódios das 6 temporadas.


Aclamado pela crítica e ganhador dos mais importantes prêmios para séries de TV, “Downton Abbey”, o filme, promete carreira brilhante nos cinemas.


Na nova produção, os residentes de Downton recebem a notícia de uma visita real e, enquanto os moradores dos andares de cima se apressam para organizar os preparativos, os criados dos andares debaixo tentam encontrar um jeito de não serem substituídos pelos funcionários da Coroa.


A trama é básica, mas complementada por romances paralelos e questões políticas, em duas horas de um trabalho muito bem realizado por Fellowes e Engler, incluindo temas atuais como a política e a homofobia.


Assim como na série, não há como não se encantar pela personalidade azeda de Violet Crawley, personagem da diva do cinema inglês Maggie Smith, que arremata qualquer cena com conclusões e pontadas deliciosamente impiedosas.


Não perca a oportunidade de ver “Downton Abbey” na telona do Moviecom Arte, nos dias 30 de novembro e 01 de dezembro às 11 horas, com reapresentação no dia 03 de dezembro às 14 horas.

Ficha Técnica:
Título original: Downton Abbey
País: Reino Unido
Ano de produção: 2019
Duração: 122 minutos
Direção: Michael Engler
Roteiro: Julian Fellowes
Produção: Gareth Neame, Julian Fellowes, Liz Trubridge, Mark Hubbard
Fotografia: Ben Smithard
Trilha Sonora: John Lunn
Montador: Mark Day
Distribuidora: Universal Pictures
Direção artística: Caroline Barton, Mark Kebby, Simon Walker
Design de produção: Donal Woods
Elenco:
Allen Leech, Brendan Coyle, David Haig, Elizabeth McGovern, Hugh Bonneville, Imelda Staunton, Jim Carter, Joanne Froggatt, Kate Phillips, Laura Carmichael, Maggie Smith, Michelle Dockery, Penelope Wilton, Phyllis Logan, Raquel Cassidy, Robert James-Collier, Sophie McShera, Stephen Campbell Moore, Tuppence Middleton

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Luta de Classes, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 21 de novembro de 2019 0 Comentários

Escrito pelo diretor Michel Leclerc e por sua esposa, a atriz Baya Kasmi, este filme traz um tema do momento: como conviver com as diferenças?


A trama gira em torno de um casal burguês super engajado que se muda para uma pequena casa suburbana. Ela, uma advogada de origem norte-africana, e ele, baterista de punk-rock com ideais anarquistas, cultivam princípios humanitários e convicções políticas muito sólidas.


O casal quer dar ao para seu filho uma educação de princípios e deseja simplesmente que ele seja uma criança feliz e consciente do mundo em que vive.


O menino estuda na escola primária local, mas, quando todos os seus amigos abandonam a escola pública e seguem para outra instituição particular, ele se sente solitário e excluído por pertencer a uma família mais abastada que as outras, em sua maioria filhos de imigrantes.


Este tema tem sido muito recorrente no cinema francês contemporâneo e a família que é o centro de “Luta de Classes” reflete, não só a França, mas toda a Europa atual que resiste mesmo com a onda nacionalista que ronda o continente.
Marque em sua agenda: “Luta de Classes” será exibido nos dias 23 e 24 às 11 horas e no dia 26 às 14 horas no Moviecom Arte.

Ficha Técnica
Título no Brasil: Luta de Classes
Título original: La lutte des classes (2019)
Gênero: Comédia Drama Romance
Duração: 103 min
Estreia no Brasil: 24 de Outubro de 2019
País: França
Idioma: Francês
Diretor: Michel Leclerc
Roteirista: Baya KasmiMichel Leclerc
Elenco: Leïla Bekhti, Edouard Baer, Ramzy Bedia, Tom Lévy, Baya Kasmi, Eye Haidara, Oussama Kheddam, Laurent Capelluto, Claudia Tagbo e Michèle Moretti
Distribuição: A2 Filmes

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A Luz No Fim Do Mundo, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 15 de novembro de 2019 0 Comentários

Imagine o que aconteceria se as mulheres de todo o planeta fossem morrendo pouco a pouco, em consequência de uma desconhecida doença que não atinge os seres humanos do sexo masculino.


Este é o ponto de partida de “A Luz No Fim Do Mundo”, um drama apocalíptico sobre a extinção da raça humana.
Roteirizado, dirigido e estrelado por Casey Affleck, a trama gira em torno de um pai tentando proteger a filha, talvez a última sobrevivente feminina, das possíveis ameaças. A intensidade da constante fuga dos dois resulta em uma profunda viagem de autoconhecimento.


Culminando em uma experiência ímpar, este filme nos dá a possibilidade de refletir sobre temas como a castração masculina, identidade de gênero e o papel da mulher na sociedade.


Discreto em sua concepção, mas tecnicamente impecável, este filme abre mais uma vertente para o significado de apocalipse. E, ainda que haja companhia mútua dos personagens, a solidão de ambos chega ser o grande coadjuvante.


Você não pode perder este grande filme que será exibido nos dias 16 e 17 de novembro às 11 horas e no dia 19 de novembro às 14 horas no Moviecom Arte.

Ficha Técnica
Título Original: Light of my Life
Duração: 119 minutos
Ano produção: 2019
Estreia: 17 de outubro de 2019
Distribuidora: Imagem Filmes
Dirigido por: Casey Affleck
Gênero: Drama
Elenco: Casey Affleck, Anna Pniowsky, Tom Bower
Roteiro: Casey Affleck
Classificação: 14 anos
Países de Origem: EUA

 

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O Menino Que Fazia Rir, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 8 de novembro de 2019 0 Comentários

Baseado no romance autobiográfico sobre a infância do ator, apresentador e comediante alemão Hape Kerkeling, o longa-metragem “O Menino Que Fazia Rir“ é uma encantadora e comovente história de perda e superação, capaz de arrancar risos e até mesmo lágrimas do público.


A diretora e roteirista Caroline Link, faz um filme emocionante sem soar piegas e divertida sem ser tola, tramitando com leveza entre o drama e a comédia dentro de uma progressão natural da narrativa.


Aos nove anos de idade, Hans-Peter (Julius Weckauf) vive tranquilamente com sua numerosa família em uma cidadezinha no interior da Alemanha. Quando eles precisam se mudar para uma nova região, o menino passa por inúmeras adversidades mas enfrenta tudo com muito bom humor.


O tom melancólico e dramático vai surgindo gradativamente na trama, contudo o jovenzinho sempre tenta tirar algo positivo das experiências mais dolorosas, guiado por uma frase de seu avô que ao caminhar trezentos quilômetros a pé para chegar em casa após lutar na Segunda Guerra Mundial passou a lhe dizer: “Tudo é possível se você não desistir”.


Este belíssimo filme você verá nos dias 09 e 10 de novembro às 11 horas no Moviecom Arte, com reprise no dia 12 às 14 horas.

Ficha Técnica
Título original: Der Junge muss an die frische Luft
Nacionalidade: Alemanha
Gêneros: Biografia, Comédia, Drama
Ano de produção: 2018
Estréia: 26 de setembro de 2019 (Brasil)
Duração: 1h 40min
Classificação: 12 anos
Direção: Caroline Link
Roteiro: Caroline Link, Ruth Toma
Elenco: Julius Weckauf, Luise Heyer, Joachim Król
Trilha sonora: Niki Reiser
Direção de fotografia: Judith Kaufmann
Edição: Simon Gstöttmayr
Direção de arte: Miyuki Kitagawa
Decoração de set: Cora Wimbauer
Figurino: Barbara Grupp
Estúdios: Warner Bros., UFA Fiction, Gesellschaft für feine Filme
Distribuição: Pandora Filmes

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Branca Como A Neve, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 1 de novembro de 2019 0 Comentários

Inspirada naquela história que todo mundo já conhece, esta comédia é um conto de fadas à francesa, em uma releitura moderna e adulta, com elementos de sensualidade e emancipação.
A trama gira em torno de Claire (Lou de Laâge), uma bela jovem que trabalha no hotel de seu falecido pai, administrado por sua madrasta má, Maud (Isabelle Huppert).


O amante de Maudse apaixona por Claire, despertando a ira da madrasta que decide se livrar da mocinha, que consegue fugir e acaba escondida em uma fazenda onde cativa sete rapazes locais com seu charme, disparando uma série de novas percepções, sensações e experiências.


Anne Fontaine (que nós já conhecemos de Coco Antes de Chanel e Agnus Dei) assina a direção e também o roteiro feito a seis mãos, junto com Pascal Bonitzer e com colaboração de Claire Barré. Eles mostram uma protagonista sexualmente livre e sem pudores, disposta a viver fortes emoções.


A diva do cinema francês, Isabelle Ruppert , está maravilhosa no papel de vilã, mas a jovem Lou de Laâge também dá um show de interpretação. Juntas elas levam o filme nas costas, por assim dizer.


Vale a pena ver esta versão francesa e contemporânea do clássico dos irmãos Grimm. “Branca Como A Neve” abre a progrmação de novembro do Moviecom Arte e será exibido nos dias 02 e 03 de novembro às 11 horas e no dia 05 de novembro às 14 hs.

Ficha Técnica
Título original: Blanche comme neige
Distribuição: A2 Filmes
Data de estreia: 19/09/19
País: França/Bélgica
Gênero: Comédia dramática
Ano de produção: 2019
Classificação: 16 anos
Direção: Anne Fontaine
Elenco: Lou de Laâge, Isabelle Huppert e Charles Berling

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Programação de Novembro no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 1 de novembro de 2019 0 Comentários

Veja a programação incrível que preparamos para você este mês no Moviecom Arte.

DIAS 02, 03 e 05
BRANCA COMO A NEVE
de Anne Fontaine

Inspirada naquela história que todo mundo já conhece, esta comédia é um conto de fadas à francesa, em uma releitura moderna e adulta, com elementos de sensualidade e emancipação.
A trama gira em torno de Claire (Lou de Laâge), uma bela jovem que trabalha no hotel de seu falecido pai, administrado por sua madrasta má, Maud (Isabelle Huppert).
O amante de Maudse apaixona por Claire, despertando a ira da madrasta que decide se livrar da mocinha, que consegue fugir e acaba escondida em uma fazenda onde cativa sete rapazes locais com seu charme, disparando uma série de novas percepções, sensações e experiências.
Anne Fontaine (que nós já conhecemos de Coco Antes de Chanel e Agnus Dei) assina a direção e também o roteiro feito a seis mãos, junto com Pascal Bonitzer e com colaboração de Claire Barré. Eles mostram uma protagonista sexualmente livre e sem pudores, disposta a viver fortes emoções.
A diva do cinema francês, Isabelle Ruppert , está maravilhosa no papel de vilã, mas a jovem Lou de Laâge também dá um show de interpretação. Juntas elas levam o filme nas costas, por assim dizer.
Vale a pena ver esta versão francesa e contemporânea do clássico dos irmãos Grimm. “Branca Como A Neve” abre a progrmação de novembro do Moviecom Arte e será exibido nos dias 02 e 03 de novembro às 11 horas e no dia 05 de novembro às 14 hs.

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DIAS 09, 10, e 12
O MENINO QUE FAZIA RIR

Baseado no romance autobiográfico sobre a infância do ator, apresentador e comediante alemão Hape Kerkeling, o longa-metragem “O Menino que Fazia Rir“ é uma encantadora e comovente história de perda e superação, capaz de arrancar risos e até mesmo lágrimas do público.
A diretora e roteirista Caroline Link, faz um filme emocionante sem soar piegas e divertida sem ser tola, tramitando com leveza entre o drama e a comédia dentro de uma progressão natural da narrativa.
Aos nove anos de idade, Hans-Peter (Julius Weckauf) vive tranquilamente com sua numerosa família em uma cidadezinha no interior da Alemanha. Quando eles precisam se mudar para uma nova região, o menino passa por inúmeras adversidades mas enfrenta tudo com muito bom humor.
O tom meancólico e dramático vai surgindo gradativamente na trama, contudo o jovenzinho sempre tenta tirar algo positivo das experiências mais dolorosas, guiado por uma frase de seu avô que ao caminhar trezentos quilômetros a pé para chegar em casa após lutar na Segunda Guerra Mundial passou a lhe dizer: “Tudo é possível se você não desistir”.
Este belíssimo filme você verá nos dias 09 e 10 de novembro às 11 horas no Moviecom Arte, com reprise no dia 12 às 14 horas.

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DIAS 16, 17 e 19
A LUZ NO FIM DO MUNDO

Imagine o que aconteceria se as mulheres de todo o planeta fossem morrendo pouco a pouco, em consequência de uma desconhecida doença que não atinge os seres humanos do sexo masculino.
Este é o ponto de partida de “A Luz No Fim Do Mundo”, um drama apocalíptico sobre a extinção da raça humana.
Roteirizado, dirigido e estrelado por Casey Affleck, a trama gira em torno de um pai tentando proteger a filha, talvez a última sobrevivente feminina, das possíveis ameaças. A intensidade da constante fuga dos dois resulta em uma profunda viagem de autoconhecimento.
Culminando em uma experiência ímpar, este filme nos dá a possibilidade de refletir sobre temas como a castração masculina, identidade de gênero e o papel da mulher na sociedade.
Discreto em sua concepção, mas tecnicamente impecável, este filme abre mais uma vertente para o significado de apocalipse. E, ainda que haja companhia mútua dos personagens, a solidão de ambos chega ser o grande coadjuvante.
Você não pode perder este grande filme que será exibido nos dias 16 e 17 de novembro às 11 horas e no dia 19 de novembro às 14 horas no Moviecom Arte.

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DIAS 23, 24 e 26
LUTAS DE CLASSES

Escrito pelo diretor Michel Leclerc e por sua esposa, a atriz Baya Kasmi, este filme traz um tema do momento: como conviver com as diferenças?
A trama gira em torno de um casal burguês super engajado que se muda para uma pequena casa suburbana. Ela, uma advogada de origem norte-africana, e ele, baterista de punk-rock com ideais anarquistas, cultivam princípios humanitários e convicções políticas muito sólidas.
O casal quer dar ao para seu filho uma educação de princípios e deseja simplesmente que ele seja uma criança feliz e consciente do mundo em que vive.
O menino estuda na escola primária local, mas, quando todos os seus amigos abandonam a escola pública e seguem para outra instituição particular, ele se sente solitário e excluído por pertencer a uma família mais abastada que as outras, em sua maioria filhos de imigrantes.
Este tema tem sido muito recorrente no cinema francês contemporâneo e a família que é o centro de “Luta de Classes” reflete, não só a França, mas toda a Europa atual que resiste mesmo com a onda nacionalista que ronda o continente.
Marque em sua agenda: “Luta de Classes” será exibido nos dias 23 e 24 às 11 horas e no dia 26 às 14 horas no Moviecom Arte.

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DIAS 30/ 11 01 e 03 /12
DOWNTON ABBEY

Os milhares de fãs da charmosa e elegante série televisiva que mostrava como vivia a aristocracia inglesa no começo do século XX, não vão se decepcionar com a versão para as telonas de Downton Abbey. A nova história, escrita pelo criador Julian Fellowes e dirigida por Michael Engler, tem tudo para agradar inclusive quem não acompanhou os 52 episódios das 6 temporadas.
Aclamado pela crítica e ganhador dos mais importntes prêmios para séries de TV, “Downton Abbey”, o filme, promete carreira brilhante nos cinemas.
Na nova produção, os residentes de Downton recebem a notícia de uma visita real, e enquanto os moradores dos andares de cima se apressam para organizar os preparativos, os criados dos andares debaixo tentam encontrar um jeito de não serem substituídos pelos funcionários da Coroa.
A trama é básica, mas complementada por romances paralelos e questões políticas, em duas horas de um trabalho muito bem realizado por Fellowes e Engler, incluindo temas atuais como a política e a homofobia.
Assim como na série, não há como não se encantar pela personalidade azeda de Violet Crawley, personagem da diva do cinema inglês Maggie Smith, que arremata qualquer cena com conclusões e pontadas deliciosamente impiedosas.
Não perca a oportunidade de ver “Downton Abbey” na telona do Moviecom Arte, nos dias 30 de novembro e 01 de dezembro às 11 horas, com reapresentação no dia 03 de dezembro às 14 horas.

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Adeus À Noite, No Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 25 de outubro de 2019 0 Comentários

O que realmente sabemos sobre as pessoas que se envolvem com o terrorismo? Seriam apenas pessoas desprovidas de humanidade? O que de fato torna algumas pessoas em obcecadas por suas convicções politicas/religiosas?


“Adeus À Noite”, escrito e dirigido por André Téchiné, mostra as diversas facetas que um terrorista pode assumir e nos insere no contexto a partir do drama vivido pelas pessoas mais próximas daqueles que seguem este caminho.


Téchiné traz a diva Catherine Deneuve – sua grande parceira em mais de 1 dezena de produções – no papel de Muriel, uma senhora francesa que recebe o neto, que mora no Canadá, para passar uma temporada em sua casa. Acompanhado da namorada ele vai para a França com o objetivo de se juntar a um grupo extremista.


“Adeus À Noite” é uma narrativa sobre como o extremismo religioso vai tomando conta das pessoas num nível quase patológico. O neto, interpretado por Kacey Mottet Klein, vai gradualmente aprofundando o nível de tormento em sua cabeça. Os conflitos internos e pessoais com a avó ajudam a dar o tom.


Este filme impactante fecha a nossa programação de Outubro no Moviecom Arte e você poderá assistí-lo nos dias 26 e 27 às 11 horas e no dia 29 às 14 horas.

Ficha Técnica
Título: Adeus à noite
Título Original: L’adieu à la nuit
País de Origem: França
Ano de produção: 2018
Gênero: Drama
Direção: André Téchiné
Fotografia: Julien Hirsch
Trilha Sonora: Alexis Rault
Estúdio: arte France Cinéma, Bellini Films, Curiosa Films, ZDF/Arte
Montador: Albertine Lastera
Distribuidora: Pandora Filmes
Elenco: Abdelkader Bouallaga, Amer Alwan, Catherine Deneuve, Célia Rachedi-Delhaie, Elisabeth Puig, Elodie Mas, Emmanuel Santa-Cruz, Hanna El Hmaimi, Jacques Nolot e Jean Corso.

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Minha Lua de Mel Polonesa, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 17 de outubro de 2019 0 Comentários

Fazer uma humor a partir de uma tragédia é uma empreitada de muitos riscos. Sobretudo quando passa por um tema tão complexo quanto o Holocausto.


“Minha Lua de Mel Polonesa”, primeiro filme como diretora da atriz Élise Otzenberger, se divide entre o drama e a comédia narrando a viagem de um casal francês à Polônia para celebrar a memória de seus antepassados nos 75 anos da destruição da comunidade em que o avô do rapaz nasceu.


O filme começa em tom de comédia mostrando as idas e vindas do casal Anna (Judith Chemla) e Adam (Arthur Igual), dois franceses de origem judaica que têm um bebê recém-nascido. Quando o avô de Adam os convida para uma celebração no vilarejo onde mora, no interior da Polônia, cada um vê a oportunidade de uma maneira diferente.

Enquanto ele não se empolga muito com a ideia, mas ela quer aproveitar para conhecer melhor as raízes de sua própria família.
Na segunda parte o drama assume a trama, com interessantes referências ao Holocausto em paralelo às tragédias familiares. O que parecia uma simples viagem se transforma em uma jornada de autoconhecimento e aceitação.


O polêmico “Minha Lua de Mel Polonesa” é a atração do Moviecom Arte nos dias 19 e 20 às 11 horas e no dia 22 às 14 horas.

Ficha Técnica
Título no Brasil: Minha Lua de Mel Polonesa
Título Original: Lune de Miel
Duração: 90 minutos
Ano produção: 2019
Estreia no Brasil: 29 de agosto de 2019
Distribuidora: Pandora Filmes
Direção: Elise Otzenberger
Elenco: Judith Chemla, Arthur Igual, Brigitte Roüan
Classificação: 12 anos
Gênero: Comédia, Drama
País de Origem: França