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Programação semanal atualizada das salas Moviecomarte e Sala Cult.

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O Feminismo Além do Feminismo em A Número Um

Postado porTemperos de Cinema 11 de Abril de 2018 0 Comentários

Emmanuelle Blachey é uma mulher como milhões de outras em todo o mundo, tendo que dar conta da casa, dos filhos, cuidar do pai idoso e ainda ser uma profissional dedicada em um ambiente de trabalho onde a mulher é menos valorizada que os homens.
Embora o tema central do filme “A Número Um” gire em torno do machismo que insistie e resiste nos meios corporativos, esta obra da diretora francesa Tonie Marshall não levanta a bandeira do feminismo e se limita a mostrar apenas a realidade de uma mulher e sua luta nos bastidores de uma disputa pelo poder.


Brilhantemente interpretada por Emmanuelle Devos a personagem Emmanuelle Blachey é uma executiva de uma empresa de energia que, incentivada por um clube feminista, resolve competir pela presidência de uma importante indústria francesa de água.


Sempre distante das discussões feministas a personagem no entanto vê na proposta uma ótima oportnidade de crescimento profissional e ao aceitar o desafio abre seus olhos para essa triste realidade. “A Número Um” mostra que o empoderamento maior da mulher é sua conscientização, muito antes de seu sucesso profissional.
Este é o filme da semana no Moviecom Arte com sessões nos dias 14 e 15 de Abril às 11 horas e dia 17 de abril às 14 horas.

Ficha Técnica
Título: A Número Um
Título original: Numéro Une
Nacionalidade: França
Gênero: Comédia dramática
Ano de produção: 2017
Duração: 1h 50 minutos
Direção: Tonie Marshall
Roteiro: Tonie Marshall, Raphaëlle Bacqué, Marion Doussot
Elenco: Emmanuelle Devos, Richard Berry, Sami Frey Suzanne Clément, Anne Azoulay, Benjamin Biolay, Carole Bouquet e Francine Bergé
Trilha sonora: Fabien Kourtzer, Mike Kourtzer
Direção de fotografia: Julien Roux
Edição: Marie-Pierre Frappier
Design de produção: Anna Falguères
Decoração de set: Matthieu Guy
Figurino: Anne Autran, Elisabeth Tavernier
Distribuição: Imovision

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A Livraria, na Sala Cult

Postado porTemperos de Cinema 7 de Abril de 2018 0 Comentários

Livros são os sonhos de muitos e o pesadelo de outros tantos. “A Livraria”, um belíssimo filme da diretora espanhola Isabel Coixet, mostra a batalha entre o bem e o mal, personificados nos personagens da sonhadora dona de uma livraria e uma vilã tão poderosa quanto perversa.


O roteiro adaptado pela própria Coixet a partir do best seller “The Bookshop”, da escritora inglesa Penélope Fitzgerald, vai muito além do maniqueísmo, para mostrar que a vida só faz sentido quando se tem uma motivação, seja ela para o bem ou para o mal.

Ninguém pode se sentir sozinho entre livros.

A trama gira em torno de Florence Green (Emily Mortimer), uma viúva sem filhos, apaixonada por livros e que decide realizar seu sonho de ter uma livraria, buscando dar sentido à sua vida. Ela compra uma casa abandonada, a “Old House”, onde monta sua residência e a livraria.


Talvez buscando também algo para dar sentido à sua vida, Violet Gamard (Patricia Clarkson), poderosa socialite esposa de um militar, começa uma cruzada contra o sonho de Florence, disposta a fazer qualquer coisa para fechar a livraria.
Dois outros personagens mercem destaque na trama: a pequena ajudante da livraria e o primeiro cliente. A menina representa a inocência que busca abrigo no universo de sonhos criados pelos livros. Já o primeiro cliente é um homem velho, que representa a desilusão, que igualmente busca abrigo nos livros.


Ganhador dos Prêmios Goya de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado, “A Livraria” é um filme delicado, sensível e envolvente, que você poderá assistir esta semana no Sala Cult no Paineiras Shopping, nas sessões:
– Domingo, dia 08 de abril às 16 e 19 horas
– Quinta e Sexta, dias 12 e 13 de abril, às 19 horas
– Sábado, dia 14 de abril, às 16 e 19 horas

Ficha Tecnica
Título: A Livraria
Título original: The Bookshop
Nacionalidades: Espanha, Reino Unido, Alemanha
Gênero: Drama
Ano de produção: 2017
Estréia: 22 de março de 2018 (Brasil)
Duração: 1h 53 minutos
Classificação: 10 anos
Direção: Isabel Coixet
Roteiro: Isabel Coixet. Baseado no livro escrito por Penelope Fitzgerald
Elenco: Emily Mortimer, Patricia Clarkson, Bill Nighy
Produção: Jaume Banacolocha, Joan Bas, Jordi Berenguer, Adolfo Blanco, Sol Bondy, Alex Boyd, Ricardo Marco Budé, Chris Curling, Manuel Monzón, Paz Recolons, Fernando Riera, Albert Sagalés, Ignacio Salazar-Simpson, Thierry Wase-Bailey, Jamila Wenske, Henriette Wollmann
Trilha sonora: Alfonso de Vilallonga
Direção de fotografia: Jean-Claude Larrieu
Edição: Bernat Aragonés
Direção de arte: Marc Pou
Figurino: Mercè Paloma
Distribuição: Cineart Filmes

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Em Pedaços, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de Abril de 2018 0 Comentários

Escrito e dirigido por Faith Akin, “Em Pedaços” foi selecionado para representar a Alemanha no Oscar 2018 mas ficou fora da lista final de indicados ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.


Com inspiração hollywodiana este drama cheio de reviravoltas começa com o casamento de um presidiário, o traficante Nuri (Numan Acar) e a jovem Katja (Diane Kruger). Um salto no tempo e encontramos o casal com um filho, vivendo como uma família comum, estabelecida e feliz..
Tudo muda quando Katja perde o marido e o filho em um atentado terrorista. Em uma atuação que lhe valeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes, Diane Kruger imprime tanta veracidade à sua interpretação que é impossível não sofrer junto com a personagem nesse momento de dor.


E quando tudo parece girar em torno do sofrimento e a necessidade de recomeçar da personagem, a discussão sobre o atentado assume o primeiro plano e o filme se volta para a bordagem de temas como a intolerância racial, questões políticas e sociais. Em mais uma reviravolta na trama, a personagem vai fazer justiça pelas próprias mãos.
Este é o filme da semana no Moviecom Arte, projeto exclusivo do Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundiaí, que abre espaço para o cinema independente e de arte. Você poderá vê-lo nos dias 07 e 08 de abril às 11 horas e no dia 10 de abril às 14 horas.

Ficha Técnica
Título: Em Pedaços
Titulo Original: Aus dem Nichts
Nacionalidades: Alemanha, França
Gêneros: Drama, Suspense
Ano de produção: 2017
Duração: 1h 46 minutos
Direção: Fatih Akın
Roteiro: Fatih Akin, Hark Bohm
Elenco: Diane Kruger, Numan Acar, Ulrich Tukur
Produção: Fatih Akin, Mélita Toscan du Plantier, Ann-Kristin Hofmann, Nurhan Sekerci-Porst
Música: Josh Homme
Fotografia: Rainer Klausmann
Edição: Andrew Bird
Produção de Design: Tamo Kunz
Direção de arte: Seth Turner
Figurino: Katrin Aschendorf
Estúdio: Bombero International, Macassar Productions
Distribuição: Imovision 

 

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A Ópera de Paris no Sala Cult

Postado porTemperos de Cinema 1 de Abril de 2018 0 Comentários

Por trás da beleza e grandiosidade dos espetáculos, A Ópera de Paris também tem o seu lado mundano, como o de qualquer grande empresa. É o que nos mostra o brilhante documentário, de Jean-Stéphane Bron, aclamado e premiado no Festival Internacional de Cinema de Moscou.


Criada em 1669 por Pierre Perrin, em 360 anos de história a Ópera de Paris consolidou-se não só como a instituição cultural mais bem sucedida e famosa da França, mas também como um dos pilares da formação da identidade cultural francesa.
Jean-Stéphane Bron literalmente viveu toda uma temporada da Ópera e nos leva a participar de forma privilegiada das reuniões executivas, das seleções de artistas, dos ensaios e das noites de gala… E também a testemunhar paixões, vaidades, a luta pelo estrelato, o serviço pesado dos operários e as ameaças de greve.


O documentário é conciso e flui de forma natural e envolvente, característica não muito comum ao filmes do gênero. E tem cenas memoráveis como a emoção das crianças na escola que a Ópera de Paris mantém para alunos carentes.
Essa estadia de quase duas horas suntuoso Palácio Garnier, inaugurado em 1875, que abriga a Ópera de Paris, é absolutamente fascinante e enriquecedora. E você poderá desfrutá-la no Sala Cult, o espaço para o cinema independente e de arte do Paineiras Shoppíng.

Ficha Técnica
Título: A Ópera de Paris
Título original: L’opéra de Paris
Direção: Jean-Stéphane Bron
Roteiro: Jean-Stéphane Bron
Produção: Les Films Pelléas, Bande à Part Films
Fotografia: Blaise Harrison
Edição: Julie Lena
Gênero: Documentário
País: França
Ano: 2017
Duração: 110min
Distribuição: Imovision

Datas e Horários de Exibição no Sala Cult:
– 01 de Abril (domingo) às 16 e 19 horas
– 05 e 06 de Abril (quinta e sexta-feira) às 19 horas
– 07 de Abril (sábado) às 16 e 19 horas

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Me Chame Pelo Seu Nome, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 27 de Março de 2018 0 Comentários

“Me Chame Pelo Seu Nome” teve 4 indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Canção e Melhor Roteiro Adaptado. Ficou só com o prêmio de Melhor Roteiro, entregue ao cultuado diretor inglês James Ivory, que assina a adaptação do romance homônimo de André Aciman.

O prêmio para James Ivory foi merecidíssimo. Prestes a completar 90 anos, o diretor de “Maurice”, “Uma Janela Para o Amor” e “O Retorno A Howard’s End”, já teve antes 3 indicações ao Oscar mas nunca tinha levado uma estatueta.


Mas apenas este Oscar para “Me Chame Pelo Seu Nome” parece meio injusto. Aliás só 4 indicações também foi pouco. O trabalho carregado de sensibilidade do diretor Luca Guadagnino, a maravilhosa direção de arte de Roberta Federico e a extasiante fotografia de Sayombhu Mukdeeprom também mereciam o reconhecimento da Academia.
O jornal El País disse que o Oscar não está preparado para um filme como “Me Chame Pelo Seu Nome”, mas independente do Oscar ele construiu uma carreira super bem sucedida nos maiores festivais de cinema do mundo, ganhou a atenção da mídia e conquistou um público que vai muito além do público gay.
Isso porque “Me Chame Pelo Seu Nome” é um filme sobre a descoberta do amor e passa longe do estereótipo de uma amor marcado pela negação, pela dor, pelo medo e pela opressão. Muito ao contrário. Segundo a revista Veja, “há tanta beleza neste filme que chega a dar vertigem”.


Começa pela beleza dos cenários, passa pela beleza dos protagonistas, entra na beleza da história em si e dos diálogos, tudo alinhavado por uma trilha espetacular que vai das canções originais escritas por Sufjan Stevens até uma miscelânia deliciosa que mistura Ryuichi Sakamoto, Giorgio Moroder e Bach.


A trama conta a história de um jovem americano (Armie Hammer) que vai passar o verão na Itália, hospedado na casa de férias de seu professor (Michael Stuhlbarg). É assim que ele conhece o filho do professor (Timothée Chalamet), um rapaz alguns anos mais jovem. A aproximação entre eles é gradativa e a descoberta do amor também se dá aos poucos e de forma muito natural.
E tudo acontece tendo como cenário a belíssima região da Lombardia, em pleno verão, misturando as belezas naturais a séculos de história. Como não amar?

“Me Chame Pelo Seu Nome” é o filme da semana no Moviecom Arte, com sessões nos dias 31 de março (sábado) e 1 de abril (domingo) às 11 horas, e no dia 3 de abril (terça-feira) às 14 horas.

Ficha Tecnica

Título original: Call Me By Your Name
Nacionalidades: França, Itália, EUA, Brasil
Gêneros: Drama, Romance
Ano de produção: 2017
Estréia: 18 de janeiro de 2018 (Brasil)
Duração: 2h 11 minutos
Direção: Luca Guadagnino
Roteiro: James Ivory e baseado no livro de André Aciman.
Produção: Luca Guadagnino, Naima Abed, Tom Dolby, Marco Morabito
Fotografia: Sayombhu Mukdeeprom
Editor: Walter Fasano
Design de produção: Samuel Deshors
Direção de arte: Roberta Federico
Figurino: Giulia Piersanti
Maquiagem: Fernanda Perez
Distribuidor: Sony Pictures

 

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Mudbound, Lágrimas sobre o Mississipi, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 21 de Março de 2018 0 Comentários

Se tem uma coisa que ficou bem nítida na festa do Oscar 2018 foi a oposição de Hollywood ao governo Trump e seu discurso racista, xenófobo, machista, homofóbico, etc, etc e etc.
E tudo aquilo que parece incomodar muito o presidente dos Estados Unidos estava super bem representado tanto no discurso dos filmes indicados quanto no discurso das celebridades que subiram ao palco para apresentar ou receber o prêmio.


As questões raciais sempre renderam excelentes filmes em Hollywood. Muitos chegaram a receber indicações e vários foram devidamente premiados. Este ano o tema foi magnificamente abordado em “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”, uma das críticas mais ferozes à questão racial na América do Norte.


Escrito e dirigido por Dee Rees (que merecia pelo menos ser a primeira mulher negra indicada ao Oscar de melhor direção), este filme foge às narrativas de seus antecessores ao traçar um paralelo entre a Segunda Guerra Mundial e guerra racial que acontecia no interior dos Estados Unidos, com sua trama centralizada no conflito entre duas famílias (uma negra e outra branca) que trabalham em uma mesma propriedade rural nos cafundós do Mississipi.

“‘Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi” teve 4 indicações ao Oscar (Fotografia, Roteiro Adaptado, Atriz Coadjuvante, e Música Original) e não levou nenhum, embora merecesse muito cada um deles e até outros aos quais não foi indicado. Mas o filme deixou sua marca, aliás várias.


Entre elas a indicação de Rachel Morrison ao Oscar de Melhor Fotografia, se tornando a primeira mulher indicada ao prêmio. E com todo o mérito pois seu trabalho em “Mudbound” é belíssimo.
Este é o filme da semana no Moviecom Arte, na série de filmes que marcaram o Oscar 2018. “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi” será exibido nos dias 24 e 25 de março às 11 horas e no dia 27 às 14 horas.

Ficha Tecnica
Título: Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”
Título original: Mudbound
Nacionalidade: EUA
Gênero: Drama
Ano de produção: 2017
Duração: 2h 14 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Dee Rees
Roteiro: Virgil Williams, Dee Rees, Hillary Jordan
Produção: Dee Rees, Evan Arnold, Carl Effenson, Sally Jo Effenson, Cassian Elwes, David Gendron, Poppy Hanks, Ali Jazayeri, Charles D. King, Charles D. King, Paul A. Levin
Trilha sonora: Tamar-kali
Fotografia: Rachel Morrison
Edição: Mako Kamitsuna
Design de produção: David J. Bomba
Direção de arte: Arthur Jongewaard, Nóra Takács
Figurino: Michael T. Boyd
Estúdios: Armory Films, ArtImage Entertainment, Black Bear Pictures, Elevated Films, MACRO, MMC Joule Films, Zeal Media
Distribuição: Diamond Films

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Uma Mulher Fantástica

Postado porTemperos de Cinema 18 de Março de 2018 0 Comentários

Em um dos pontos altos do Oscar 2018, marcado pela diversidade, a chilena Daniela Vega se tornou a primeira atriz transexual a participar da apresentação da cerimônia do Oscar. A protagonista do filme Uma Mulher Fantástica apresentou o cantor Sufjan Stevens, que interpretou Mistery of Love, da trilha de Me Chame Por Seu Nome. Linda, discreta e emocionada ela disse:“Quero convidar vocês a abrirem seus corações e seus sentimentos e sentirem a realidade. Vocês conseguem?” disse ela, emocionada.

O outro ponto alto foi quando ela voltou ao palco junto do diretor Sebastián Lelio para receber o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Definitivamente um marco na história do Oscar e do cinema, um grande passo na luta contra o preconceito e também uma resposta de Hollywood ao conservadorismo que ameaça a democracia em todo o mundo.

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Triângulos amorosos estão presente na literatura, cinema e na música desde sempre e esse é o ponto de partida do roteiro de “Uma Mulher Fantástica”, mas este filme vai muito além do drama passional e aborda de maneira muito contundente o preconceito. A mulher fantástica do filme de Sebastián Lelio é Marina, uma mulher transexual, garçonete e cantora de boate, que vive uma linda história de amor com um homem casado que abandona tudo para viver com ela.

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De amante à esposa oficial, ela vive por um curto tempo o que talvez fosse seu ideal de vida perfeita. Tudo se desfaz quando após uma noite de amor, seu companheiro morre. Começa então o calvário da personagem, que se torna suspeita de crime e passa por todo tipo de humilhação junto à polícia e a família do falecido.

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Sempre sóbria e discreta, dona de uma força sobrenatural expressa em seu olhar, Marina não se vitimiza diante da intolerância, ignorância e hipocrisia. Interpretada por Daniela Vega uma atriz e cantora lírica que também é trans, o que confere à personagem uma dimensão que supera a ficção.

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Este é o filme que você poderá assistir no Sala Cult neste domingo, 18 de março, às 16 e 19 horas, na quinta e sexta-feira 22 e 23 de março às 19 horas e no sábado 24 de março às 16 e 19 horas.

Ficha Técnica
Título: Uma Mulher Fantástica
Título Original: Una Mujer Fantástica
Direção: Sebastián Lelio
Elenco: Daniela Vega, Francisco Reyes, Luis Gnecco e Aline Küppenheim
País de Origem: Chile
Gênero: Drama
Ano: 2017
Classificação: 14 anos
Distribuição: Imovision

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Trama Fantasma no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 15 de Março de 2018 0 Comentários

Com seis indicações ao Oscar, incluindo o de Melhor Filme, “Trama Fantasma” é o filme da semana no Moviecom Arte.
Ganhador do Oscar de Melhor Figurino, o drama dirigido por Paul Thomas Anderson tem como pano de fundo o mundo da alta moda e aborda o potencial destrutivo de um relacionamento onde o amor, a admiração e o companheirismo estão em constante conflito com ódio, o ciúme e a inveja.

Na trama, Reynolds Woodcock (Daniel Day-Lewis) é o estilista de celebridades e mulheres muito ricas. Incapaz de entender uma crise que se anuncia sobre sua maison ele vive com sua musa Alma (Vicky Krieps), uma relação de amor e ódio profundos, que desencadeia homeopaticamente uma guerra crescente e cruel, mascarada pela hipocrisia e pelo universo do luxo.

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Para entender melhor o perfil dos personagens é importante situá-los no tempo. A história se passa na glamurosa Londres dos anos 50, em um cenário de profundas mudanças principalmente no mundo da moda. O “new look” de Dior levava o luxo a um outro patamar, antecipando a grande revolução que viria com Mary Quant e a mini-saia.

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Essa obsessão do estilista pela manutenção de seu universo é descarregada na relação tão intensa quanto tóxica que mantém com sua esposa, um casamento onde a essência e aparência são completamente divergentes.

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Este também pode ser o último filme de Daniel Day-Lewis que anunciou sua aposentadoria após “Trama Fantasma” e a intenção de dedicar-se exclusivamente à família. Se assim for, o astro se despede das telonas em grande estilo e com sua sexta indicação para o Oscar de Melhor Ator.
“Trama Fantasma” será exibido no Moviecom Arte nos dias 17 e 18 às 11 horas e dia 20 às 14 horas

Ficha Tecnica
Nome: Trama fantasma
Nome Original: Phantom thread
Direção: Paul Thomas Anderson
Elenco: Daniel Day-Lewis, Lesley Manville, Vicky Krieps, Camilla Rutherford
Roteiro: Paul Thomas Anderson
Música: Jonny Greenwood
Fotografia: Paul Thomas Anderson
Direção de arte: Chris Peters, Denis Schnegg, Adam Squires
País de Origem: EUA
Ano de produção: 2017
Gênero: Drama
Duração: 130 min
Classificação: 14 anos
Distribuidora: Universal Pictures

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Sala Cult Apresenta: Lou

Postado porTemperos de Cinema 15 de Março de 2018 0 Comentários

O filme da semana no Sala Cult é “Lou”, que conta a vida daquela que foi a primeira mulher na psicanálise e no estudo da sexualidade feminina.

E a vida da filosofa e psicanalista Lou Andreas-Salomé (1861-1937) foi fascinante, para dizer o mínimo. Seu pioneirismo se estendeu em praticamente tudo. Seu triangulo amoroso com os filósofos Friedrich Nietzsche e Paul Rée, seu relacionamento com o poeta Rainer Maria Rilke e sua convivência com Sigmund Freud, revelam uma mulher brilhantemente transgressora e muito à frente de seu tempo.

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Filme de estreia da diretora Cordula Kablitz-Post, “Lou” começa mostrando uma fogueira com livros sendo queimados, enquanto o áudio reproduz um discurso de Hitler condenando a psicanálise e outras expressões intelectuais às chamas.
Renegada às sombras da eternidade, como é muito comum a várias mulheres na história da humanidade, Lou Andreas-Salomé vem sendo redescoberta como um dos grandes nomes do feminismo.

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Ela é personagem central da trama e à sua volta gravitam alguns dos homens mais brilhantes de todos os tempos. Uma das cenas mais simbólicas do filme mostra Lou sobre uma carroça “puxada” por Rée e Nietzsche, reprodução de uma imagem que ficou famosa e correu o mundo na época.

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O imperdível “Lou” será exibido no Sala Cult , no Paineiras Shopping Jundiaí, dia 11 de março às 16 e às 19 horas, dias 15 e 16 de março às 19 horas e dia 17 de março às 16 e 19 horas.
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Veja o trailer: 

Ficha Técnica:
Título: Lou
Título original: Lou Andreas-Salomé
Nacionalidades: Alemanha, Suiça
Gêneros: Drama, Histórico, Biografia
Ano de produção: 2016
Duração: 1h 53 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Cordula Kablitz-Post
Roteiro: Cordula Kablitz-Post, Susanne Hertel
Trilha sonora: Judit Varga
Fotografia: Matthias Schellenberg
Edição: Beatrice Babin
Design de produção: Nikolai Ritter
Figurino: Bettina Helmi
Distribuição: Cineart Filmes

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O Insubstituível

Postado porTemperos de Cinema 3 de Março de 2018 0 Comentários

O que é insubstituível em nossas vidas afinal? O amor, o carinho, a atenção… o melhor tratamento para todos os males está nas relações que cultivamos, principalmente quando chegamos à velhice. A comédia dramática “O Insubstituível”, escrita e dirigida pelo cineasta francês Thomas Lilti é o terceiro filme da programação do Sala Cult e fala de forma muito delicada sobre este tema.


Estrelado pelo francês François Cluzet, em uma brilhante atuação, o filme conta a história de um médico que enfrenta um câncer e precisa se reinventar em sua rotina profissional, para continuar a cuidar de seus pacientes em uma cidadezinha no interior da França.


Buscando um pouco de descanso em sua meticulosidade que beira ao perfeccionismo, Jean-Pierre precisa de um substituto para tantas funções que exerce e assim chega ao lugar a quase doutora Nathalie (Marianne Denicourt), que precisa enfrentar a rabugentice do médico e conquistar a confiança dos pacientes.


Envolvente e emocionante, “Insubstituível” será exibido dia 04 de março às 16 e às 19 horas, dias 08 e 09 às 19 horas e 10 de março às 16 e 19 horas, no Sala Cult.

Ficha Técnica
Nome: Insubstituível
Nome Original: Médecin de Campagne
Gênero: Drama
Direção: Thomas Lilti
Elenco: François Cluzet, Marianne Denicourt, Christophe Odent
Origem: França
Ano de produção: 2016
Duração: 102 min
Classificação: 12 anos
Distribuição: Cineart