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Temperos de Cinema

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O Amante Duplo, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 11 de agosto de 2018 0 Comentários

François Ozon é um diretor que trabalha loucamente, lançando praticamente um filme por ano a mais de 20 anos. Aclamado como um dos nomes mais importantes do cinema francês contemporâneo, seus filmes geralmente trazem uma abordagem psicanalítica sobre as relações humanas.


“O Amante Duplo”, é um filme ousado desde a primeira cena que mostra em um close impactante um exame ginecológico. A trama conta a história de uma relação amorosa anti-ética e políticamente incorreta entre um psicanalista e uma jovem ex-paciente, e ganha corpo quando surge um irmão gêmeo e também psicanalista mas de temperamento agressivo.


Em uma interessante homenagem ao diretor norte-americano Brian de Palma, Ozon constrói um thriler erótico e de suspense que prende a atenção do começo ao fim, manipulando o público com um roteiro inteligente onde as revelações nunca são suficientes para desvendar o mistério.
Você não pode perder “O Amante Duplo”, a mais recente obra François Ozon, que o Moviecom Arte exibe nos dias 11 e 12 de agosto às 11 horas e no dia 14 de agosto às 14 horas.

Ficha Técnica

Título: O Amante Duplo
Título original: L’Amant Double
Nacionalidades: França, Bélgica
Gêneros: Suspense, Drama, Erótico
Ano de produção: 2017
Estréia: 21 de junho de 2018 (Brasil)
Duração: 1h 47min
Classificação: 18 anos
Direção: François Ozon
Roteiro: François Ozon, Joyce Carol Oates, Philippe Piazzo
Produção: Eric Altmayer, Nicolas Altmayer
Trilha sonora: Philippe Rombi
Direção de fotografia: Manuel Dacosse
Edição: Laure Gardette
Design de produção: Sylvie Olivé
Direção de arte: Lilith Bekmezian
Decoração de set: Julien Tesseraud
Figurino: Pascaline Chavanne
Estúdios: Mandarin Films, FOZ, Mars Films, Playtime, France 2 Cinéma, Canal+,France Télévisions
Distribuição: California Filmes

Receita da semanaReceitasTemperos

Sopa de Frango com Nozes

Postado porTemperos de Cinema 10 de agosto de 2018 0 Comentários

A segunda receita do cardápio inspirado no filme “Casablanca” é uma deliciosa sopa de frango com nozes. A chef Sandra Romansini nos ensina o passo a passo deste prato capaz de despertar paixões tão intensas quanto a de Ingrid Bergman e Humphrey Boggart neste clássico do cinema.

Receita: Sopa de frango com Castanhas e Amêndoas

Ingredientes:

100 ml de óleo de canola ou girassol
50 g de cebola picada
25 g de alho picado
400 g de peito, coxa e sobrecoxa de frango em cubos
2 envelopes de açafrão em pó ou pisticulo
4 litros de caldo de frango
40 g de gengibre fresco picado
5 g de cominho
1 colher fresco coentro picadinho
150 g de nozes
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

Em uma panela aqueça o óleo de canola, doure o alho e a cebola, junte o frango e doure até ficarem crocantes, tempere com cominho, açafrão, e junte o caldo.
Deixe cozinhar bem até que estejam macios e tenros por último adicione as nozes e o coentro.
Sirva acompanhado de pão sírio.

Receita da semanaTemperos

Salada com Cuscuz Marroquino

Postado porTemperos de Cinema 4 de agosto de 2018 0 Comentários

Um clássico entre os clássicos, o filme “Casablanca”, de 1942, inspirou a nova série de receitas do Temperos de Cinema e foi o tema de mais um jantar temático da nossa Confraria.
A chef Sandra Romansini criou um cardápio que reproduz a paixão e o fascínio do filme estrelado por Ingrid Bergman e Humphrey Boggart e ambientado na mítica cidade marroquina.
E a receita que abre essa nova série é uma entrada surpreendente, deliciosa e super fácil de fazer, uma salada com cuscuz marroquino.
Coloque “As Time Goes By” para tocar e aproveite!

Receita de uma Salada com Cuscuz Marroquino

Ingredientes da Salada:
200 g Mini Pepinos lavados fatiados
100 g de pepinos japoneses descascados em cubos
200 g de morangos
50 g de tâmaras fatiadas
6 talos de cebolinhas francesas fatiadas
Pitada de sal
Pimenta do reino a gosto
Hortelã picadinha
Folhas de hortelã inteiras para decorar

Preparo da salada:
Misture cuidadosamente todos os ingredientes e tempere com sal e pimenta. Reserve.

Ingredientes para o Cuscuz Marroquino:

100 g de cuscuz marroquino demolhado com caldo de legumes por 30 minutos
Sal a gosto
Pimenta do reino agosto

Para o molho

200 ml de iogurte natural
50 ml de mel
2 colheres de hortelã picados

Preparo do molho:

Misture todos os ingredientes e reserve em geladeira

Montagem

Coloque no fundo de uma taça o cuscuz marroquino, disponha a salada de pepinos e morangos e regue com o molho de iogurte.

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Jantar da Confraria Temperos de Cinema em Casablanca

Postado porTemperos de Cinema 2 de agosto de 2018 0 Comentários

No dia 27 de julho realizamos mais um jantar da Confraria Temperos de Cinema e, desta vez, a inspiração foi o filme Casablanca, um clássico do cinema que sobrevive ao tempo e sempre será um filme magnífico.

A realização desse jantar transformou o Condomínio Jatobás na cidade marroquina que dá nome ao filme. E não faltaram muitas Ingrid Bergmans e Humphrey Bogarts, pois o membros dessa confraria leva nossos jantares temáticos muito a sério.

Casablanca é um importantíssimo porto da África e uma cidade muito generosa e acolhedora, assim como o Rui e a Fátima que recebem os confrades para os jantares da Confraria.
O filme “Casablanca”, ambientado e lançado no auge da Segunda Guerra Mundial, mostra que sair de lá era um problema, principalmente se você fosse procurado pelos nazistas. Já do nosso jantar inspirado em “Casablanca”, é difícil sair, principalmente se você gosta de uma boa mesa, pois o cardápio da Sandra Romansini e a carta de vinhos prendem do começo ao fim.
Nesse jantar memorável a entrada foi uma deliciosa salada de morangos e kiwi, sobre um cama de cuscus marroquino, com molho de iogurte, a entrada quente foi uma sopa de frango e castanha de caju, na sequência o prato principal, arroz marroquino com um espeto de carne, e um espeto de camarão, e a sobremesa, como no filme onde sempre teremos Paris, foi um creme brûlée com frutas e limão kafir.
Tudo servido ao som de “As Times Goes By”, a icônica canção tema do filme.
Seguem algumas fotos para conferir.

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Nos Vemos no Paraíso, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 1 de agosto de 2018 0 Comentários

“Roaring Twenties” é um termo usado para se referir aos anos 20, uma década de efervescência cultural em Nova York, Chicago, Paris, Berlim, Londres e em muitas outras grandes cidades, durante uma época de sustentada prosperidade econômica depois da Primeira Guerra Mundial.
E é nessa época de muitos excessos, associada à modernidade e uma ruptura com as antigas tradições, que o diretor francês Albert Dupontel ambienta a farsa melodramática “Nos Vemos no Paraíso” que o Moviecom Arte apresenta abrindo a temporada de agosto.


Dupontel sempre atua nos filmes que dirige e em “Nos Vemos no Paraíso” ele é Albert Maillard, personagem que narra a trama centrada na amizade e parceria com Édouard Péricourt (Nahuel Pérez Biscayart). Vindos de mundos opostos, Albert é um simples proletário, enquanto o jovem Édouard é um artista e aristocrata com sérios problemas de relacionamento com seu pai. Os dois se conhecem na guerra e quando ela acaba Albert passa a cuidar de Édouard que, desfigurado, simula a própria morte e passa a viver recluso criando máscaras fantásticas.


A dupla cria um golpe para fraudar a construção de um memorial aos mortos da região, idealizado pelo pai de Édouard, ao mesmo tempo em que Maillard tenta desmascarar o mercenário Tenente Pradelle, um oficial que fez fortuna com as centenas de corpos das vítimas da guerra.


Além de Albert Dupontel e Nahuel Pérez Biscayart o filme traz um elenco notável: Laurent Lafitte, Niels Aretrup, Emile Déquenne, Mélanie Thierry, Héloise Balster, André Marcon, Michel Uillermoz
Com sete indicações ao Cesar (o Oscar francês), “Nos Vemos no Paraíso” ganhou os prêmios de melhor direção, melhor roteiro, melhor fotografia, melhor figurino e melhor direção de arte. Aliás, a primorosa direção de arte de Pierre Queffelean e a fotografia espetacular de Vincent Mathias são os grandes destaques deste filme imperdível.


“Nos Vemos no Paraíso” é o filme da semana no Moviecom Arte e você poderá assistí-lo nos dias 04 e 05 de agosto às 11 horas e no dia 07 de agosto às 14 horas no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundaí.

Ficha Técnica
Título: Nos Vemos no Paraíso
Título Original: Au Revoir Là-Haut
Nacionalidade: França
Gênero: Comédia dramática
Ano de produção: 2017
Estréia: 5 de julho de 2018 (Brasil)
Duração: 1h 57min
Classificação: 16 anos
Elenco: Nahuel Pérez Biscayart, Albert Dupontel, Laurent Lafitte, Niels Arestrup, Émilie Dequenne, Mélanie Thierry
Direção: Albert Dupontel
Roteiro: Albert Dupontel, Pierre Lemaitre
Produção: Catherine Bozorgan
Trilha sonora: Christophe Julien
Direção de fotografia: Vincent Mathias
Edição: Christophe Pinel
Design de produção: Pierre Queffelean
Direção de arte: Lilith Bekmezian
Figurino: Mimi Lempicka
Estúdios: Stadenn Prod, Manchester Films, Canal+, Ciné+, France Télévisions
Distribuição: Pandora Filmes

 

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Programação de Agosto do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 1 de agosto de 2018 0 Comentários

Nos Vemos no Paraíso

Roaring Twenties é um termo usado para se referir aos anos 20, uma década de efervescência cultural em Nova York, Chicago, Paris, Berlim, Londres e em muitas outras grandes cidades, durante uma época de sustentada prosperidade econômica depois da Primeira Guerra Mundial.
E é nessa época de muitos excessos, associada à modernidade e uma ruptura com as antigas tradições, que o diretor francês Albert Dupontel ambienta a farsa melodramatica “Nos Vemos no Paraíso” que o Moviecom Arte apresenta abrindo a temporada de agosto.
Dupontel sempre atua nos filmes que dirige e em “Nos Vemos no Paraíso” ele é Albert Maillard, um veterano de guerra que tem de tomar conta de Edouard Péricourt, seu companheiro de pelotão que depois de ficar desfigurado, forjou sua própria morte e vive criando máscaras fantásticas.
A trama gira em torno de um golpe armado pelos dois personagens para participar de um concurso de estátuas e da dúbia relação entre ‘os dois amigos.
Com sete indicações ao Cesar (o Oscar francês), “Nos Vemos no Paraíso” ganhou como melhor roteiro e melhor direção. Destaque para a primorosa direção de arte e a fotografia deste filme que você poderá assistir nos dias 04 e 05 de agosto às 11 horas e no dia 07 de agosto às 14 horas no Moviecom Cinemas do Maxi Shopping Jundaí.

O Amante Duplo

François Ozon é um diretor que trabalha loucamente, lançando praticamente um filme por ano a mais de 20 anos. Aclamado como um dos nomes mais importantes do cinema francês contemporâneo, seus filmes geralmente trazem uma abordagem psicanalítca sobre as relações humanas.
“O Amante Duplo”, é um filme ousado desde a primeira cena que mostra em um close impactante um exame ginecológico. A trama conta a história de uma relação amorosa políticamente entre um psicanalista e uma jovem ex-paciente, e ganha corpo quando surge um irmão gêmeo e também psicanalista mas de temperamento agressivo.
Em uma interessante homenagem ao diretor norte-americano Brian de Palma, Ozon constrói um thriler erótico e de suspense que prende a atenção do começo ao fim, manipulando o público com um roteiro inteligente onde as revelações nunca são suficientes para desvendar o mistério.
Você não pode perder “O Amante Duplo”, a mais recente obra François Ozon, que o Moviecom Arte exibe nos dias 11 e 12 de agosto às 11 horas e no dia 14 de agosto às 14 horas.

Bergman 100 Anos

Em 2018, o diretor sueco Ingmar Bergman, falecido em 2007, teria completado 100 anos. Este documentário resgata a obra monumental do cineasta, autor de filmes icônicos como “O Sétimo Selo”, “Morangos Silvestres”, “Persona”, “Gritos e Sussurros”, “Luz de Inverno”, “O Ovo da Serpente” e “Fanny e Alexander”.
Dirigido por Jane Magnusson, “Bergman 100 Anos” foca no ano de 1957, quando Bergman lança dois filmes, filma mais dois, dirige um telefilme e quatro peças de teatro.
Conversando com atores, colaboradores, críticos e historiadores, o filme traça o retrato de um homem obsessivo, instável, difícil de lidar, mas ao mesmo tempo um dos maiores artistas da história da Suécia, e também o único diretor a receber a “Palma das Palmas” no festival de Cannes.
Obrigatório para todo cinéfilo de verdade, “Bergman 100 Anos” será exibido nos dias 18 e 19 de agosto às 11 horas e no dia 21 às 14 horas no Moviecom Arte.

Uma Casa a Beira-Mar

A idílica paisagem da enseada de Méjean, na França, magnificamente registrada na fotografia de Pierre Millon, é o cenário onde cineasta Robert Guédiguian narra o confronto de 3 irmãos reunidos em torno do leito do pai moribundo.
É neste contexto que Guédiguian se lança em um profundo estudo de cada personagem que aparece em cena, sem a necessidade de expor problemas e de buscar a redenção entre as partes. Contudo, temas como o racismo e a polêmica questão dos imigrantes, fazem parte deste drama que questiona o lugar do Paraíso nos tempos atuais, bem como do inferno que se encontra dentro de todos nós.
Fechando a programação de agosto do Moviecom Arte, “Uma Casa à Beira-Mar” será exibido nos dias 25 e 26 às 11 horas e no dia 28 às 14 horas, no Moviecom Arte do Moviecom Cinemas de Jundiaí.

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O Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP

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Oh Lucy!, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 27 de julho de 2018 0 Comentários

A vida dura, fria e solitária das grandes metrópoles, cria personagens banais inseridos em contextos complexos. E vice-versa.
Tóquio é a cidade onde a diretora Atsuko Hiranayagi coloca a personagem central de seu novo filme. Mas poderia ser Nova York ou São Paulo.


Envolvida por uma realidade caótica, que se reflete em sua vida pessoal e profissional, Setsuko é uma mulher comum, com sentimentos reprimidos, sonhos apagados, com pouca ou nenhuma autoestima e uma rotina monótona e absolutamente sem graça.


Mas tudo muda quando ela, convencida por sua sobrinha, vai fazer uma aula de inglês gratuita. Ao quebrar sua rotina, Setsuko se permite viver uma grande transformação.
O agente transformador é John, um professor de inglês com métodos pouco convencionais. Ele obriga Setsuko a usar uma peruca loura e adotar um nome americano. Ela então se transforma em Lucy e a experiência de ser uma outra pessoa abre uma porta para um mundo de possibilidades que ela simplesmente ignorava.


Ela se apaixona por seu professor de inglês e, após o repentino sumiço dele, embarca para os Estados Unidos à sua procura, vivenciando uma série de aventuras e se desvencilhando de sua vida ordinária.
Essa é engraçada, delicada e comovente história de “Oh Lucy!”, que o Moviecom Arte exibe nos dias 28 e 29 às 11 horas e no dia 31 de julho às 14 horas. Venha rir, se emocionar e se apaixonar por essa comédia japonesa, ganhadora dos prêmios Independent Spirit de Melhor Atriz e de Melhor Filme de Estreia.

Ficha Técnica

Título original: Oh Lucy!
Nacionalidades: Japão, EUA
Gênero: Comédia dramática
Ano de produção: 2017
Estréia: 28 de junho de 2018 (Brasil)
Duração: 1h 35min
Classificação: 16 anos
Direção: Atsuko Hirayanagi
Roteiro: Atsuko Hirayanagi, Boris Frumin, Atsuko Hirayanagi
Produção: Will Ferrell, Hiroyuki Akune, Meileen Choo, Jessie Creel, Jessica Elbaum, Anderson M. Hinsch, Atsuko Hirayanagi, Seiya Horio, Razmig Hovaghimian, Yukie Kito, Adam McKay, Katsuhiro Tsuchiya, Han West
Trilha sonora: Erik Friedlander
Direção de fotografia: Paula Huidobro
Edição: Kate Hickey
Produção de design: Norifumi Ataka, Jason Hougaard
Decoração de set: Jenna Craig, Yoshito Endo
Figurino: Masae Miyamoto
Estúdios: Matchgirl Pictures, Gloria Sanchez Productions, Meridian Content, Nippon Hôsô Kyôkai (NHK)
Distribuição: Imovision

Extras

Casablanca, O Cardápio

Postado porTemperos de Cinema 26 de julho de 2018 0 Comentários

O próximo cardápio do Temperos de Cinema está quase pronto e deve estrear em breve. A inspiração para as receitas vem do filme “Casablanca”, de 1942, dirigido por Michael Curtiz e estrelado por Ingrid Bergman e Humphrey Bogart.


Considerado um dos maiores filmes da história do cinema americano, foi a grande sensação do Oscar em 1943, levando o prêmio de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora.


Lançado no auge da Segunda Guerra Mundial, “Casablanca” conta a história de Rick Blaine, um americano amargo e cínico que vive e trabalha em Casablanca, onde tem um badalado café. Rick’s Café é frequentado tanto por nazistas, funcionários franceses, quanto por refugiados e criminosos. Um belo dia, Ilsa Lund, o grande amor do passado de Rick, aparece em seu bar ao lado do marido, Victor Laszlo, herói da resistência tcheca. O reencontro dos ex-amantes reacende o amor entre eles.


A maravilhosa canção As Time Goes By, escrita por Herman Hupfeld em 1931, tornou-se internacionalmente famosa depois de cantada pelo personagem Sam (Dooley Wilson) e foi eleita pelo American Film Institute como a segunda música de filme mais importante de todos os tempos.


Aliás, “Casablanca” ocupa lugar de destaque em todas as listas sobre os mais importantes filmes da história do cinema.
Várias cenas e frases do filme se tornaram icônicas. Entre elas a cena onde Ingrid Bergman diz “play it again, Sam”, quando pede a Dooley Wilson para tocar A Time Goes By. O mais curioso sobre essa frase, é que ela nunca foi dita no filme.
Outra cena e frase famosas, é despedida dos personagens de Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, em que ela pergunta “e quanto a nós?”, ao que ele responde dizendo “nós sempre teremos Paris”.


O cineasta Woody Allen é tão apaixonado por “Casablanca” que em 1972 estrelou um filme chamado “Play It Again, Sam”, dirigido por Herbert Ross, recheado de aparições fantasmas de Bogart dando conselhos sobre como tratar as mulheres.
Em 1979, Allen voltaria a citar “Casablanca” nas cenas finais do filme “Manhattan”, colocando a frase “sempre teremos Paris” na despedida dos personagens Isaac e Tracy, interpretados por ele mesmo e Mariel Hemingway.
Mais uma curiosidade sobre o filme: O papel imortalizado por Bogart, a princípio fora entregue ao então ator Ronald Regan que, felizmente foi convocado pelo exército para ir para o front e não pode aceitar o convite.

Prepare-se para viver grandes paixões no novo cardápio do Temperos de Cinema inspirado nesse grande sucesso do cinema.

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A Amante, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 21 de julho de 2018 0 Comentários

O cinema da Tunísia é uma das boas novidade no circuito dos Festivais. Em “A Amante”, o estreante diretor e roteirista Mohamed Ben Attia é uma deliciosa surpresa, um drama romântico sobre desilusões e a imprevisibilidade que se sobrepõe a todos nossos planos.


Badalado em festivais de cinema pelo mundo em 2016, o filme chega ao Brasil com dois anos de atraso e com a pompa de ter vencido os prêmios de melhor ator e melhor filme no prestigiado Festival de Berlim.
Na trama, o introvertido Hedi (Majd Mastoura) parece ter sua vida sob controle. De casamento marcado e com um bom emprego em uma fábrica de automóveis arranjado pelo pai da noiva. À frente de todos os planos está a matriarca da família do protagonista, Baya (Sabah Bouzouita), sempre tomando as rédeas das situações em nome de “um bem maior”.


Tudo muda em uma viagem de trabalho, ele percebe que não é desta forma que ele pretende passar o resto de sua vida. Ele conhece uma jovem que vive de forma descomprometida e livre, que o leva a questionar tudo que o cerca e a redescobrir seus próprios sonhos e desejos.


Ganhador do Urso de Ouro do Festival de Berlim na categoria “Melhor Filme de Estreia” e do Urso de Prata de Melhor Ator (Majd Mastoura), “A Amante” é o filme da semana no Moviecom Arte, com exibição nos dias 21 e 22 de julho às 11 horas e no dia 24 de julho às 14 horas.

Ficha Tecnica
Título: A Amante
Título Original: Inhebek Hedi
Nacionalidades: Tunísia, Bélgica, França
Gêneros: Drama, Romance
Ano de produção: 2016
Estréia: 31 de maio de 2018 (Brasil)
Duração: 1h 33 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Mohamed Ben Attia
Roteiro: Mohamed Ben Attia
Elenco: Majd Mastoura, Ryam Ben Messaoud, Sabah Bouzouita
Trilha sonora: Omar Aloulou
Direção de fotografia: Frédéric Noirhomme
Edição: Azza Chaabouni, Ghalia Lacroix, Hafedh Laridhi
Design de produção: Mohamed Denguezli
Figurino: Nedra Gribaa
Distribuição: Pandora Filmes

 

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Chega de Fiu Fiu, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 16 de julho de 2018 0 Comentários

As cidades foram feitas para as mulheres? A pergunta é motor fundamental do longa-metragem “Chega de Fiu Fiu”, com direção de Amanda Kamanchek Lemos e Fernanda Frazão.
Produzido em parceria com a Brodagem Filmes, o documentário será lançado em maio nasceu da campanha homônima criada em 2014 pela organização Think Olga, trazendo ao centro do debate questões como o assédio e o direito das mulheres ao espaço público.


O filme alcançou recorde de arrecadação na plataforma de financiamento coletivo Catarse, atingindo a meta em menos de 24 horas.
“Chega de Fiu Fiu” explicita como a participação das mulheres no espaço urbano é marcada por insegurança.
Segundo Amanda Kamanchek: “Entraves como a falta de iluminação, lugares ermos, a dificuldade de mobilidade, longas distâncias na locomoção de casa ao trabalho, ausência de creches e péssimo atendimento em serviços de saúde e segurança seguem como catracas visíveis e invisíveis do acesso das mulheres às cidades. Tais entraves revelam o quanto as cidades foram construídas sem a perspectiva de gênero e agravam ainda mais as violências sofridas pelas mulheres, como o assédio”.


O filme é um retrato dessa violência de gênero em um contexto ainda pouquíssimo explorado: o espaço público, lançando a pergunta: “Qual é o lugar das mulheres nas cidades?”.
A narrativa é composta de três momentos: A utilização de óculos com uma microcâmera escondida, usado por mulheres em seu dia a dia; a vida de três personagens de diferentes cidades (Brasília, São Paulo e Salvador) e o diálogo com especialistas sobre assédio, identidades, sexualidade, participação e mobilização social e masculinidades.


De acordo com pesquisa da ActionAid de 2016, 86% das brasileiras já sofreram violência sexual ou assédio em espaços públicos. Delas, 77% ouviram assobios, 57% ouviram comentários de cunho sexual, 39% xingamentos, 50% foram seguidas, 44% tiveram seus corpos tocados, 37% tiveram homens que se exibiram para elas e 8% foram estupradas.

“Chega de Fiu Fiu” será exibido nos dias 21 e 22 de julho, às 11 horas, paralelamente ao fime da semana no Moviecom Arte.

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