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Temperos de Cinema

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Moviecomarte em Casa

Postado porTemperos de Cinema 9 de abril de 2020 0 Comentários

Muitos filmes exibidos no Moviecomarte  estão disponíveis nas plataformas de streaming,  então aproveite  enquanto está em casa para assistir ou,  reassistir  o melhor do cinema alternativo.

Selecionamos alguns títulos disponíveis :

A nossa primeira sugestão é esta deliciosa comédia francesa, destaque na nossa programação de maio de 2019 e que agora está na Netflix.
O diretor francês Gilles Lellouche conta em “Um Banho de Vida” (Le Grand Bain), a história de um grupo de homens de meia idade que começa a praticar natação sincronizada, uma modalidade esportiva praticada mais habitualmente por mulheres.
Veja o trailer em http://bit.ly/2WpLTZJ

“Parasita”, do diretor sul coreano Bong Jonn-ho, é pertubador, perigoso e aclamado como melhor filme de 2.019, faturando todos os principais prêmios da temporada, inclusive o Oscar de Melhor Filme e Melhor Filme Estrangeiro, em um feito inédito.
Parasita foi um dos destaques na nossa programação de Dezembro de 2019 e agora você pode assistir em sua casa através do Now, da Claro-Net.
É o Moviecom Arte Em Casa, dando dicas para você curtir nesses dias em casa.
Veja o trailer em: https://bit.ly/392nGv1

Ganhador do Oscar de Melhor Ator e de Melhor Roteiro Original em 2017, “Manchester A Beira Mar” é um belíssimo e comovente drama escrito e dirigido por Kenneth Lonergan e que traz Casey Affleck em uma atuação irretocável.
O Moviecom Arte em Casa recomenda Manchester À Beira Mar e você pode vê-lo ou revê-lo na Netflix.
Veja o trailer e comentários em https://bit.ly/3dmyMP7
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Os milhares de fãs da charmosa e elegante série televisiva que mostrava como vivia a aristocracia inglesa no começo do século XX, não vão se decepcionar com a versão para as telonas de Downton Abbey.
A nova história, escrita pelo criador Julian Fellowes e dirigida por Michael Engler, tem tudo para agradar inclusive quem não acompanhou os 52 episódios das 6 temporadas.
O Moviecom Arte exibiu recentemente o filme Downton Abbey e você pode vê-lo ou revê-lo agora no canal NOW da Claro NET.

 

 

A bela de sempre Catherine Deneuve e Chiara Mastroianni, mãe e filha na vida real, interpretam respectivamente, Claire Darling e Mary, no delicado drama de Julie Bertucelli.
Você assistiu “A Última Loucura de Claire Darling” no Moviecom Arte mas pode revê-lo no Now, se você é assinante da Claro NET.

“Gloria Bell” é uma sofisticada comédia romântica que mostra que o amor pode surgir a qualquer momento, que os relacionamentos nunca são simples e que nada pode deixar você para baixo enquanto você continuar dançando.
Dirigido por Sebastián Lelio, “Gloria Bell” é estrelado pela maravilhosa Julianne Moore.
Se você não viu este filme quando exibimos no Moviecom Arte, ou mesmo se deseja revê-lo, assista no Now Claro NET.

 

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De Quem É O Sutiã, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 12 de março de 2020 0 Comentários

Nurlan é um maquinista de trem que vive sua rotina pacata numa aldeia. Diariamente, ele conduz o gigante de ferro pelo subúrbio da cidade, passando rente às casas, ocupando momentaneamente um espaço utilizado cotidianamente pelos moradores como extensões de suas residências, com direito à disposição de mesas, varais e afins.

Prestes a se aposentar, especificamente no seu último dia de labuta, ele nota que um delicado sutiã azul ficou preso no maquinário do trem. Então, parte numa busca pela dona da peça e, talvez, de quebra, pela conquista de um grande amor.
O espectador que chegar desavisado a uma sessão da comédia De Quem É O Sutiã deve se deparar com algumas surpresas.

Primeiro, após alguns sorrisos e rostos carrancudos, percebe-se que os personagens não falam – o diretor Veit Helmer aposta num raro humor de gestos e gags, sem uma única linha de diálogo. Por isso, os atores se tornam mais expressivos, com olhos arregalados e gestos amplos, alguns graus acima do realismo.

Segundo, a trama se passa numa cidadezinha onde o trem passa a pouco metros das casas. Como os trilhos servem de quintal e de rua aos moradores, eles precisam abandonar várias vezes ao dia as partidas de xadrez e tirar as roupas do varal para permitir a passagem do veículo gigantesco. Com qual intuito exatamente se desloca este trem sem cargas nem passageiros, não se sabe. Estamos no terreno da fábula lúdica, que dispensa explicações verossímeis.

O Moviecom Arte exibe De Quem É O Sutiã nos dias 14 e 15 de março às 11 horas e no dia 17 às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título: De quem é o sutiã?
Título Original: The Bra
País de Origem: Alemanha
Ano de produção: 2018
Gênero: Comédia
Duração: 90 min
Direção: Veit Helmer
Elenco: Miki Manojlovic, Paz Vega, Chulpan Khamatova
Distribuição: Pandora Filmes

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Meu nome é Sara, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de março de 2020 0 Comentários

Sara Góralnik é uma polonesa, judia, cuja família foi morta por nazistas quanto ela tinha apenas 13 anos. Depois de fugir para a Ucrânia, usando a identidade roubada de uma amiga, ela é acolhida por um casal de fazendeiros em uma pequena vila. Até aí, tudo parece correr bem, mas ela descobre que seus novos amigos possuem seus próprios segredos sombrios.
Com uma trama instigante, Meu Nome É Sara, do diretor Steven Oritt, é um drama baseado em fatos reais, feito para emocionar e com boas doses de suspense e controvérsias.


O grande destaque do filme é a atuação de Zuzanna Surowy (seu primeiro trabalho como atriz em um longa-metragem), impecável e com bastante intensidade, fruto da uma boa direção de Oritt, que conduz bem seus personagens.
O casal, vivido por Eryk Lubos e Michalina Olszanska, também atinge um nível excelente de interpretação. O estranho e quase existente triângulo amoroso entre eles se torna a chama que mantém a história viva por mais tempo e o elenco possui uma ótima química em cena.


Além das boas atuações, a direção de arte, sempre complicada em um filme de época, cumpre a função de imergir o espectador na ambientação da trama.
Meu Nome É Sara abre a programação de Março do Moviecom Arte e será exibido nos dias 07 e 08 às 11 horas, e no dia 10 às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título: Meu Nome É Sara
Título Original: My Name Is Sara
País de Origem: EUA e Polônia
Ano: 2019
Direção: STEVEN ORITT
Roteiro: David Himmelstein
Elenco: Zuzanna Surowy, Michalina Olszanska, Eryk Lubos, Konrad Cichon e Pawel Królikowski
Fotografia: Marian Prokop
Montagem: Agneszka Glinska
Música: Lukasz Targosz
Tipo: Drama de guerra
Distribuição: A2Filmes

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Programação de Março no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 6 de março de 2020 0 Comentários

DIAS 07, 08 , 10
MEU NOME É SARA


Sara Góralnik é uma polonesa, judia, cuja família foi morta por nazistas quanto ela tinha apenas 13 anos. Depois de fugir para a Ucrânia, usando a identidade roubada de uma amiga, ela é acolhida por um casal de fazendeiros em uma pequena vila. Até aí, tudo parece correr bem, mas ela descobre que seus novos amigos possuem seus próprios segredos sombrios.
Com uma trama instigante, Meu Nome É Sara, do diretor Steven Oritt, é um drama baseado em fatos reais, feito para emocionar e com boas doses de suspense e controvérsias.
O grande destaque do filme é a atuação de Zuzanna Surowy (seu primeiro trabalho como atriz em um longa-metragem), impecável e com bastante intensidade, fruto da uma boa direção de Oritt, que conduz bem seus personagens.
O casal, vivido por Eryk Lubos e Michalina Olszanska, também atinge um nível excelente de interpretação. O estranho e quase existente triângulo amoroso entre eles se torna a chama que mantém a história viva por mais tempo e o elenco possui uma ótima química em cena.
Além das boas atuações, a direção de arte, sempre complicada em um filme de época, cumpre a função de imergir o espectador na ambientação da trama.
Meu Nome É Sara abre a programação de Março do Moviecom Arte e será exibido nos dias 07 e 08 às 11 horas, e no dia 10 às 14 horas.

Trailer:

DIAS 14, 15 E 17
DE QUEM É O SUTIÃ


Nurlan é um maquinista de trem que vive sua rotina pacata numa aldeia. Diariamente, ele conduz o gigante de ferro pelo subúrbio da cidade, passando rente às casas, ocupando momentaneamente um espaço utilizado cotidianamente pelos moradores como extensões de suas residências, com direito à disposição de mesas, varais e afins. Prestes a se aposentar, especificamente no seu último dia de labuta, ele nota que um delicado sutiã azul ficou preso no maquinário do trem. Então, parte numa busca pela dona da peça e, talvez, de quebra, pela conquista de um grande amor.
O espectador que chegar desavisado a uma sessão da comédia De Quem É O Sutiã deve se deparar com algumas surpresas. Primeiro, após alguns sorrisos e rostos carrancudos, percebe-se que os personagens não falam – o diretor Veit Helmer aposta num raro humor de gestos e gags, sem uma única linha de diálogo. Por isso, os atores se tornam mais expressivos, com olhos arregalados e gestos amplos, alguns graus acima do realismo. Segundo, a trama se passa numa cidadezinha onde o trem passa a pouco metros das casas. Como os trilhos servem de quintal e de rua aos moradores, eles precisam abandonar várias vezes ao dia as partidas de xadrez e tirar as roupas do varal para permitir a passagem do veículo gigantesco. Com qual intuito exatamente se desloca este trem sem cargas nem passageiros, não se sabe. Estamos no terreno da fábula lúdica, que dispensa explicações verossímeis.

O Moviecom Arte exibe De Quem É O Sutiã nos dias 14 e 15 de março às 11 horas e no dia 17 às 14 horas.

Trailer:

 

DIAS 21, 22 e 24
FRANKIE


Frankie, o novo filme de Ira Sachs indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes, nos apresenta Isabelle Huppert como uma famosa atriz francesa que descobre ter apenas alguns meses de vida. Para construir memórias afetivas ela convida a família e alguns amigos a passar uma temporada na cidade portuguesa de Sintra.
O longa acompanha um dia na vida da artista. Mesmo assim é tempo suficiente para conhece-la. Frankie é a estrela de seu sistema solar. Ela gosta de ter a família rodando ao seu redor para que possa determinar o que acontece com cada um deles. Seja por isso, seja pelo câncer da matriarca, as relações entre os personagens são difíceis e um tanto estremecidas.
Ainda que o objetivo da viagem seja criar memórias felizes, Frankie não é muito bem-sucedida no projeto. O estágio terminal da doença faz com que ela não tenha tempo para sutilezas. Essa reunião é sua última oportunidade para dar as diretrizes finais de como cada um deve continuar vivendo após sua morte. Tal necessidade de controle transparece nos tons azuis que a circundam no figurino e no cenário.
Todo filmado em longos planos, o título resume-se a pessoas conhecidas encontrando-se aleatoriamente e conversando em lugares bonitos. Tal recurso, aliado ao fato das pessoas caminharem sem rumo certo, transforma a narrativa em pequenas esquetes reunidas sem um propósito claro.
Com cenas faladas em inglês, francês e português, a produção possui certo caráter internacional. Essa salada cultural rende alguns momentos cômicos, bem aproveitados pela montagem. Curiosamente, na única cena em que todos os personagens se encontram não há diálogos. A essa altura, a narrativa já transmitiu todas as suas mensagens ao público, que então se admira com o belo cenário da locação e o impacto das palavras não ditas.
Frankie será exibido no Moviecom Arte nos dias 21 e 22 de março às 11 horas e no dia 24 às 14 horas.

Trailer:

 

DIAS 28, 29, E 31
CICATRIZES


Ana convive com o trauma de ter perdido o filho recém-nascido, vinte anos atrás. Apesar de o marido e a filha mais velha terem aceitado os fatos, ela preserva a esperança de que a criança não tenha morrido de fato, mas tenha sido entregue ilegalmente a outra família. Enfrentando a polícia, os amigos e familiares, ela continua buscando indícios de que sua versão da história está correta.
Cicatrizes é um filme ditado pela espera. A primeira imagem apresenta um muro vazio, durante longos segundos, sem qualquer personagem ou ruído – ou seja, a espera inicial é aquela fornecida ao espectador. Em seguida, Ana (Snezana Bogdanovic) aguarda pacientemente a chegada de um carro, e observa uma mulher à distância, em silêncio. Quando é abordada pela polícia e colocada durante horas numa sala vazia, Ana não reclama: “Estou acostumada a esperar”. A filha se indaga sobre os motivos de ver a mãe sempre perto da janela, e expressa sua preocupação: “Você está sempre esperando alguma coisa”.
O roteiro demora a explicar ao espectador o que exatamente ocupa os dias desta mulher. Sabemos que ela guarda um segredo, percebemos a existência de um tabu em família, no entanto o diretor Miroslav Terzic prefere entregar informações a conta-gotas. Entendemos a relação com uma criança, percebemos que o hospital desempenhou uma participação importante no trauma. Seria uma criança perdida? Morta? Em que circunstâncias? Por que Ana não aceita o que aconteceu quase duas décadas atrás? Ao deixar diversas lacunas em aberto, o projeto permite que o espectador projete seus próprios medos, conecte com histórias mais próximas de sua vivência. Afinal, o dilema deste núcleo sérvio poderia ser compreendido em qualquer cultura – como não se identificar com a perda de um filho, independentemente das circunstâncias?
O filme Cicatrizes traz história de um bebê desaparecido na Sérvia sem seguir a linha filme-denúncia O longa do diretor Miroslav Terzié tem quase o formato de thriller, leva o mistério e a dúvida até a última cena.
O Moviecom Arte exibirá Cicatrizes nos dias 28 e 29 às 11 horas e no dia 31 às 14 horas, fechando a nossa programação de Março.

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Deus é Mulher e Seu Nome é Petúnia, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 28 de fevereiro de 2020 0 Comentários

Em diversas cidades e pequenas comunidades da Macedônia, no dia 19 de janeiro é celebrado o feriado da Epifania (batismo de Cristo). É costume nesse dia jogar uma cruz nas águas de um rio, e quem for capaz de pegá-la terá boa sorte e prosperidade para todo o ano seguinte. Contudo, só os homens podem se jogar nas águas para alcançar essa benção. Segundo as tradições, só os homens merecem a oportunidade de ser feliz.


Este foi o ponto de partida da diretora e roteirista macedoniense Teona Struga Mitevska para tecer um olhar crítico e apurado sobre uma realidade que até hoje perturba e incomoda.


Em “Deus é Mulher e Seu Nome É Petúnia” a trama gira em torno de Petúnia, uma mulher comum disposta a subverter todas essas regras e a pagar o preço disso tudo.


Desempregada e vivendo na casa dos pais (uma mãe autoritária e um pai submisso e ausente), Petúnia não tem mais nada a perder e resolve mergulhar no rio e pegar o crucifixo. nasce aí a determinação de dar um novo sentido à sua vida, desafiando a religião, a sociedade, o patriarcado e as tradições. Afinal de contas, Deus É Mulher E Seu Nome É Petúnia.


Você precisa Petúnia! Ela estará no Moviecom Arte nos dias 29 de Fevereiro e 01 de Março às 11 horas e no dia 03 de Março às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título no Brasil: Deus é Mulher E Seu Nome é Petúnia
Título Original: Gospod postoi, imeto i’ e Petrunija (2019)
Gênero: Comédia Dramática
Estreia no Brasil: 26 de Dezembro de 2019
País: Bélgica, Croácia, Eslovénia, França, Macedónia
Idioma: Macedônio
Diretor: Teona Strugar Mitevska
Roteiro: Teona Strugar Mitevska e Elma Tataragic
Elenco: Zorica Nusheva, Labina Mitevska, Simeon Moni Damevski, Suad Begovski, Violeta Shapkovska, Stefan Vujisic, Xhevdet Jasari e Andrijana Kolevska
Distribuição: Pandora Filmes

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Ventos da Liberdade, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 22 de fevereiro de 2020 0 Comentários

Um suspense sobre tempos sombrios que constantemente rondam os países democráticos na forma de movimentos autoritários.
A Alemanha vivenciou isso desde a ascenção de Hitler até a queda, em 1989, de seu último ditador Erick Honecker. O país passou décadas assombrado pelo medo e assombrado pelo fim da liberdade.


Em Ventos da Liberdade, o diretor Michael Herbig, mostra a tirania destilando seu ódio sobre o cidadão comum, recriando a atmosfera dos tempos do regime em eficiente reconstituição de um dos períodos mais terríveis da história da humanidade.
Baseada em uma história real, o roteiro assinado por Herbig, Kit Hopkins e Thilo Röscheisen reconstrói o verão de 1979, na cidade de Thüringer, na Alemanha Oriental, para contar a história de duas famílias, os Strelzyk e os Wetzel, desesperados para fugir cruzando a fronteira para a Alemanha Ocidental em um balão de ar quente feito por eles mesmos de modo improvisado.


A poucos metros de distância do lado ocidental, eles sabem que podem ser executados como traidores do regime se falharem. Homens são recrutados a todo momento e obrigados a trabalhar nas fronteiras. A ordem é impedir as fugas a qualquer custo e executar, na hora, homens, mulheres e crianças que tentarem escapar do lado Oriental.
Michael Herbig investe em uma dinâmica de suspense para mostrar os obstáculos que envolvem a empreitada. Em 1982, o fato foi adaptado para o cinema com o título ‘Dramática Travessia’, de Delbert Mann, estrelada por John Hurt e Jane Alexander, mas agora são os próprios alemães que contam sua história.

A música de Marvin Miller e Ralf Wengenmayr, e a montagem de Alexander Dittner contribuem de modo impressionante para a narrativa, além da ótima colaboração do elenco liderado por Friedrich Mücke, Karoline Schuch, David Kross e Alicia Von Rittberg.
“Ventos da Liberdade” é um exemplar do cinema que conserva os elementos do entretenimento com competência dramática para contar uma história que não pode ser esquecida.
Venha ver este grande filme no Moviecom Arte, dias 22 e 23 às 11 horas e dia 25 de fevereiro às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título: Ventos da Liberdade
Título Original: Balloon
Direção: Ken Loach
Roteiro: Paul Laverty
Produção: Rebecca O’Brien
Fotografia: Barry Ackroyd
Trilha Sonora: George Fenton
Elenco: Cillian Murphy, Gerard Kearney, Liam Cunningham, Padraic Delaney, William Ruane
Data de estreia: 07/11/19
País de Origem: Alemanha
Gênero: Drama
Ano de produção: 2018
Distribuição: A2 Filmes

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Os Miseráveis, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 13 de fevereiro de 2020 0 Comentários

Do clássico de Victor Hugo, o estreante diretor Ladj Ly pegou o título, a ambientação nos suburbios de Paris, a desigualdade social, a miséria decorrente e o conflito na relação com o Estado, seja pela ação arbitrária da policia ou pela atitude dos revolucionários exigindo justiça.


Mas Os Miseráveis de Ly é um filme contemporâneo, mostrando os problemas sociais que a França enfrenta. O roteiro assinado por Ladj Ly, Alexis Manenti e Giordano Gederlini nos insere em uma caótica espiral, com uma história cheia de viravoltas e obstinada em apresentar temas variados.


Um dos grandes méritos do filme é modo como explora a complexidade étnica da França atual: negros, mestiços, árabes e brancos se combinam num registro que, pela própria seleção do elenco do filme, já denota uma urgência de pontos de vista conflitantes.
No centro da trama está um trio de policiais, um deles em seu primeiro dia de trabalho, transitando pelo suburbio e desencadeando uma série de acontecimentos que se transformam em uma iminente tragédia.
Dividindo com o brasileiro Bacurau o Prêmio do Juri no Festival de Cannes, Os Miseráveis traz a urgência da discução que a luta de classes ainda suscita em pleno século XXI e é um dos filmes que concorreram ao Oscar 2020 de Melhor Filme Internacional.


Você não pode perder! Os Miseráveis de Ladj Ly será exibido no Moviecom Arte nos dias 14 e 15 às 11 horas e no dia 17 de fevereiro às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título: Os miseráveis
Título Original: Les misérables
Direção: Ladj Ly
Roteiro: Alexis Manenti, Giordano Gederlini, Ladj Ly
Elenco: Abdelkader Hoggui, Al-Hassan Ly, Alexis Manenti, Almamy Kanouté, Damien Bonnard, Diego Lopez, Djibril Zonga, Issa Perica, Jaihson Lopez, Jeanne Balibar, Lucas Omiri, Luciano Lopez, Nizar Ben Fatma, Omar Soumare, Raymond Lopez, Rocco Lopez, Sana Joachaim, Steve Cauret, Steve Tientcheu, Zordon Cauret
Ano de produção: 2029
Gênero: Drama
Origem: França
Distribuidora: Diamond Filmes

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Judy: Muito Além do Arco-Íris, no Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 7 de fevereiro de 2020 0 Comentários

O filme que deu a Renée Zellweger o Oscar de Melhor Atriz na premiação de 2020 da Academia.

Focada nos últimos anos de vida de uma das mais icônicas estrelas de Hollywood, Judy: Muito Além do Arco-Íris é uma cinebiografia muito mais emocional do que factual.


Renée Zellweger interpreta Judy Garland e essa foi uma das grandes sacadas do diretor Rupert Goold. Assim como Judy, Renée também sabe o peso da pressão pública sobre a própria imagem de uma estrela.
Não deu outra, Renée foi agraciada recentemente com o Globo de Ouro de Melhor Atriz por seu trabalho em Judy: Muito Além do Arco-Íris e é a grande favorita para o Oscar 2020.


O roteiro assinado por Peter Quilter e Tom Edge nos mostra a turnê de Judy Garland pelo Reino Unido em 1968, quando ela já era uma estrela em decadência.


Considerada um investimento de risco pelos grandes estúdios, Garland tinha esperança de reerguer sua carreira nos palcos de Londres, deixando tudo para trás, inclusive seus filhos.


As canções do filme falam muito mais sobre a diva do que o próprio texto. E elas ganham uma versão cativante na interpretação de Renéé, principalmente em Somewhere Over the Rainbow.


Com baixo orçamento este filme é uma das gandes surpresas da temporada e você poderá conferir nas exibições do Moviecom Arte nos dias 08 e 09 de fevereiro às 11 horas e no dia 11 às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título Original: Judy
Data de Estréia: 30/01/20
País: Reino Unido
Gênero: Drama
Ano de produção: 2019
Direção: Rupert Goold
Roteiro: Peter Quilter, Tom Edge
Elenco: Adrian Lukis, Andy Nyman, Bella Ramsey, Bentley Kalu, Darci Shaw, Fenella Woolgar, Finn Wittrock, Gaia Weiss, Gemma-Leah Devereux, Jessie Buckley, Jodie McNee, John Dagleish, Lewin Lloyd, Lucy Russell, Michael Gambon, Phil Dunster, Philippe Spall, Renée Zellweger, Richard Cordery, Royce Pierreson, Rufus Sewell
Fotografia: Ole Bratt Birkeland
Trilha Sonora: Gabriel Yared
Distribuidora: Paris Filmes

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A Guerra Pela Perpectiva Feminina

Postado porTemperos de Cinema 31 de janeiro de 2020 0 Comentários

Trazendo a perscpectiva feminina para o tema da guerra, em Filhas do Sol a cineasta Eva Husson mostra uma visão muito peculiar sobre o conflito no Curdistão. No centro da trama estão duas personagens fortes. Uma delas é Mathilde (Emmanuelle Bercot), uma jornalista tarimbada, acostumada a transitar entre escombros e a se esquivar de projéteis e minas. Ela é a testemunha, aquela que, além da câmera, carrega as marcas do trabalho.


A outra é Bahar (Golshifteh Farahani), líder do batalhão de mulheres, combatente feroz que investiga locais em busca do filho sequestrado, toma à frente das iniciativas, expondo a importância da maternidade como vínculo essencial (motriz) à determinação de seguir em frente. Ambas são mães e a despeito dos mundos diferentes em que vivem, possuem suas similaridades.


O que Filhas do Sol tem de mais potente é a capacidade de esquadrinhar o feminino nesse contexto dominado por homens. Elas sofrem toda sorte de infortúnios, ainda mais numa circunstância como aquela em que a força bruta, supostamente um predicado deles, é determinante para que vitórias sejam conquistadas.


Filhas do Sol é o filme que abre a programação de fevereiro do Moviecom Arte e será exibido nos dias 01 e 02 de fevereiro às 11 horas e no dia 04 às 14 horas.

Trailer:

Ficha Técnica
Título original: Les Filles du soleil
Nacionalidade: França
Gênero: Drama
Ano de produção: 2018
Estréia: 26 de setembro de 2019 (Brasil)
Duração: 1h 51min
Classificação: 16 anos
Direção: Eva Husson
Roteiro: Eva Husson
Trilha sonora: Morgan Kibby
Direção de fotografia: Mattias Troelstrup
Edição: Emilie Orsini
Direção de elenco: El Amrani Bahijja
Direção de arte: David Bersanetti
Figurino: Marine Galliano, Simon Matchabeli
Distribuição: California Filmes

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Programação de Fevereiro do Moviecom Arte

Postado porTemperos de Cinema 31 de janeiro de 2020 0 Comentários

Fevereiro é o mês do Carnaval e do Oscar. O Moviecom Arte preparou uma programação especial para quem adora um tapete vermelho e também para quem vai se jogar na folia, afinal nada melhor que um bom filme para relaxar antes de se jogar nos blocos.

PROGRAMAÇÃO MOVIECOMARTE – FEVEREIRO – 2020

DIAS 01, 02 e 04
FILHAS DO SOL


Trazendo a perscpectiva feminina para o tema da guerra, em Filhas do Sol a cineasta Eva Husson mostra uma visão muito peculiar sobre o conflito no Curdistão. No centro da trama estão duas personagens fortes. Uma delas é Mathilde (Emmanuelle Bercot), uma jornalista tarimbada, acostumada a transitar entre escombros e a se esquivar de projéteis e minas. Ela é a testemunha, aquela que, além da câmera, carrega as marcas do trabalho.
A outra é Bahar (Golshifteh Farahani), líder do batalhão de mulheres, combatente feroz que investiga locais em busca do filho sequestrado, toma à frente das iniciativas, expondo a importância da maternidade como vínculo essencial (motriz) à determinação de seguir em frente. Ambas são mães e a despeito dos mundos diferentes em que vivem, possuem suas similaridades.
O que Filhas do Sol tem de mais potente é a capacidade de esquadrinhar o feminino nesse contexto dominado por homens. Elas sofrem toda sorte de infortúnios, ainda mais numa circunstância como aquela em que a força bruta, supostamente um predicado deles, é determinante para que vitórias sejam conquistadas.
Filhas do Sol é o filme que abre a programação de fevereiro do Moviecom Arte e será exibido nos dias 01 e 02 de fevereiro às 11 horas e no dia 04 às 14 horas.

Trailer:

DIAS 08, 09 e 11
Judy: Muito Além do Arco-Íris

Focada nos últimos anos de vida de uma das mais icônicas estrelas de Hollywood, Judy: Muito Além do Arco-Íris é uma cinebiografia muito mais emocional do que factual.
Renée Zellweger interpreta Judy Garland e essa foi uma das grandes sacadas do diretor Rupert Goold. Assim como Judy, Renée também sabe o peso da pressão pública sobre a própria imagem de uma estrela.
Não deu outra, Renée foi agraciada recentemente com o Globo de Ouro de Melhor Atriz por seu trabalho em Judy: Muito Além do Arco-Íris e é a grande favorita para o Oscar 2020.
O roteiro assinado por Peter Quilter e Tom Edge nos mostra a turnê de Judy Garland pelo Reino Unido em 1968, quando ela já era uma estrela em decadência.
Considerada um investimento de risco pelos grandes estúdios, Garland tinha esperança de reerguer sua carreira nos palcos de Londres, deixando tudo para trás, inclusive seus filhos.
As canções do filme falam muito mais sobre a diva do que o próprio texto. E elas ganham uma versão cativante na interpretação de Renéé, principalmente em Somewhere Over the Rainbow.
Com baixo orçamento este filme é uma das gandes surpresas da temporada e você poderá conferir nas exibições do Moviecom Arte nos dias 08 e 09 de fevereiro às 11 horas e no dia 11 às 14 horas.

Trailer:

DIAS 14, 15 e 17
OS MISERÁVEIS


Do clássico de Victor Hugo, o estreante diretor Ladj Ly pegou o título, a ambientação nos suburbios de Paris, a desigualdade social, a miséria decorrente e o conflito na relação com o Estado, seja pela ação arbitrária da policia ou pela atitude dos revolucionários exigindo justiça.
Mas Os Miseráveis de Ly é um filme contemporâneo, mostrando os problemas sociais que a França enfrenta. O roteiro assinado por Ladj Ly, Alexis Manenti e Giordano Gederlini nos insere em uma caótica espiral, com uma história cheia de viravoltas e obstinada em apresentar temas variados.
Um dos grandes méritos do filme é modo como explora a complexidade étnica da França atual: negros, mestiços, árabes e brancos se combinam num registro que, pela própria seleção do elenco do filme, já denota uma urgência de pontos de vista conflitantes.
No centro da trama está um trio de policiais, um deles em seu primeiro dia de trabalho, transitando pelo suburbio e desencadeando uma série de acontecimentos que se transformam em uma iminente tragédia.
Dividindo com o brasileiro Bacurau o Prêmio do Juri no Festival de Cannes, Os Miseráveis traz a urgência da discução que a luta de classes ainda suscita em pleno século XXI e é um dos filmes que concorrem ao Oscar 2020 de Melhor Filme Estrangeiro.
Você não pode perder! Os Miseráveis de Ladj Ly será exibido no Moviecom Arte nos dias 14 e 15 às 11 horas e no dia 17 de fevereiro às 14 horas.

Trailer:

DIAS 22, 23 e 25
VENTOS DA LIBERDADE

Um suspense sobre tempos sombrios que constantemente rondam os países democráticas na forma de movimentos autoritários.
A Alemanha vivenciou isso desde a ascenção de Hitler até a queda, em 1989, de seu último ditador Erick Honecker. O país passou décadas assombrado pelo medo e assombrado pelo fim da liberdade.
Em Ventos da Liberdade, o diretor Michael Herbig, mostra a tirania destilando seu ódio sobre o cidadão comum, recriando a atmosfera dos tempos do regime em eficiente reconstituição de um dos períodos mais terríveis da história da humanidade.
Baseada em uma história real, o roteiro assinado por Herbig, Kit Hopkins e Thilo Röscheisen reconstrói o verão de 1979, na cidade de Thüringer, na Alemanha Oriental, para contar a história de duas famílias, os Strelzyk e os Wetzel, desesperados para fugir cruzando a fronteira para a Alemanha Ocidental em um balão de ar quente feito por eles mesmos de modo improvisado.
A poucos metros de distância do lado ocidental, eles sabem que podem ser executados como traidores do regime se falharem. Homens são recrutados a todo momento e obrigados a trabalhar nas fronteiras. A ordem é impedir as fugas a qualquer custo e executar, na hora, homens, mulheres e crianças que tentarem escapar do lado Oriental.
Michael Herbig investe em uma dinâmica de suspense para mostrar os obstáculos que envolvem a empreitada. Em 1982, o fato foi adaptado para o cinema com o título ‘Dramática Travessia’, de Delbert Mann, estrelada por John Hurt e Jane Alexander, mas agora são os próprios alemães que contam sua história.
A música de Marvin Miller e Ralf Wengenmayr, e a montagem de Alexander Dittner contribuem de modo impressionante para a narrativa, além da ótima colaboração do elenco liderado por Friedrich Mücke, Karoline Schuch, David Kross e Alicia Von Rittberg.
“Ventos da Liberdade” é um exemplar do cinema que conserva os elementos do entretenimento com competência dramática para contar uma história que não pode ser esquecida.
Venha ver este grande filme no Moviecom Arte, dias 22 e 23 às 11 horas e dia 25 de fevereiro às 14 horas.

Trailer:

DIAS 29/02 e 01 e 03/03
DEUS É MULHER E SEU NOME É PETÚNIA


Em diversas cidades e pequenas comunidades da Macedônia, no dia 19 de janeiro é celebrado o feriado da Epifania (batismo de Cristo). É costume nesse dia jogar uma cruz nas águas de um rio, e quem for capaz de pegá-la terá boa sorte e prosperidade para todo o ano seguinte. Contudo, só os homens podem se jogar nas águas para alcançar essa benção. Segundo as tradições, só os homens merecem a oportunidade de ser feliz.
Este foi o ponto de partida da diretora e roteirista macedoniense Teona Struga Mitevska para tecer um olhar crítico e apurado sobre uma realidade que até hoje perturba e incomoda.
A trama gira em torno de Petúnia, uma mulher comum disposta a subverter todas essas regras e a pagar o preço disso tudo.
Desempregada e vivendo na casa dos pais (uma mãe autoritária e um pai submisso e ausente), Petúnia não tem mais nada a perder e resolve mergulhar no rio e pegar o crucifixo. nasce aí a determinação de dar um novo sentido à sua vida, desafiando a religião, a sociedade, o patriarcado e as tradições. Afinal de contas, Deus É Mulher E Seu Nome É Petúnia.
Você precisa Petúnia! Ela estará no Moviecom Arte nos dias 29 de Fevereiro e 01 de Março às 11 horas e no dia 03 de Março às 14 horas.

Trailer:

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O Moviecom Arte é um projeto da publicitária e produtora Fátima Augusto em parceria com o Moviecom Jundiaí, que há 1o anos traz para a cidade filmes de arte e que não entram no circuito comercial.

Com um horário alternativo dentro da programação do cinema, o Moviecom Arte acontece todos os sábados e domingos às 11 horas e tem ingressos a R$ 10,50 e R$ 5,25.

O Moviecom Jundiaí fica no Maxi Shopping – Av. Antônio Frederico Ozanan, 6000 – Vila Rio Branco, Jundiaí – SP